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Rainha vermelha

12.08.17

A Rainha Vermelha (A Rainha Vermelha, #1)

Numa sociedade em que a cor do sangue vale tudo, neste livro é nos apresentado a história de um mundo onde vivem vermelhos e prateados. Os vermelhos são os escravos enquanto que os prateados que têm poderes especiais são os seus carrascos. Mare é uma ladra vermelha que cresceu numa família pobre e que sabe que quando fizer 18 anos irá para a guerra. Mas uma volta do destino faz com que algo aconteça: Mare é vermelha, mas tem poderes de prateados e num acidente, acaba por revelar isso ao mundo. As consequências: para abafar o escândalo, fazem-na passar por prateada e fica noiva de um príncipe.

 

Confesso que toda a coisa de ficar noiva de um príncipe porque é uma ameaça, mas querem usá-la para apaziguar os vermelhos é uma coisa que não me assiste muito bem. Deve de ser um estratégia muito à frente, pois diria que com a personalidade daquela família real transformavam na num robô que controlavam a mente ou matavam na para não ser uma ameaça.Tirando isso, este é um mundo utópico com injustiças e grandes diferenças sociais que Mare acaba por contar muito bem dos dois lados da moeda. Ela é ingénua e como ela própria diz quase no final do livro, tudo aquilo estava destinado a tragédia. 

 

No mundo prateado os dois aliados improváveis de Mare acabam por ser os príncipes: Cal, aquele pelo qual se sente realmente atraída, mas que é uma máquina assassina prateada e Maven, o seu noivo, que partilha as mesmas crenças que ela e acaba por ser o seu melhor amigo. Houve uma altura do livro que para mim não fazia sentido ela ficar com nenhum.

 

A reviravolta que acontece no livro não me surpreendeu de todo: estava à espera de algo parecido desde o primeiro instante. O mau da fita era demasiado perfeito e eu desconfio sempre de pessoas demasiado perfeitas e custa-me acreditar como Mare acreditou que o amor lhe valeria a revolução, é demasiado ingénuo da parte dela.

 

A parte final do livro é intensa, e por ela subo a escala do livro para 3,5 estrelas, dai dar 4 em vez de 3. Tenciono ler os próximos entretanto, fiquei curiosa com o que vem a seguir e apesar de alguns pontos, gostei do livro, está bem escrito e tem uma boa história para contar. Curiosa para ver a adaptação cinematográfica que vai dar.

 

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publicado às 09:33

O Covil dos Lobos (Blackthorn & Grim, #3)

Na continuação desta história que já vem daqui e daqui, encontramos de novo Blackthro e Grim na sua quinta, à espera de novas aventuras e pedidos de ajuda. Desta vez entram também a voz de Cara, a filha do proprietário de Vale de Lobos, que gosta mais de falar com pássaros do que com pessoas, e a voz de Bardan, um homem que foi "raptado" pelos Encantados e ficou doido, mas é o único que sabe construir uma Casa da Madeira de Dentro, algo que o pai de Cara quer muito. Balckthorm cruza-se com Cara e Grim com Bardan, mas ao mesmo tempo a vingança contra Mathuin ganha novos contornos.

 

Um livro que não me surpreendeu muito, mas que atou todas as pontas soltas e deu o final desejado e óbvio. Ninguém escreve tão bem este género de histórias como a Juliet e embora a Blackthorn e o Grim não sejam as minhas personagens favoritas, gostei desta mudança no estilo dos protagonistas em relação às outras séries da autora. Apenas gostava que me tivesse conseguido surpreender mais. A história da Cara é gira, mas mais uma vez óbvia, gostava de saber mais sobre o que veio a seguir: a relação dela com aqueles dois homens e para como foi a sua adaptação à sua nova vida.

 

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publicado às 09:20

Acidente

02.08.17

Acidente

No inicio conhecemos a vida perfeita de Page: o marido perfeito, a filha linda, o filho amoroso e a sua dedicação de ser mãe e de pintar paredes para a escola dos filhos. Tudo é brilhante e maravilhoso. Até que um dia há um acidente e afinal o marido é ausente, a filha luta pela vida, o filho ressente-se e a própria Page já não sabe quem é nem o que sente.

 

O inicio é irritante, estive quase para larga o livro ao fim de umas páginas lidas, lá está, era tudo perfeito. Até que uma mentira de Allyson se acaba por transformar num acidente em que morre um jovem, a própria Allyson fica entre a vida e morte e a melhor amiga Chloe fica fisicamente afetada. E ai o livro torna-se real: fala da dor de uma mãe, da ausência de um pai mais preocupado com a amante, da tristeza de um filho que vê o seu mundo ruir. Há momentos críticos, momentos em que se perde a esperança, mas também há bons momentos. Acho que acaba por ser um livro bom por falar de temas importantes: o alcoolismo, os danos colaterais de um ato irresponsável, o fim de um casamento e a luta pela vida. Acabei por gostar bastante do livro.

 

Accidente

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publicado às 21:28

O grito do corvo

31.07.17

O Grito do Corvo (Crónicas da Terra e do Mar, #3)

Na continuação das Crónicas da Terra e do Mar, depois da tempestade, o Rouxinol fica em maus lençóis ao mesmo tempo que se descobre como Corvo reage à mentira de Leonor. Mas o eterno inimigo de Leonor, Tomás Rebelo, está mais próximo dela do que ela pensa.

 

Fiquei com sentimentos ambíguos em relação a este livro, que honestamente acho que ficou atrás do anterior. E penso que não se justificava a existência deste livro, bastava por mais três ou quatro capítulos no anterior. Embora consigo perceber o porquê desta opção: eu própria me queixei, no fim da última saga da autora, que gostava de ter visto mais do felizes para sempre do Lysander e da Kelda, portanto, neste livro, ai a meio, as grandes questões não românticas estão resolvidas. A partir dai, temos apenas a adaptação de Leonor à nova família e a teimosia de Corvo. Mas lá se entendem e têm o merecido felizes para sempre durante alguns capítulos. Desvantagem: como todas as questões centrais são resolvidas cedo, e apesar de ter gostado de conhecer mais da relação deles, não houve aquela chama que me costuma fazer devorar os livros desta autora, porque os grandes mistérios estavam quase todos resolvidos. 

 

Tirando tudo isto, gostei das personagens surpresa que aparecem quase no fim e sobretudo do final, que fez uma ligação com a história real da descoberta das ilhas das Flores e do Corvo e penso que foi muito original e bem conseguido. Claro que no fim fiquei com nostálgia e com saudades das personagens, sem dúvida que queria mais desta saga, que supostamente ficou por aqui. E apesar de ter atado todos os nós, penso que se um dia a autora decidir continuar com esta aventura, existe muito por onde pegar.

 

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publicado às 21:42

Filhos do Vento e do Mar (Crónicas da Terra e do Mar, #2)

Depois de muitos anos de espera, saíram finalmente os dois últimos livros das crónicas da terra e do mar. Como já não me lembrava muito bem da história e o primeiro livro não me tinha causado o mesmo impacto dos outros livros da autora, demorei algum tempo até continuar com esta aventura, apesar de nunca me ter passado pela cabeça deixar a história a meio, faltava apenas acordar o bichinho da leitura.

 

Como de costume, o livro anterior deixou um limbo, em que Leonor e Guida encontravam-se no barco do infame pirata Corvo e em que Leonor descobre quem é o pai e se faz passar por um rapaz. Neste livro, em que a ação se passa toda a bordo do Rouxinol, vemos Leo transformar-se de fidalga num marinheiro, levando o seu embuste com relativo sucesso. Ao mesmo tempo que Leo cria amizade com os piratas que desprezava, uma estranha relação de amizade/ódio surge entre ela e o capitão e vai-se conhecendo a pouco e pouco mais sobre o Açor e o Corvo. Nos entre tantos, Guida apaixona-se por um membro da tripulação e põe o disfarce de Leonor em perigo.

 

Ao inicio custou-me a entrar no ritmo, já não me lembrava de algumas coisas do primeiro livro e não estava com espírito para o reler antes de começar este. Mas à medida que fui relembrando, que vi Leo passar de uma menina mimada a uma jovem marinheira corajosa, comecei a sentir uma ligação maior com ela e com a maioria da tripulação do Rouxinol e um ponto muito bom deste livro é que consegue fazer-nos sentir como se estivéssemos mesmo lá. As personagens são coloridas e preenchidas e a partir de meio do livro, já me sentia completamente imersa nele. Tenho de dizer que gostei mais deste que do primeiro devido a ação não estar tão dispersa e ao amadurecimento das personagens. O fim, apesar de não ser tão caótico como a autora nos habituo-o noutros livros, deixou uma grande interrogação que me vai fazer ir a correr comprar o terceiro livro: Corvo descobriu a identidade de Leonor.

 

Para quem gosta de fantasia com romance e um pouco de história, tudo made in Portugal, os livros de Sandra Carvalho são um bom petisco.

 

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publicado às 14:58

Uma Chuva de Diamantes

A história começa com um magnata que gosta de jogos e decide fazer um com os seus herdeiros: converter uma grande parte da herança e deixar um mistério por resolver. Nenhum dos herdeiros lhe herdou a garra e ele apenas sente empatia por Maria Carlota, uma neta que não passa de uma criança quando ele morre e que acaba por ser a chave para o mistério da herança perdida. Ao longo do livro é nos dado a conhecer a história deste magnata e como passou de um órfão a um homem poderoso e de uma das suas noras, Sónia, uma criança de aldeia que se converte numa modelo e por fim numa esposa. 

 

Estava à espera de bem mais, porque apesar de ter um estilo semelhante a outros livros da autora, acho a história e a envolvência mais pobres. Gostei da história da Sónia, tive pena do que aconteceu a Maria Carlota, mas o meu ponto preferido foi sem dúvida o desfecho final dos diamantes: o sitio onde estavam escondidos era bastante óbvio, não percebi porque não os encontraram mais cedo.

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publicado às 14:48

A Maldição do Vencedor (A Maldição do Vencedor, #1)

Num mundo fantástico, este livro trás a história de duas raças, os loiros versus os morenos, os dominantes versus os dominados. Kestrel é filha de um poderoso general Valoriano, que há muitos anos conquistou aquelas terras e fez dos seus antigos habitantes escravos. Esta jovem vive presa a um de dois destinos quando fizer vinte anos: alistar-se no exército ou casar (parece que é lei), mas ela não quer nenhum destes destinos, quer apenas tocar música (que é considerado inferior e apenas deve de ser feito pelos escravos). Um dia, devido a um conjunto de coincidências (ou não!) ela adquire um estranho escravo, Arin, que lhe pode custar tudo o que tem.

 

As expectativas eram altas, mas confesso que na primeira parte do livro saíram defraudadas.. nesta fase nenhum dos protagonistas me convenceu, e o livro era até certo ponto repetitivo, Kestrel vive no dilema, Kestrel vai a bailes, Kestrel não sabe bem o que fazer com o escravo. E o Arin pouco ou nada me dizia nesta fase, como se a sua personalidade estivesse quase completamente anulada. Mas lá pelo meio do livro a coisa mudou e começou a acontecer muita coisa depressa, os papeis inverteram-se, Kestrel deixou de ser a mimada filha do general e o Arin o escravo estranho, e ai deram ares da sua personalidade. Penso que algumas explicações sobre este universo podiam ter sido mais exploradas, principalmente na primeira parte. E apesar do final com uma grande reviravolta e de no geral ter gostado, no fim não fiquei com grande vontade de ler a continuação, como que antevendo que nada de bom vem ai... mas dizem que os dois livros seguintes são melhoras, talvez lhes dê uma chance!

 

The Winner's Curse (The Winner's Trilogy, #1)

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publicado às 21:49

O Jogo da Verdade

Roberta é uma mulher que cresceu com a família do pai e com uma mãe ausente mais ocupada com as causas feministas do que com a filha. Em adulta tenta ter tudo o que lhe faltou na infância, mas a sua demanda pelo casamento perfeito parece estar condenada ao fracasso e sente que deve fazer uma mudança drástica na sua vida. O percurso da decisão que ela vai tomar leva o leitor a conhecer a história desta mulher, mas também da sua mãe, Malvina, uma mulher que era demasiado livre para se sentir feliz no casamento.

 

Eu gostei da Roberta, reconheci-lhe o dilema de uma mulher que queria uma família perfeita e saiu-lhe uma família imperfeita com um marido que não tem tempo nem para ela nem para os filhos. Mas na viagem desta mulher para se encontrar ficamos a conhecer a sua vida, a sua relação com o pai, a avó e as tias mas sobretudo o que levou a apaixonar-se pelo marido, Oscar, e como chegaram àquela situação. Confesso que ao inicio antipatizei com Oscar, mas depois de conhecer melhor a história dele, comecei a percebe-lo e pareceu-me bastante real a forma como alguns homens se deixam levar pelo comodismo e pelo sorriso de uma mulher bonita e interesseira (neste caso a ex-mulher). A mãe da Roberta, Malvina, provocou em mim sentimentos ambíguos: se por um lado lhe admirei a capacidade de se encontrar a si mesma e de não precisar de mais ninguém além dela própria, por outro foi fácil perceber que esta atitude provocou muitas mágoas à sua volta e isso é visível no facto de estar afastada do crescimento da filha e de alguns corações que partiu pelo caminho (uns merecidos, outros nem por isso). No fundo ela passou a vida toda afastada das pessoas de quem se importava porque a sua liberdade era o mais importante e no fim algumas delas partiram e fica o sentimento de culpa. Gostei do final, fez sentido.

 

Um livro interessante, sobre mulheres italianas lutadoras, no espirito a que autora já nos habituou.

Jocul adevarului

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publicado às 21:27

A desconhecida

23.06.17

A Desconhecida

Esta é a história de Alex, um moço rico que quer encontrar uma mulher "à moda antiga" pois esteve casado com uma mulher que colocava a carreira acima da sua relação e agora quer o oposto. Um dia, encontra Raphaella e tal e qual um stalker, fica embeiçado por ela e nunca mais a tira da cabeça. Mas Raphaela tem vários segredos e é casada.

 

A história não é má, abrange temas interessantes como os laços familiares, uma vida demasiado protegida, a escolha entre a obrigação (pelo marido doente) ou o amor (pelo amante), o isolamento, a doença... Mas ao mesmo tempo, Alex é demasiado irreal e a forma como se apaixona demasiado depressa retrata isso mesmo. Raphaella acaba por ser demasiado insegura devido à vida protegida e a sua indecisão acaba por ser massacrante. Por fim um ponto estranho neste livro: as mulheres que lutam por uma carreira são todas vistas como caprichosas e egoístas e as mulheres que não fazem mais nada a não ser passear e fazer compras são as "boas", isto para não falar da forma como as mulheres, neste caso espanholas, são vistas como flores de estufa que têm de andar em bandos e superprotegidas, mostrando um contraste com as norte americanas que têm uma carreira... Não sei se justifique este cenário por ser um livro com mais de trinta anos, mas mesmo assim...

 A Perfect Stranger 

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publicado às 15:15

Prazer ardente

09.06.17

Prazer Ardente (Wallflowers, #4)

Eu e este livro temos uma história digna de um filme. O nosso primeiro encontro não correu bem, a Daisy era aborrecida, o Michael não me interessava e larguei-o num dos capítulos iniciais. O segundo encontro não foi mais promissor e fez-me declarar que definitivamente apesar das manas Bowman serem divertidas e espirituosas nos outros livros, os delas eram os que menos me interessavam da serie. Mas ao terceiro encontro o clique aconteceu. E ao contrário do que seria de esperar não foi difícil e foi uma leitura agradável...aliás, até gostei mais deste do que do segundo livro da série, o da Lilian Bowman.

 

Daisy Bowman é a última do grupo de quatro solteironas que se juntaram com o intuito de arranjarem maridos que ainda está efetivamente solteira. Sonhadora e devoradora de livros, vive num mundo à parte, o que muito desagrada o pai, um rico magnata de sabonetes, que decide que Daisy tem um prazo para encontrar um marido ou terá de casar com Michael, o pupilo do pai, que a jovem detesta por achar que é igual ao pai dela. 

 

Apesar de demorar a chegar lá, acabei por gostar e identificar com a Daisy: devoradora de livros sonhadora (check!). E o Michael acabou por se revelar fofinho. As outras moças aparecem iguais a elas próprias e a Lilian fez-me rir durante o seu próprio parto, o que é no mínimo, inusitado. E o Michael e a Daisy no final deixaram-me emocionados, se o livro fosse todo como a parte final, levava quatro estrelas, mas assim fica pelas três (para combinar com a frase, à terceira é de vez!). De salientar que este livro esta numa posição ingrata, afinal, veio depois do melhor livro da série (suspiro!).

Scandal in Spring (Wallflowers, #4) Scandal in Spring (Wallflowers, #4)

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publicado às 21:45



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