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Hitler Morreu no Bunker?

Ao contrário de muitos livros que andam por ai sobre estes temas, este livro que tem uma pergunta na capa não vem dar resposta a essa mesma pergunta, porque afinal não há nada que comprove com certeza absoluta nenhuma das respostas. Apenas apresenta factos e documentos sobre ambas as versões e deixa que o leitor tire as suas próprias conclusões sobre a morte (ou fuga) de um dos homens mais odiados do mundo.

 

Na realidade é confuso como numa altura em que tanta coisa foi documentada (basta comparar a quantidade de informação que há sobre esta guerra em relação à primeira) que o suposto suicídio de Hitler seja tão nubloso, mas penso que é uma consequência de os russos terem sido os primeiros a chegar ao bunker, do facto do seu regime ser tão fechado e da Guerra Fria que praticamente começou no fim da segunda guerra mundial. Este livro levá-nos a correr os vários mitos (e verdades) do nazismo após a guerra, nomeadamente a fuga de altas patentes para a América do sul, submarinos desaparecidos, a base secreta na Antártida, as chegadas e partidas misteriosas de aviões em Madrid nos últimos dias da guerra, os duplos de Hitler, o que aconteceu ao restos mortais das pessoas que morreram no bunker e todas as teorias à volta da morte (ou fuga) Hitler.

 

Depois de ler livro confesso que não cheguei a conclusão nenhuma. É estranho um homem como Hitler suicidar-se e não ter um plano de fuga, certamente que sabia à meses que a guerra estava praticamente perdida. Mas penso que mesmo que Hitler tivesse fugido não estava em condições para formar um Quarto Reich. Afinal no final da guerra, Hitler tinha 56 anos e diz-se que era um homem doente que sofria de tremores derivados da doença de Parkinson. Sendo esta uma doença degenerativa, o mais provável é que mesmo tendo sobrevivido, provavelmente a sua saúde deteriorou-se ainda mais nos anos seguintes e longe da boa vida com bons cuidados de saúde que tinha na Alemanha, provavelmente isto ainda aconteceu mais depressa. Por isso para mim, quer Hitler se tenha suicidado naquele dia ou tenha fugido, acho que acabou por ter uma morte sem glória. Mas este mistério conseguiu uma coisa que ele certamente ambicionava: a sua lenda provavelmente viverá para sempre.

 

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publicado às 14:43

The Dream Thieves (The Raven Cycle, #2)

Apesar de não ser perfeito, o livro anterior deixou-me suficientemente curiosa para querer explorar este aqui. Afinal, queria saber onde toda a busca daqueles quatro rapazes e de uma rapariga cujo o verdadeiro amor está destinado a morrer no seu primeiro beijo, ia parar.

 

Após algumas descobertas importantes no livro anterior sobre as linhas ley e o seu funcionamento o estranho grupo emaranha-se cada vez mais no mundo da magia. Ao mesmo tempo que Ronan entra cada vez mais nos seus sonhos e descobre mais sobre os seus poderes, as linhas ley começam a desvanecer-se, levando consigo Noah. Enquanto isso Adam toma algumas decisões difíceis e Gansey e Blue começam a aproximar-se lenta, mas perigosamente. Mas algumas pessoas perigosas começam a chegar a Henrietta atraídas pelo recém descoberto poder das linhas ley.

 

Para mim este livro foi bem mais conseguido que o anterior. Tem mais mistério, como já não é necessário toda aquela parte introdutória explicativa sobre porque eles andam à procura das linhas ley, há mais tempo para a ação. E a ação foca-se sobretudo em Ronan, um rapaz complicado capaz de trazer coisas dos seus sonhos para a realidade. Há medida que aprende mais obre os seus poderes, Ronan conhece melhor a sua família e a si mesmo e reforça o seu papel como uma das personagens mais intrigantes. Enquanto isso encontra outras pessoas com as mesmas capacidades, mas começa a ser perseguido pelo Homem Cinzento, o vilão da história, que tem mais para contar do que apenas ser o mau da fita. Adam continua a provocar-me arrepios, não consigo deixar de sentir que algo de muito errado se passa com ele. Parece-me um vilão em formação, mas ao mesmo tempo não sei se a autora transformaria um dos raven boys em maus da fita, vamos ver. Gansey começa a perceber que não consegue controlar tudo, e se no primeiro livro não gostava muito nele, neste aqui ele conquistou algum do meu respeito, mas vamos ver como corre. Blue continua ela mesma, neste livro os seus sentimento acabam por ir de encontro ao seu destino e às profecias que a perseguem desde sempre, apesar de ser um desenvolvimento lento. No final do livro há algumas reviravoltas que iram servir de alavanca para o terceiro livro, que não são suficientemente fortes para me fazer ir a correr comprá-lo, mas tenciono um dia continuar esta aventura.

 

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publicado às 21:23

Romance Com o Duque (Castles Ever After, #1)

Ora bem, não estava à espera desta. Principalmente depois do mau e ligeiramente aborrecido outro livro que tinha lido desta autora, as minhas expetativas não estavam muito altas, apesar de já ter lido comentários bastante positivos deste livro de pessoas que também não tinham gostado do outro. 

 

Izzy é uma moça que cresceu na sombra de uma série de contos muito populares (com direito a fanclub e tudo) escritos pelo seu pai. Quando ele morreu, o seu primo ficou com tudo e Izzy acabou por a pouco e pouco ir perdendo todas as ilusões que tinha de um felizes para sempre. Até que um dia é convocada para ir a um castelo onde conhece um misterioso duque...

 

A melhor parte de tudo é que a história é tão diferente do género que soube maravilhosamente. Tanto a Izzy como o Ramson não são os protagonistas habituais e adorei cada segundo que passei a ler este livro! A Izzy passa alguns maus momentos e acaba por ter uma relação de amor/ódio como todo aquele fanclub (ela aparece nos contos, dai ser tão reconhecida), mas confesso que adorei esta versão histórica de uma coisa que hoje é tão comum em torno de sagas literárias e cinematográficas: as pessoas se juntarem para ler os contos, mascararem-se com as personagens, terem as suas próprias regras como que vivendo no mundo dos contos.

 

 

Como o pai de Izzy morreu de repente os contos ficaram a meio, então é incrível como cada vez que algum fã da obra a encontra lhe pergunta o que aconteceu a seguir. Até eu já revirava os olhos quando isto acontecia, imaginem como ela se sentia. O Ramson é tudo o que eu não estava à espera! E é fofo de ver como apesar de tudo, ele aprendeu a lidar com aquilo e a forma como a Izzy vai quebrado as suas barreiras uma por uma. E a cereja no topo do bolo é como toda a loucura em volta dos contos acaba por ser um fator decisivo na fase final da história.

 

Um livro bem conseguido, original e sobretudo divertido. Há algum tempo que não soltava umas gargalhadas assim!

 

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publicado às 21:03

Ligeiramente Perigoso (Bedwyn Saga, #6)

Nestas séries de romances históricos à muitas vezes uma personagem icónica que é fria mas que acaba por, ao longo de vários livros, ir ajudando a resolver dramas e mostrando a pouco e pouco que é muito mais do que aparenta (falo por exemplo da série Rothwell da Madeline Hunter e especificamente do protagonista do livro Os pecados de Lorde Easterbrook). Nesta série de livros começados por ligeiramente qualquer coisa, essa personagem é o Wulfric, o irmão mais velho, o duque que é frio, mas que tem ajudado todos ao longo dos outros livros que li. Portanto, tal como na série Rothwell, estava curiosa com o livro dedicado a uma personagem tão intrigante e tal como na outra série o livro deixou-me ligeiramente desiludida.

 

Para par de Wulfric foi atribuída uma moça estouvada, de bom coração, ligeiramente desastrada, Christine é claramente o oposto do impecável e sempre frio Wulfric. E se ao inicio ele não fica interessando, após vários encontros e alguns desastres com árvores e lagos começa a surgir algo entre eles.

 

O que eu não gostei realmente foi da Christine, penso que a ideia original da autora era boa e o contraste entre as duas personagens podia ter corrido realmente muito bem. Mas Christine era um pouco excessiva demais e em vez de ser desastradamente cativante tornou-se demasiado desastrosa e quase a roçar o infantil. Ao contrário da Christine, o Wulfric foi bem desenvolvido: não se tornou demasiado lamechas quando se apaixonou como ás vezes acontece com este género de personagens, mas manteve a sua essência, apenas revelando algumas camadas e mostrado mais um lado que já tinha sido visível noutros livros. Outro ponto central da história é a relação de Christine com a família do ex-marido (ela é viúva) que era boa e depois ficou má e o seu sempre fiel amigo Justin. Sempre suspeitei do que acabou por se revelar sobre esta parte da história.

 

No final é um livro ok. Não é brilhante, nem o melhor da série. Para mim só valeu mesmo a pena porque fiquei a conhecer o Wulfric melhor e de uma maneira bem conseguida. Tudo o resto resume-se a um encolher de ombros.

 

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publicado às 22:52

Sonhos de papel

22.11.17

 Sonhos de Papel

Esta história é cativante, com uma heroína com uma história difícil, filha de uma prostituta que nunca a tratou como filha, mas que conseguiu dar a volta por cima com ajuda de algumas pessoas do bairro decadente de Nova Orleans onde vive. O seu sonho é conseguir deixar o passado para trás e ingressar numa universidade bem longe dali, mas um crime irá alterar algumas coisas drasticamente.

 

Josie é uma personagem cativante, com força e garra, que comete alguns erros, mas consegue dar a volta por cima. As personagens que a adoram, Cockie, Willie, James, Patrick e o seu pai têm também as suas histórias e a maioria não estão ali apenas para dar apoio à história de Josie. Gostei especialmente de Cockie, o motorista de táxi mulato com grande coração e de Willie, a dona do bordel onde trabalha a mãe e Josie que é fria, mas muito mais genuína que personagens mais afáveis (tal como na vida real, ás vezes as pessoas mais frias têm melhor coração que aquelas que são mais dadas). Josie passa por diversas situações: a negligência da mãe, o choque com a alta sociedade, a mesquinhez, gangsters, doenças degenerativas... há de tudo um pouco nesta história. Para mim esta diversidade de histórias e a protagonista humana, que não é perfeita e tem as suas falhas são o ponto forte do livro. Mas também tem alguns pontos fracos: apesar de na primeira pessoa, ás vezes sentia que não conhecia a Jo suficientemente bem, ou o que ela sentia... por exemplo, em relação a "triângulo" amoroso, eu não senti que ela gostasse realmente de nenhum dos rapazes, é quase como se fossem atirados ali para o meio para preencher uma lacuna na história. Outra coisa que não me cativou foi o final, senti que foi arrumado à pressa e dado a poucos esclarecimentos. Gostava de saber o porquê de algumas decisões que aparecem nas páginas finais e sobretudo se Jo alguma vez conseguiu realmente descolar-se de Nova Orleans, espiritualmente falando.

 

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publicado às 21:34

Ligeiramente Escandalosa (Bedwyn Saga, #3)

Quando comecei a ler este livro percebi que já tinha lido o outro lado da história: a história que parte o coração de Freiya, a jovem destemida que não gosta de jogar pelas regras. E para fugir ao felizes para sempre do seu amor, decide refugiar-se em Bath, mas depressa fica entediada. Até que aparece Joshua Moore, um marquês com um passado complicado, mas com a reputação de bom vivant. Uma relação que começa com ódio e entendimento mutuo acaba por resultar num falso noivado que vai ficar fora do controlo dos dois.

 

A relação acaba por ser divertida, contem discussões épicas e entendimentos interessantes. A história por detrás de Joshua também foi um bom fio condutor. Um par interessante, sem ser aborrecido, com personagens que não são bidimensionais, com vilões inteligentes mas que não são inatingíveis. A escrita é interessante, apesar de não ser surpreendente é boa o suficiente para ligar todos os pontos. Entre este e o outro livro que li desta série (da Morgan a irmã da Freiya) acho que gostei mais deste, porque com uma protagonista imprevisível como a Freiya, tudo pode acontecer.

 

Tenho a dizer que as duas prequelas desta série, acabam por ser melhores do que estes dois livros que já li (um é o livro que mencionei no inicio).

 

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publicado às 21:05

A cor da paixão

03.11.17

A Cor da Paixão

Acho que quase podia pegar numa opinião de um dos outros livros da Sveva que li durante este ano e fazer "copiar" e "colar". Os livros dela são bons, têm alma, mulheres sofridas e vividas com as quais é fácil sentir empatia. Uma mostra da cultura italiana, com palcos tensos como guerras, ditaduras ou revoltas, que acabam por afetar a heroína, mas que no fim se vai encontrar a ela própria.

 

Desta vez a protagonista é Liliana, uma menina que cresceu pobre, mas que com determinação e esforço tirou uma licenciatura em advocacia e se tornou uma mulher importante em Itália. Filha de um homem amante das lutas dos operários, as greves e as desigualdades laborais são uma constante no livro, quer pela parte das que enfrenta, quer pela sua própria luta por se afirmar numa sociedade que ainda vê as mulheres como donas de casa.

 

Acaba por ser um livro tão bom como os outros todos que li da autora, que se devoram a si mesmos, mas sem nunca se destacar, porque afinal todas as histórias parecem semelhantes entre si. E não tenho muito mais a dizer sem ser redundante.

 

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publicado às 20:29

The Raven Boys

01.11.17

The Raven Boys (The Raven Cycle, #1)

Eu tinha algumas boas referências a este livro e alguma curiosidade acrescida por isso. Afinal, uma história que envolve misticismo e fantástico tem uma boa receita. O problema das expectativas demasiado altas é que são muitas vezes defraudadas.

 

Blue não sabe ler nem a sina nem vê o futuro como a maioria das pessoas da sua família, mas é como um íman de sobrenatural. Numa noite vai com a tia participar numa cerimónia onde vai ficar a conhecer as pessoas que vão morrer dentro de um ano e fica a conhecer um rapaz que a intriga, pois ao contrário dos outros "futuros mortos" ela consegue vê-lo. Assustada Blue fica intrigada quando ainda por cima está previsto no seu futuro que o seu primeiro beijo matará o rapaz em questão. Em busca do rapaz, Blue vai envolver-se com um grupo de rapazes de um colégio de elite que andam em busca de algo misterioso.

 

Ao inicio não foi fácil. O ritmo inicial não era muito rápido e confesso que as cenas iniciais dos rapazes me pareceram estranhas e confusas, não criando laços imediatos com nenhum deles e acabando por ter interesse apenas nas cenas em que está a Blue e a sua família. Penso que o momento em que a parte dos rapazes me inspirou mais confiança foi quando se descobre o que aconteceu a Noah e tudo aquilo deixa de ser uma fantasia e torna-se em algo mortalmente sério. E ai sim, houve um clique e comecei a ter um interesse real naquilo que estava a ler e a formar uma opinião sobre cada um dos rapazes: gostei muito do Noah, fiquei fascinada com a luta interna do Ronan, o Gansey deixou-me assim assim, sem saber bem o que pensar, algumas das suas atitudes eram estranhas, outras eram sentidas, e por fim o Adam, que ao inicio parecia doce, mas que me deixou com um sentimento estranho no fim, como uma personagem que está na iminência de se tornar algo mais complexo (e sombrio?). Como é Adam quem primeiro se aproxima de Blue, fiquei com sentimentos contraditórios quando as visões revelam que afinal o rapaz do beijo poderia ser o Gansey, porque ele era estranho e o Adam era muito querido para a Blue. No fim, já não sei bem com quem ela deveria ficar, ambos me pareceram demasiado obscuros e talvez por isso, por querer saber o que lhes vai acontecer que quero ler o próximo. Apesar de no fundo o livro ter sido uma desilusão, estava a espera que me prendesse muito mais cedo do que a um quarto do fim.

 

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publicado às 21:15

Peripécias do Coração (Bridgertons, #2)

Confesso que esta foi uma segunda leitura (ou mais para uma terceira) visto que fiz a leitura deste livro, ainda em inglês, à muitos anos. Por isso não há o fator novidade, mas como não deixa de ser um livro da Julia Quinn e da minha família preferida, vale sempre a pena recordar.

 

Este é o segundo livro dos Bridgertons, o do Anthony, o irmão mais velho e o que foi mais afetado pela morte do pai (ao ponto de acreditar que vai ter o mesmo destino). Assim decide que quer casar com uma mulher bonita, mas por quem não corra o risco de se apaixonar. A escolha recai sobre Edwina, a bela da temporada, mas os planos de Anthony complicam-se quando para conquistar a moça vai ter de também conquistar a sua irritante irmã mais velha, Kate.

 

Para a maioria dos fãs da série este é um dos preferidos. Apesar de gostar, a Kate e o Anthony não são o meu casal preferido da série, ficariam por um honroso quarto ou quinto lugar, apesar de gostar da história deles e de me divertir muito com as suas discussões, senti sempre que faltava qualquer coisa, talvez por o livro ser muito previsível e com menos suspense e reviravoltas dramáticas que os que gosto mais. Este livro acaba por ter algumas cenas clássicas da série que por vezes são mencionadas noutros livros, como o jogo em que os Bridgertons se transformam de uma familia amigável em terriveis bestas com muito mau perder ou alguns episódios do Newton (o cão da Kate).

 

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publicado às 20:26

Sedução de Seda (The Dressmakers, #1)

Marcelline Noirot é um modista que tem um atelier de costura em conjunto com as suas irmãs. Apesar de já ter algumas clientes de prestigio, Marcelline ambiciona conseguir a noiva do duque de Clevedon. Vindas de uma família nobre, mas pouco ortodoxa e pobre, Marcelline usa os seus dons genéticos para mentir e criar planos, para conseguir convencer o duque que deve de vestir a sua noiva, indo a Paris ao seu encontro, onde desfila várias das suas criações e lhe prova que a roupa certa pode transformar uma dama na senhora que todos os homens da sala querem despir, ou fazer que passe completamente despercebida. Mas as coisas saem do controlo quando o duque se sente mais atraído por ela do que pela sua noiva.

 

O inicio da história é ligeiramente aborrecido: confesso que a parte de Paris me aborreceu, porque a Marcelline sozinha não passava de uma personagem gananciosa a usar um esquema irreal para conquistar uma nova cliente (ela devia de ir direta à noiva e não convencer o noivo, não faz grande sentido para mim). Mas, quando a ação se muda para Londres e aparecem as duas irmãs de Marcelline, a filha e a noiva, a ação ganhou um novo fôlego: as três irmãs juntas são matreiras e divertidas e a filha de Marcelline não lhes fica atrás. Também gostei da noiva, Clara Fairfax, e tive grande parte do livro com pena de o duque a ir trocar pela Marcelline, porque a Clara passa de filha dominada pela mãe a mulher independente que aprendeu a lutar pelo que realmente quer e eu valorizei o percurso dela.

 

Resumindo, os protagonistas em si, não eram nada de especial e sozinhos pareciam não ter grande história para contar, mas as personagens que estavam a sua volta eram deliciosas e tornaram a história agradável e divertida (e livrou o livro de ser largado a meio ou de ter uma nota negativa.

 

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publicado às 16:23



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