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Gosto sempre de ir experimentado séries de fantasia diferentes, na esperança de encontrar alguma que me cative. Ultimamente não me tem corrido muito bem e confesso que depois de em Julho ter lido um livro da Juliet Marillier e outro da Sandra Carvalho, andava com a expectativas altas nas Crónicas do Mundo Emerso, que tinham boa criticas e muitos fãs, mas a verdade é q o livro me desiludiu bastante.

 

O Mundo Emerso é um reino ficcional que está em guerra, onde os povos livres lutam contra o Tirano. Nihal é uma criança no inicio da história, que sempre foi rebelde, traquina e com alma e guerreira. Mas tudo muda quando a sua terra natal é atacada pelo Tirano e o seu pai morre. Nihal acaba por ser tomada por um desejo de vingança que irá consumi-la e descobrir que as suas origens não são as que julgava.

 

O livro até está bem escrito e a história bem pensada. Tem alguma reviravoltas, muito drama e Nihal é uma protagonista que eu tinha tudo para gostar, mas não gosto. Achei-a infantil, caprichosa e demasiado egoísta (embora já tenha lido algures que nos outros livros ela deixa de o ser). Há história faltou algo que me prendesse e não senti empatia com nenhuma das personagens. Por enquanto vou deixar o resto destas crónicas pelo caminho.        

 

 

 

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publicado às 18:54

Bons Augúrios

15.07.14

 

Um livro do fim do mundo visto de uma forma cómica tinha tudo para dar certo. E deu, para ai até ao dia do fim do mundo em si. Fiquei fã da escrita de Neil Gaiman quando li os Filhos de Anansi. A maneira original como ele consegue cativar uma história com retratos caricatos é única. Não conheço Terry Pratchet.

 

Acompanhar a demanda de um demónio e de um anjo que apesar de serem rivais sao amigos, e que quase são mais humanos que imortais para evitar que o fim do mundo aconteça é interessante. Ver episódios conhecidos da igreja católica, nomeadamente sobre a criação e o apocalipse reescritos de uma maneira mordaz, em que acabamos por simpatizar com a serpente que expulsou Adão e Eva do paraíso, em que os quatro cavaleiros do apocalipse afinal são motoqueiros e que as freiras afinal para além de tagarelas podem ser satânicas. E claro, tudo o que podia correr mal sobre o fim do mundo, corre, e o Anti Cristo, o filho do demónio, afinal não é mau.

 

O livro tinha tudo para dar certo, mas no fim não dá. Li so primeiros capitulos a bom ritmo e bastante cativada, mas nos ultimos o processo inverteu-se e dei por mim desinteressada e a ler na diagonal. Um bom caso de um livro que tinha tudo para dar certo, mas não deu.

 

 

 

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publicado às 20:24

A Voz

10.07.14

 

 

Ai Juliet, só tu para torceres o meu coração aos bocadinhos e arranjares livros para me deixarem tão viciada que não consigo para enquanto não os tiver lido de fio a pavio. A Voz é o livro final da trilogia Shadowfell. Ou seja o livro onde vai haver o auge que é, a revolta dos rebeldes contra a tirania do rei Keldec. Confesso que um livro que parecia ser o epicentro de tudo é na sua maioria até quase ao dia do Solstício de Verão bastante calmo. Nessa fase não tem cenas tão chocantes como os anteriores. É claro que há sempre situações de partir o coração, mas confesso que estava a espera de pior, no sentido, mais violência.

 

Aliás, olhando para o tamanho do livro quase dá que pensar em como tão poucas páginas Neryn tem de visitar dois Guardiães e ir para a Fortaleza de Verão. É claro que não vai ser bem assim. Juliet mais uma vez troca-nos as voltas, e sobretudo mete a Neryn e o Flint no mesmo espaço físico (que foi uma coisa que muito senti falta no livro anterior). Mas é melhor não começar aos pulinhos de alegria que eles mal que se vão ver e nada de situações românticas (acho que romance mesmo, só no ultimo capitulo). E claro que o que acontece ao Flint partiu-me o coração aos bocadinhos, mas pronto, nada a fazer. Por fim, o auge é o dia do Solstício de Verão, o grande dia. Não posso dizer como termina, mas no dia anterior e na manhã do próprio dia acho que estava tão ansiosa como a Neryn.

 

E pronto, leiam Juliet Marillier, a senhora tem realmente um dom para quem gosta de aventuras sobrenaturais, mas com um toque único e perfeito. E fico a aguardar pelo próximo livro da escritora, ansiosamente (talvez seja este aqui ). Ah e a capa da edição portuguesa é linda. Tenho gostado imenso das capas que a Planeta tem escolhido.

 

 

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publicado às 20:51

Sobre o suicidio

02.07.14

 

Ele ficará para sempre conhecido como o rapaz que se suicidou.

 

E nós ficaremos sempre com o peso na consciência por não termos feito tudo o que nos era possível para não o deixar chegar àquele extremo.

 

Será que...?

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publicado às 20:26

 

Já li este livro à algum tempo, mas só agora me apeteceu escrever uma opinião. Kendra é uma mulher que decidiu fugir da Austrália para Inglaterra de modo a poder começar de novo, embora os fantasmas ainda a persigam nos seus sonhos. Acaba por alugar uma um pequeno anexo de uma casa e conhece Kyle, Summer e Jaxon. Kyle é um pai destroçado e os filhos estão a ficar a deriva. A pouco e pouco Kendra vai-se infiltrando nas suas vidas e começa a curar os seus corações.

 

Pedaços de Ternura é uma história de redenção. Basicamente acompanhamos várias personagens com histórias de vida dramáticas e conhecemos como conseguiram ultrapassar esses dramas ou acompanhamos esse processo. Kendra é uma personagem cativante que se acaba por se apaixonar por Summer e Jaxon (e não, não vai fazer par romântico com o pai deles, Kyle, e ainda bem, porque isso era muito previsível) e envolver-se no grande drama familiar que os envolve. Ao longo do livro também conhecemos a história da própria Kendra e o passado do qual nunca se conseguiu libertar.

 

Um livro cativante e dramatico, mas com um final de esperança (embora tenha ficado triste com um pormenor, mas pronto foi mais realista assim).

 

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publicado às 20:15



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