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Eu rebaptizaria este livro como "Verão Aborrecido", porque é basicamente a essência deste livro, se tirar-mos claro as descrições da paisagem e as descrições gastronómicas.

 

Lola Laforêt (que segundo ela própria tem nome de stripper) foi abandonada pelo marido de forma misteriosa. Apenas lhe restou dedicar-se ao hotel dos dois, o Hotel Riviera. Jack Farrar é um homem com tudo no sitio, que gosta de barcos e tchanan... temos um amor à primeira vista. Entretanto a policia aparece com novidades sobre o marido desaparecido e estes dois vão resolver o mistério sobre o que aconteceu a Patrick (o marido).

 

A história de amor destes dois é tão aborrecida/previsível/insonsa/chata. O mistério em volta de Patrick também não é nada que me cativasse, embora fosse (um pouquinho) mais interessante que a história de amor. Como disse, não fosse o livro ser localizado onde é, e seria uma completa perda de tempo. 

 

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publicado às 20:14

"Ou eu já li muitos livros de Lesley Pearse ou ela está a torna-se óbvia", foi o pensamento que tive a ler este livro. Mas já explico porquê. Vejam bem que me marcou tanto que já nem me lembro do nome da protagonista (e tive de o ir pesquisar)... 

 

Beth cresceu numa família de classe média, mas um dia a desgraça cai sobre eles e apenas fica ela, o irmão, Sam, e a irmã, Molly. Apesar de se conseguirem sustentar, Sam quer conhecer o mundo e Beth não quer ficar uma solteirona. Acabam por entregar a irmã mais nova a um casal de amigos que lhe vai dar possibilidades na vida que eles nunca conseguiriam dar e partem à aventura para América. Beth leva apenas uma mala cheia de sonhos e o seu violino, que lhe vai valer a alcunha de A Cigana.

 

Este livro é na base uma viagem pela América e Canadá. Beth e Sam acabam por formar um grupo com Theo e Jack (adivinhem, os dois apaixonados por ela) e onde se metem muitas aventuras e alhadas. Mas no fundo para mim este livro parece-me uma junção de outros que li da escritora: o facto de o homem com quem Beth fica no final aquilo ao inicio não dar nada e ser preciso baterem os dois com a cabeça para ficarem juntos, bem como as cabeçadas amorosas que Beth dá, fez-me lembrar És o Meu Destino; a viagem por meia América com prostitutas à mistura foi semelhante à de Sonhos Proibidos e de Segue o Coração. Ou seja, não houve nada que me surpreendesse verdadeiramente na história, nem que me prendesse.

 

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publicado às 21:50

Apesar de ter aqui artigo de opinião sobre o livro que antecede este (O Homem de Constantinopla) a opinião que tenho de ambos é bastante semelhante. Deste autor apenas tinha lido A Filha do Capitão e a sensação que qualquer um dos três livros me provocou foi a mesma: é interessante ás vezes, outras vezes aborrecido (principalmente quando se entra em pormenores muito técnicos) mas no final é agradável. 

 

Um Milionário em Lisboa trás-nos a segunda parte da vida de Kaloust Sarkasian (inspirado em Calouste Gulbenkian), agora já um homem rico e poderoso, que começa a adquirir uma bela colecção de obras de arte. Um outro personagem bastante presente é o seu filho, Krikor, que vai servir de base do que para mim foi o grande ponto forte deste livro: o genocídio arménio durante a 1ª Guerra Mundial. E por fim, outro ponto importante é porque o homem mais rico do mundo escolheu Lisboa para viver. 

 

A primeira parte do livro é sem dúvida para mim a mais interessante, visto que apesar de saber que existiu o genocídio arménio, pouco ou nada conhecia das suas causas e consequências (quase como que se depois do genocídio da 2ª Guerra Mundial todos os outros ficassem esquecidos). Depois, tudo o resto parece mais aborrecido. Kaloust, apesar de ser uma personalidade interessante e um homem de negócios brilhante, é muitas vezes arrogante e mesquinho, o que me faz ter ideia que devia de ser uma pessoa extremamente difícil de se conviver (quem conta as peças de fruta que encomendou, ou faz um escândalo por causa de um peixe trocado?). Krikor quase parece sumir da história e sem ser por menções ocasionais, a sua personagem cai na sombra depois de uma primeira parte tão intensa.

 

Ou seja, na essência, o livro parecia prometer muito, mas depois tornou-se monótono.

 

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publicado às 21:25

Posso começar já a dizer que foi um livro mau e que me senti enganada. Quem lê a sinopse acha que se vai deparar com uma história ao nível da série Revenge mas na realidade a vingança fica feita em 20 páginas (a protagonista passa mais tempo a sonhar com a vingança do que a fazê-la) e que depois ela se torna numa vigarista.

 

Mas vamos a história: Tracy Whitman é uma rapariga com um emprego estável, uma carreira de sucesso e um noivo rico. Tudo lhe corre bem. Até que um dia a mãe morre e em busca de ajustar contas com que lhe fez isso, Tracy acaba presa por um crime que não cometeu (cá entre nós ela só não cometeu uma parte, afinal foi ela que se colocou na boca do lobo numa atitude de grande ingenuidade). Abandonada por todos, Tracy jura vingar-se de quem a colocou na prisão e de quem a abandonou.

 

Dizer que se trata de um livro escrito em 1985 poderá atenuar a maneira como foi escrito (embora já tenha lido livros anteriores melhor escritos), mas a verdade é que é uma história que poderia ser interessante acaba por perder a noção da realidade. As cenas na prisão são fortes, mas a partir dai o livro descai. Como disse a vingança é feita de uma maneira rápida e irreal (como ir a uma loja de computadores nos anos 80 e conseguir entrar dentro de um sistema central de um banco) e o o que vem depois (que é mais de metade do livro) é simplesmente aborrecido e não propriamente coincidente com uma justiceira. Um livro que foi uma perda de tempo.

 

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publicado às 11:48

...

14.05.15

RIP. Até um dia meu amigo 

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publicado às 22:42

A luz das runas

08.05.15

Eu comecei a ler esta série por causa deste livro. Estava em promoção, tinha uma capa linda e um sinopse interessante. Ás vezes ouço que não se consegue comprar bons livros a preços baixos, mas este é claramente a prova que sim, há histórias fantásticas a preços baixos.

 

Passaram três anos desde o fim do primeiro livro, A Marca das Runas, e o Fim do Mundo sem a Ordem que ditava as regras é na realidade um lugar bem pior para se viver. Maggie Rede perdeu toda a sua família no últimos três anos e agora a sua única companhia são os livros deixados para trás e o sonho da Limpeza que virá com o Apocalipse. No outro lado, temos Maddie Smith de volta a casa, com os deuses atrás (e que lançam um pouco o caos por todo o lado). Loki voltou para a Colina do Cavalo Vermelho, após tentar, durante algum tempo viver com os outros (o que acabou com os outros deuses todos a persegui-lo (oh a surpresa!)) e entretêm-se a combater efémeros (seres estranhos e irreais) cada vez mais perigosos que vão saindo do brecha do Sonho deixada no último livro. Até que há uma nova profecia que diz que o apocalipse vai acontecer no Fim do Mundo dentro de 12 dias.

 

Na versão resumida deste livro posso dizer que o adorei. É como pegar no primeiro  livro e fazer uma versão bem melhorada dele. Maddie e Maggie (sim, durante os primeiros capítulos do livro confundia os nomes delas) têm 17 anos, logo toda a história acaba por ter uma perspectiva mais madura (no primeiro livro Maddie tinha 14 anos). Loki está igual a si mesmo, mas digo que neste livro ele se esmera (a cena da Rainha dos Porcos e companhia é simplesmente hilariante). Nos últimos anos têm havido imensas versões de Loki em literatura e no cinema, mas tenho de admitir que a desta série é sem dúvida a minha preferida. E não, ele não é bom, muito pelo contrário, apesar de ser bastante divertido, é um autentico mentiroso, trapaceiro e egoísta. Mas é impossível não gostar dele.

 

Há amor no livro, ao contrário do anterior, mas não é um amor verdadeiro ou explicito. É mais como uma parte da história necessária para tudo o resto. Por fim, a nota de personagem mais "estúpida que nem uma porta": Maggie. Aquela moça deixou-me com os cabelos em pé! Achava que era tão esperta e inteligente e foi tão enganada, teve tantas vezes a verdade à frente do nariz e insistia! Como diria a minha mãe, as mulheres apaixonadas são mesmo cegas. Mas dou-lhe o desconto de estar isolada, de ser um alvo carente de amor e fácil. A reviravolta que ela tem no final em que de repente já quer ajudar não foi muito credível, mas ela efectivamente tinha de ter algum papel positivo naquela confusão toda. Outro ponto que não gostei foi do facto da Maddie em certa altura do livro praticamente desaparecer da história. Devia de lhe ter sido dado mais protagonismo, par a par com a Maggie e o Loki.

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publicado às 21:37

A chave da luz

08.05.15

 

Lá porque o titulo deste livro tem luz, não me senti lá muito iluminada a lê-lo. É um romance da Nora Roberts igual a tantos outros, mas com um toque de sobrenatural e uma saga em busca de chaves.

 

Malory, Dana e Zoe não se conheciam até que foram destinas a encontrar as três chaves que libertam três semi deusas aprisionadas. Este é o livro de Malory, a primeira a ter de encontrar a chave, embora também haja algum protagonismo para as outras duas personagens. A história até poderia ter uma linha interessante, mas acaba por cair no cliché da Nora: conhecem-se, fazem sexo, apaixonam-se e passado um mês já só pensam em casamento. Eu gosto de romances que tenham mais sentido, em que pelo menos eles se conheçam minimamente (ou embirrem bastante minimamente) antes de declararem que querem casar e ter filhos. A parte da fantasia do livro despertava a minha atenção lá de vez em quando (na parte em que vão encontrando os quadros, ou quando Kane começa a entrar nos sonhos de Malory, ...) mas passado umas páginas essa faísca de interesse desaparecia.

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publicado às 21:26



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