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A ilha do medo

27.01.16

 

Este livro deixou-me num mix de sentimentos. Apesar de não fazer do meu género literário favorito, costumo ler estes livros de forma constante e compulsiva porque há sempre um mistério por resolver, uma pista para seguir, qualquer coisa que não faz sentido e que mantêm o interesse, mas posso dizer que na Ilha do medo passei o livro todo à espera que acontecesse a grande reviravolta que me deixasse de "queixo caído" e que lhe daria um novo fôlego, mas isso nunca aconteceu.

 

Jonh Corey é um ex detective de homicídios que foi ferido. Encontrando-se em repouso em Long Island na casa de um tio, acaba por se envolver na investigação do homicídio de dois amigos, os Gordons, um casal de cientistas que trabalhava na misteriosa Plum Island (local que é real, pertencente ao governo americano e de acesso restrito, que oficialmente investiga doenças animais, mas tem a reputação de também trabalhar com armas biológicas).

 

Na introdução o autor avisa que Jonh Corey é um protagonista machista e sarcástico e que ao fim do primeiro capitulo já sabemos se o amamos ou odiamos, o que é verdade, mas também tenho a dizer que se não fosse esta personagem eu teria morrido de tédio a ler este livro. É claro que na vida real teria odiado conviver com um homem assim, ele tem quase tudo o que detesto numa pessoa real, mas é que em comparação com as outras personagens da história, estas parecem forçadas e pouco reais. Quanto a quem cometeu o homicídio e porquê, quem está à espera de terroristas e armas biológicas e ficar a conhecer a misteriosa Plum Island, desengane-se e vá ler outro livro (ia morrendo de tédio durante a visita à ilha). Para mim pareceu-me um mistério pouco plausível, sobretudo por ser tão fora do que a contracapa parece prometer, apesar de ser interessante.

 

Um livro bom para quem gosta de um protagonista sarcástico de cabeça dura e mistérios qb. Podia ter tido metade do tamanho que não se perdia nada, tinha algumas páginas literalmente "a encher chouriços".

Isto é o mundo moderno, cheio de horrores inimagináveis, de pesadelos químicos, biológicos e nucleares, à espera de voltarem a pôr a tela em branco para a próxima espécie evoluir.

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publicado às 20:34

Emerald Green

15.01.16

 

Já há algum tempo que não lia um livro em inglês, mas por força da curiosidade de saber como acaba uma trilogia que foi deixada a meio pelos editores portugueses aconteceu desta vez. Eu desenrasco-me a ler em inglês mas normalmente sinto que me escapam certos pormenores porque por vezes algumas palavras que não consigo traduzir no contexto correcto e com este livro aconteceu isso um pouco. 

 

Neste "Verde Esmeralda" temos Gwen com o coração partido depois do final do livro anterior ter descoberto uma coisinha sobre Gideon, o seu amor/ódio de estimação. Ao mesmo tempo à novos desenvolvimentos sobre qual é o verdadeiro objectivo do Conde Saint Germain e sobre o que acontece quando o ciclo dos doze se fechar.

 

O livro não tem o ritmo rápido que seria de se esperar de um livro final (em que normalmente acontece tanta coisa ao mesmo tempo ao tentar fechar todas as pontas soltas), tanto que me lembro de estar na página 250, quase no fim do livro e pensar que tinha de acontecer breve muito coisa para se desembrulhar tudo. A atitude de Gwen de rapidamente querer perdoar Gideon perturbou-me um bocadinho, mas também se sabe que algumas pessoas apaixonadas facilmente perdoam o imperdoável muito facilmente para voltar a sentir toda aqueles "oh...hmm...mais". 

 

Os momentos finais são intensos, com algumas surpresas, outras coisas que não foram tão surpresa, mas no geral fiquei satisfeita com o rumo final, que foi o previsível (bons vencem, maus derrotados). Gostei da parte em que a Charlotte perdeu a compostura, das tramóias que a Gwen, os irmãos, o mordomo e mais uns quantos fizeram para que a Charlotte e a mãe não descobrissem alguns segredos, do final que o James teve e de muitas outras coisas. Vou ter saudades das personagens e da história, acho que fiquei em ponto de ressaca literária: tenho pena do próximo livro que ler, pois é muito pouco provável que me cative depois de tudo isto.

 

O filme deste livro sai este ano, lá para o Verão, mas não chegará a Portugal, portanto só procurando na Internet e de preferência com legendas em inglês (receio que não me dê bem com o alemão).

 

Na conclusão da trilogia, gostei de todos os livros, da história, da protagonista Gwen (embora o seu par Gideon tivesse uns ataques de parvoíce aguda) e de muitas das personagens secundárias. É uma história simples e fofinha, com a parte fantástica das viagens no tempo, algum mistério e umas quantas reviravoltas. E quero muito ler mais desta escritora.

 

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publicado às 20:24

Safira

08.01.16

 

 

Que saudades que eu tinha das personagens desta trilogia, foi tão bom, mas tão bom reencontrar a Gwen, a Lesley, o Gideon, o James e conhecer mais umas quantas (como uma gárgula que quer um gato!). Esta trilogia é realmente adorável (para mais informações consultar o primeiro livro, Rubi).

 

Gwen faz parte de uma família em que alguns ao longo dos séculos têm tido o poder de viajar no tempo e embora toda a sua família tenha sempre pensado que a escolhida seria a Charlotte, a sua prima, afinal descobriu-se que era a Gwen a portadora do gene que permite o transporte no tempo e é uma situação para a qual não está preparada (ao contrário da prima que teve anos de preparação). Ao mesmo tempo que tem uma relação de amor/ódio com o seu companheiro de viagens, Gideon, Gwen vai percebendo que nem tudo o que parece é e que o misterioso Conde de Saint Germain pode ter estado sempre a mentir.

 

A história é fofa, divertida e leve. Gwen é muito trapalhona, mas é impossível não adorar as suas opiniões sobre as mais diversas situações. Gideon continua a ter uma espécie de dupla personalidade.

 

Como o primeiro este livro também já tem a sua versão em filme (originalmente alemã) e deram um penteado muito melhor ao protagonista do que o que ele tinha no primeiro filme. A actriz que faz de Gwen é tal e qual como tinha imaginado a personagem.

 

E pronto, não posso dizer muito mais, senão a quantidade de spoilers seria impressionante. Uma pena que a editora suspendeu a publicação desta trilogia a meio, existindo apenas em português o primeiro e o segundo volume (Shame on you!), portanto tive de arranjar o terceiro livro em inglês e estou ansiosa por descobrir tudo o que o Conde esconde e se o Gideon e a Gwen vão-se finalmente entender.

 

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publicado às 20:33

 

Nenhum dos autores do grupo dos que fizeram este livro é dos meus preferidos. Alguns não lhes conheço a obra, outros tem livros agradáveis, mas não ao ponto de serem os meu preferidos. Considero Sintra uma zona muito bonita do nosso país, mas não tem em mim o fascínio que lhe é conhecido em muitas pessoas, portanto talvez me tenha faltado essa paixão a ler este livro.

 

Gonçalo é um historiador que tem um fascínio pelo Palácio da Vila em Sintra (tal como a maioria das personagens do livro). Um dia, algo de estranho lhe acontece e acorda preso numa estranha sala apenas com uma misteriosa chave. Esta chave irá ser central em toda a trama, pois por ela muitos estão dispostos a matar e vamos acompanhando a história de várias personagens ligadas ao Gonçalo e à chave à medida que os mistérios são desvendados.

 

A história tem a sua dose de mistérios, personagens e estilos literários e é interessante observar essas alterações no decorrer da leitura, pois é uma história coerente e em que nenhum ponto se perde nas transições. Não foi um livro que me fascinou, embora tenha sido uma leitura agradável e sem dúvida um projecto interessante. Não se tratando de todo do meu género literário favorito (embora tenha apreciado a parte com factos históricos) era pouco provável que fosse um livro que adorasse.

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publicado às 17:51



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