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Os Muitos Nomes do Amor

Neste livro é nos apresentada a história de Smitty, uma mulher negra que foi adotada por pais brancos. Apesar de ter sido criada cheia de amor e carinho, a vida de Smitty não deixou de ter de lidar com o racismo dentro da própria família e a relação complexa com a mãe. Smitty sempre quis descobrir quem eram os seus pais biológicos e porque foi abandonada e só não o fez ainda devido ao pânico que a mãe adotiva sente de que ela a troque pela família biológica. Mas a vida surpreende-a quando se depara sem querer com a descoberta da sua verdadeira história. Esta sinopse parece-me mais verdadeira que a oficial, que sub entende que Smitty procura os pais, mas ela não procura, apesar de pensar muito nisso.

 

Foi me fácil sentir empatia com a Clemency (Smitty para os amigos) e com os dramas que a rodeiam: a familia biológica, a relação com a mãe, a prima obsessiva, o fim de uma relação e uma mudança de vida. Claro que estes dramas atraem novos dramas, mas isso seria revelar demasiado da história. Coisas que não gostei: tive alguma dificuldade em compreender o motivo que levou a Smitty a terminar a relação, honestamente acho que foi totalmente excessivo e passei todo o livro a fazer figas para que se entendessem de novo, há flashbacks da relação e é simplesmente adorável, mas há um triângulo amoroso portanto não digo para onde pende o resultado. Há ainda a história que é logo apresentada no primeiro capitulo que me deixou sem saber o que pensar: se por um lado percebo porque ela o faz outro lado meu não consegue perceber porque o faz por uma desconhecida que contribuiu muito para que a Smitty fosse abandonada em bebé. 

 

É um livro de temas fortes, princípios e fins, muito drama, mas escrito de forma intensa como a autora já tinha habituado noutras obras. O titulo não me faz muito sentido, mas já sabe o drama das traduções de títulos.

That Girl From Nowhere

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publicado às 20:05

Num Breve Fechar de Olhos

Eu não gosto de livros sobre raptos no geral e então quando é raptos de crianças o meu instinto de futura mãe super protetora e obsessiva fica completamente alerta! Por outro lado, acabo por ler de forma meio compulsiva este género de livros porque quero muito saber como acaba a história e se a criança e a mãe vão ficar bem.

 

Emma perde o filho um dia no comboio. Mãe solteira e exausta acaba por cometer vários erros que culminam com o desaparecimento do filho. A policia investiga mas começa a duvidar dela, da sua história e se o filho existiu mesmo.

 

Ora bem, há aqui temas importantes: mãe solteira dependente da ajuda do estado; depressão pós parto; a ineficácia da policia. Mas também tem alguns pontos um pouco estranhos: porque é que Emma deixa não uma, não duas, mas três vezes o filho sozinho com uma pessoa que acabou de conhecer e aquela parte em França, principalmente na fase em que ninguém acredita nela. A escrita não é nada de especial, mas tal como disse eu não consigo apreciar convenientemente a escrita de um livro deste género porque entro num estado de paranoia meio psicótico. 

 

Se recomendo? Não sei bem, tem temas importantes, mas também não é um livro brilhante e sobre o assunto penso que existem alguns melhores.

 

The Stranger on the Train Dziecko Emmy

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publicado às 23:42

Os Bridgerton Felizes Para Sempre (Bridgertons, #1.5-8.5; 9.5)

A melhor maneira de terminar um bela coletânea de livros é com um livro que tem um pouco de todos os livros e ainda um pouco mais sobre a matriarca da família que me trouxe tão bons momentos. Após oito livros de romance, companheirismo entre irmãos e muita gargalhada, este felizes para sempre trás um segundo epilogo para cada um dos livros. Se nalguns resolve questões que ficaram pendentes, noutros conta-nos o felizes para sempre de personagens de outros livros e mesmo os livros que não foram os melhores tiveram epilogos interessantes (e num caso quase melhor que o livro). Não há muito a dizer, quem é fã da série vai adorar e ficar com uma ponta de nostalgia, porque desta vez é que acabou mesmo (embora a nova série da Julia Quinn seja sobre as irmãs do Edmund, o pai falecido desta prole, ansiosa!).

The Bridgertons: Happily Ever After (Bridgertons, #1.5-8.5; 9.5) The Bridgertons: Happily Ever After (Bridgertons, #9)

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publicado às 20:16

About Britney

06.01.17

Eu cresci com a Britney Spears. Dei os primeiros passos na adolescência ao som dos seus álbuns. Com o passar do tempo acabei por desligar da artista, até que à umas semanas andava eu a ouvir músicas aleatórias até que ouvi uma música que era doce (o ritmo e o refrão, na altura não prestei muita atenção à letra). E fiquei muito surpreendida por ser da Britney Spears. Acreditei piamente que se tratava de uma música dos primeiros álbuns dela, toldados por sons mais inocente e românticos.

    

Curiosa decidi ir ver o videoclip da música e ver a letra, a letra era mais carnal do que pensava, mas sem aquele tom de "Britney Bitch" como ela própria cantava nas suas músicas mais recentes, o videoclip era na linha do costume, ela meio despida mas com o bónus de também haver uns moços bem jeitosos (há que alegrar a vista). Descobri também que a música era recente, do novo álbum dela. Acho que não ouvia uma música neste género desta artista, desde Everytime, que surgiu há uns bons 15 anos.

 

Tudo isto para dizer o quê: fui ouvir uma lista com várias músicas dela e é notável apreciar a mudança da doce menina que fazia coreografias de grupo nos videoclips para a artista que dizem ter traído o namorado (Justin Timberlake, à data), que dá um beijo na boca a Madonna e lança músicas cada vez mais provocantes à medida que ela vai ficando com cada vez menos roupa nos videoclips. Que é um passo normal da vida das mulheres este passo de perderem a inocência e acabarem por se tornar em algo novo e diferente, sendo claro que a pessoas famosas tem toda uma escala diferente.

Confesso que não gosto da Britney de agora, enquanto artista, as músicas dela perderam o encanto e penso que a carreira dela passou aquela linha ténue em que uma mulher tem classe e é sensual. 

 

 

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publicado às 21:01



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