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As Promessas da Noite

Aqui a chica esperta comprou um livro sem saber que fazia parte de uma triologia e que ainda por cima era o último. Ainda pensei em comprar os outros antes de ler este, mas como o género me deixava um pouco insegura, decidi arriscar e apanhar literalmente, a história a meio. Não funcionou bem, mas não pela história estar a meio, achei as personagens, o romance e tudo mais fraquinho.

 

Beth é uma moça que trabalha em arte e que se envolveu na aquisição de um quadro para um milionário russo. Entretanto apaixonou-se por alguém que trabalhava para o Andrei (o milionário russo), que se chama Dominic, mas que agora é inimigo mortal do Andrei. Há que dizer que os dois lhe querem "saltar para as cuecas", mas parece que ela gosta mesmo é do Dominic, que no inicio deste livro está chateado com ela, porque ela foi drogada por uma Anna (a má da fita boazona) e teve sexo nas catacumbas com um dos dois, mas não sabe qual.

 

Como disse, o apanhar a história a meio não foi problema, porque há bastantes referências aos livros anteriores e o enredo é bastante simples, um triangulo amoroso com sadomasoquismo, com arte falsificada pelo meio, chantagem e tau tau. A Beth pareceu-me um pouco tontinha confesso, senti que ela estava sempre a andar em círculos. O Dominic pareceu-me um pouco desligado da relação com a Beth (entretanto fazem as pazes) e honestamente não o achei lá muito apaixonado - aquela parte em que ele consegue ir para a cama com a Rosa, mas não com a Beth perturbou-me um bocado, não pelo uso de alter-egos durante o sexo, mas porque ele ainda não tinha perdoado realmente a Beth e usou a Rosa para desvirtuar isso. O Andrei é maluco de todo, um homem habituado a ter tudo o que quer por todos os meios, embora me tenha parecido um pouco melhor que o Dominic em nível de paixão, confesso que acho que a Beth devia de ter mandado os dois passear e ir para as Maldivas onde conhecia um massagista jeitoso. Teria sido um final muito mais engraçado.

 

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publicado às 04:31

Uma Rapariga dos Anos 20

Nunca li um livro da Sophie Kinsella. Conheço a sua obra Louca por Compras de nome, sei que até deu um filme, do qual vi um bocado, mas sei que não me prendeu. A história de uma moça assombrada por uma tia avô que vem em forma de rapariga dos anos vinte pareceu-me interessante e diferente do que tenho lido dos últimos tempos.

 

Lara está com vários problemas: o namorado deixo-a sem grande explicação, a melhor amiga decidiu ficar longe depois de ter encontrado o amor da sua vida, o que a deixou sozinha a lidar com uma empresa de recursos humanos de executivos da qual ela não percebe nada. Até que a tia avô Sadie que ela nunca conheceu morre e durante o funeral, o seu fantasma decide assombrar Lara para conseguir encontrar um misterioso colar desaparecido.

 

Para começar, a Lara deu cabo dos meus nervos. Sim, ela está a passar por uma situação difícil, mas detesto personagens stalker que andam a perseguir os ex-namorados e ainda metem tias fantasmas a segredar coisas ao ouvido do ex-namorado para ele voltar para ela (sim, ela é desesperada a esse nível!). A Sadie, ao inicio, não é melhor. Faz birras a toda a hora e dá cabo de tudo se a Lara não lhe fizer as vontades todas. Tenho de dizer que os primeiros dois terços do livro não foram nada fáceis e estive quase para o largar. Mas depois as coisas começam a compor-se. Lara percebe que ser stalker é parvo, que a melhor amiga não merece a sua lealdade e desenvolve uma amizade engraçada com Sadie que também se torna menos mimada. O passado oculto de Sadie e o seu final foram as coisas mais interessantes do livro, bem como o segredo do tio Bill.

 

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publicado às 13:22

Refúgio

29.08.17

Refúgio

Esta é a história de uma ilha chamada Refúgio, de onde uma fotografa de renome, Jo Ellen fugiu á muito tempo. Perseguida pelo passado do desaparecimento da mãe e de uma relação complicada com o pai, Jo Ellen decide voltar para casa quando começa a receber estranhas fotos dela própria e da sua mãe desaparecida. Mas quem anda atrás dela, vai com ela para Refúgio.

 

Este livro é extremamente aborrecido. Tanto a Jo Ellen como os irmãos são uns paozinho sem sal de apenas uma dimensão. O misterioso desaparecimento da mãe e o serial killer à solta também não foram suficientes para conseguir continuar a ler. O par romântico da Jo Ellen é irritante. Acabei por o abandonar ao fim de pouco mais de cem páginas.

 

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publicado às 13:16

Rainha vermelha

12.08.17

A Rainha Vermelha (A Rainha Vermelha, #1)

Numa sociedade em que a cor do sangue vale tudo, neste livro é nos apresentado a história de um mundo onde vivem vermelhos e prateados. Os vermelhos são os escravos enquanto que os prateados que têm poderes especiais são os seus carrascos. Mare é uma ladra vermelha que cresceu numa família pobre e que sabe que quando fizer 18 anos irá para a guerra. Mas uma volta do destino faz com que algo aconteça: Mare é vermelha, mas tem poderes de prateados e num acidente, acaba por revelar isso ao mundo. As consequências: para abafar o escândalo, fazem-na passar por prateada e fica noiva de um príncipe.

 

Confesso que toda a coisa de ficar noiva de um príncipe porque é uma ameaça, mas querem usá-la para apaziguar os vermelhos é uma coisa que não me assiste muito bem. Deve de ser um estratégia muito à frente, pois diria que com a personalidade daquela família real transformavam na num robô que controlavam a mente ou matavam na para não ser uma ameaça.Tirando isso, este é um mundo utópico com injustiças e grandes diferenças sociais que Mare acaba por contar muito bem dos dois lados da moeda. Ela é ingénua e como ela própria diz quase no final do livro, tudo aquilo estava destinado a tragédia. 

 

No mundo prateado os dois aliados improváveis de Mare acabam por ser os príncipes: Cal, aquele pelo qual se sente realmente atraída, mas que é uma máquina assassina prateada e Maven, o seu noivo, que partilha as mesmas crenças que ela e acaba por ser o seu melhor amigo. Houve uma altura do livro que para mim não fazia sentido ela ficar com nenhum.

 

A reviravolta que acontece no livro não me surpreendeu de todo: estava à espera de algo parecido desde o primeiro instante. O mau da fita era demasiado perfeito e eu desconfio sempre de pessoas demasiado perfeitas e custa-me acreditar como Mare acreditou que o amor lhe valeria a revolução, é demasiado ingénuo da parte dela.

 

A parte final do livro é intensa, e por ela subo a escala do livro para 3,5 estrelas, dai dar 4 em vez de 3. Tenciono ler os próximos entretanto, fiquei curiosa com o que vem a seguir e apesar de alguns pontos, gostei do livro, está bem escrito e tem uma boa história para contar. Curiosa para ver a adaptação cinematográfica que vai dar.

 

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publicado às 09:33

O Covil dos Lobos (Blackthorn & Grim, #3)

Na continuação desta história que já vem daqui e daqui, encontramos de novo Blackthro e Grim na sua quinta, à espera de novas aventuras e pedidos de ajuda. Desta vez entram também a voz de Cara, a filha do proprietário de Vale de Lobos, que gosta mais de falar com pássaros do que com pessoas, e a voz de Bardan, um homem que foi "raptado" pelos Encantados e ficou doido, mas é o único que sabe construir uma Casa da Madeira de Dentro, algo que o pai de Cara quer muito. Balckthorm cruza-se com Cara e Grim com Bardan, mas ao mesmo tempo a vingança contra Mathuin ganha novos contornos.

 

Um livro que não me surpreendeu muito, mas que atou todas as pontas soltas e deu o final desejado e óbvio. Ninguém escreve tão bem este género de histórias como a Juliet e embora a Blackthorn e o Grim não sejam as minhas personagens favoritas, gostei desta mudança no estilo dos protagonistas em relação às outras séries da autora. Apenas gostava que me tivesse conseguido surpreender mais. A história da Cara é gira, mas mais uma vez óbvia, gostava de saber mais sobre o que veio a seguir: a relação dela com aqueles dois homens e para como foi a sua adaptação à sua nova vida.

 

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publicado às 09:20

Acidente

02.08.17

Acidente

No inicio conhecemos a vida perfeita de Page: o marido perfeito, a filha linda, o filho amoroso e a sua dedicação de ser mãe e de pintar paredes para a escola dos filhos. Tudo é brilhante e maravilhoso. Até que um dia há um acidente e afinal o marido é ausente, a filha luta pela vida, o filho ressente-se e a própria Page já não sabe quem é nem o que sente.

 

O inicio é irritante, estive quase para larga o livro ao fim de umas páginas lidas, lá está, era tudo perfeito. Até que uma mentira de Allyson se acaba por transformar num acidente em que morre um jovem, a própria Allyson fica entre a vida e morte e a melhor amiga Chloe fica fisicamente afetada. E ai o livro torna-se real: fala da dor de uma mãe, da ausência de um pai mais preocupado com a amante, da tristeza de um filho que vê o seu mundo ruir. Há momentos críticos, momentos em que se perde a esperança, mas também há bons momentos. Acho que acaba por ser um livro bom por falar de temas importantes: o alcoolismo, os danos colaterais de um ato irresponsável, o fim de um casamento e a luta pela vida. Acabei por gostar bastante do livro.

 

Accidente

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publicado às 21:28



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