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A Arte Perdida de Guardar Segredos

Na capa deste livro dizia que os fãs de Jane Austen iriam adorar. Eu já li algumas obras de Jane Austen e apesar de não ser fã, gostei dos livros dela no geral. Apesar disso, não percebi a semelhança entre umas obras e outras e na realidade penso que gostei mais dos livros de Jane Austen do que deste aqui, pois provocou-se demasiados sentimento ambíguos.

 

Penélope é uma jovem inglesa dos anos 50. Filha de uma mãe de uma beleza lendária e tendo como casa um mausoléu que está em grave estado de decadência devido às dificuldades financeiras da sua família, Penélope acaba por ser uma filha da geração que quebra os laços com as velhas tradições inglesas. Numa viagem inesperada conhece Charlotte de quem fica amiga e através dela a sua excêntrica família: a tia Clare que viajou por meio mundo e está a escrever as suas memórias e o seu filho Henry.

 

Gostei da Penélope, a sério que gostei, é uma moça que sabe ser séria e divertida, responsável e apaixonada. Não gostei da fascinação dela pela perfeita Charlotte: Charlotte é muito mais bonita que eu, tem mais estilo, tudo lhe fica bem, sabe como estar em todas as situações, todos os homens olham para ela. Fiquei enjoada. E ainda mais enjoada quando conheci o Henry: o moço que tem um olho de cada cor, é mágico e não sabe o que quer da vida. Pede a Penélope que o ajude a fazer ciumes a uma ex namorada rica que está noiva de outro. E à conta disso vivem algumas aventuras. Eu até achava o Henry interessante como parte do bolo, mas quando percebi que a Penélope e ele iam ficar juntos, fiquei triste. Ele é tão pãozinho sem sal para ela e na realidade durante a história toda nunca senti que ele gostasse realmente dela, foi o namoro mais estranho!

 

A história teve no fim algumas surpresas tão óbvias que irritaram: com que fica a mãe da Penélope e qual a relação entre ela e a tia Clare. Ah e que afinal o Henry não é um cabeça no ar e estava verdadeiramente preocupado com a mãe. Mas no geral a história foi um pouco sofrível, um ritmo lento, faltava ali alguma chama, alguma coisa que me prendesse realmente. Leu-se bem, mas não tinha alma.

 

The Lost Art of Keeping Secrets L'amour comme par hasard

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publicado às 20:47




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