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Shame on me, visto que este foi o primeiro livro da Philippa Gregory que li. E não comecei logo pelos preferidos (A Rainha Branca ou Duas Irmãs, Um Rei), fui antes conhecer Anne Neville, uma personagem de que nunca tinha ouvido falar (e imaginem que ela foi rainha de Inglaterra). Mas voltemos a questão de eu nunca ter lido Philippa Gregory. Na verdade apesar de já ter ouvido muitos elogias à sua obra, os livros dela também têm a reputação de ser um pouco fantasiosos de mais e ignorando certos factos. E visto que as obras mais conhecidas dela se passam todas no tempo dos Tudor (e eu conheço bem esse período da historia inglesa) sempre achei que ia detestar os livros dela, ou no mínimo, ficar confusa. Mas então apareceu a Guerra das Rosas (período do qual pouco conheço) e uma promoção.

 

A filha do conspirador conta essencialmente a história de Anne Neville, filha do homem mais influente de Inglaterra (para além do rei) e acompanhamos a sua vida desde que conhece a então rainha (pouco desejada por esta família) Elizabeth Woodville até ao último suspiro de Anne. Ao longo das páginas vemos o seu pai passar de homem poderoso a traidor e a queda em desgraça da sua família. Por fim, ela e a irmã Elizabeth ficam sozinhas numa corte em que são consideradas as filhas do conspirador e em que tudo têm de fazer para mostrar que rejeitam o pai e são fieis à casa de York.

 

Anne é uma narradora com quem muito me identifiquei e a quantidade de reviravoltas que a vida dela dá é impressionante (a roda da fortuna gira e volta a girar). Apesar de tudo ela acaba por não se perder a ela mesma nem as suas crenças. Apesar de ter vivido rodeada de algumas das personagens mais icónicas da época, Anne é uma personagem de que não se sabe muito (por isso este é romance muito fantasioso), embora o que se sabe da vida dela esteja lá quase tudo. A inimizade dela e da irmã com a rainha Elizabeth Woodville também é bastante notória ao longo da história e penso que vai influenciar a minha leitura da Rainha Branca (em que a protagonista é Elizabeth Woodville, e segundo sei uma das personagens mais queridas desta saga da Guerra das Rosas).

 

Coisas que não gostei do livro: a tradução dos nomes para português e o facto de haver tantas personagens com o mesmo nome (sendo este um facto que é adjacente, visto que se baseia em factos reais, logo a autora não podia mudar-lhe os nomes). Fica a nota que à uma série na BBC baseada nesta saga da Guerra das Rosas chamada The White Queen.

 

Foi bom e quero ler mais desta autora.

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publicado às 21:53




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