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Eu li o famoso Código de DaVinci no seu auge, há uns 10 anos atrás e gostei bastante do livro. O único contra que encontrei na altura foi tratar-se de um livro que só tem piada a primeira vez que se lê: após saber os mistérios e todas as reviravoltas a história perde metade do seu encanto. Há muito que andava para ler o segundo livro mais conhecido de Dan Brown e finalmente consegui conhecer estes Anjos e Demónios.

 

O protagonista é mais uma vez Robert Langdom (apesar de este livro ser anterior ao Código de DaVinci) que desta vez é chamado para investigar o homicídio de um importante cientista do CERN, que foi encontrado morto em circunstancias misteriosas e com o símbolo dos Illuminati gravado no corpo, uma sociedade antiga formada por cientistas, que tem como arqui inimigo a Igreja Católica. Com a ajuda de Vittoria, a filha do cientista, Robert vai tentar impedir que uma sociedade renascida das cinzas destrua a cidade do Vaticano.

 

A base da história é interessante, tal como no seu homónimo, este livro tem muitas referências históricas, culturais e religiosas e opiniões bastante interessantes sobre o que separa a igreja da ciência, bem como do que têm em comum. Já em Roma, para mim a história perde o fôlego, e torna-se repetitiva (a correr de um lado para outro a tentar encontrar sinais e mais não posso dizer). No final, como o autor já nos habituou-o, há muitas reviravoltas, em que os maus se tornam bons e os bons maus (não estavam à espera que num livro de Dan Brown a igreja estivesse no grupo dos bons pois não?) e ai volta-se a recuperar o interesse. Na síntese deste livro, o inicio e o fim são interessantes, mas a história acaba por se perder sobre si mesma pelo meio.

 

(Há também um filme deste livro, que veio na onda do sucesso do Código de DaVinci, mas penso que depois deste não houve mais nenhum livro do autor adaptado ao cinema).


 

“Whether or not you believe in God, you must believe this: when we as a species abandon our trust in a power greater than us, we abandon our sense of accountability. Faiths… all faiths… are admonitions that there is something we cannot understand, something to which we are accountable. With faith we are accountable to each other, to ourselves, and to a higher truth. Religion is flawed, but only because man is flawed. The church consists of a brotherhood of imperfect, simple souls wanting only to be a voice of compassion in a world spinning out of control.”

 

“Faith is universal. Our specific methods for understanding it are arbitrary. Some of us pray to Jesus, some of us go to Mecca, some of us study subatomic particles. In the end we are all just searching for truth, that which is greater than ourselves.”

 

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publicado às 19:56




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