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Pela quantidade de opiniões de livros que já aqui publiquei dá para perceber que admiro o trabalho de Sandra Carvalho. A escrita dela é leve, sem demasiadas descrições, cheia de reviravoltas e momentos "de onde é que isto apareceu". E sobretudo, os livros dela têm a capacidade de me envolver e de me fazer ler sem parar, como poucos conseguiram. Confesso que quando ela acabou a Saga das Pedras Mágicas (em 2013, acho) pensava que ia estar um bom tempo sem ver nenhum livro dela. Afinal, depois de um Saga de oito livros pode não ser fácil começar do zero. Mas eis que um dia entro no meu email e me apercebo que uma das novidades literárias do mês era um livro novo desta.

 

Quando li a sinopse fiquei apreensiva. Apesar de adorar história e claro romances históricos das mais diversas épocas, os descobrimentos não são o momento da história que mais me cativa (apesar de ter sido um dos melhores momentos de Portugal). Na escola sempre me enfadava com esta matéria. No livro a história é centrada em Leonor e Constance (filha e mãe) que vivem em Águas Santas, um lugar que é mais que uma floresta bonita com águas abençoadas. Constance guarda o segredo da filha não ser do marido, mas do seu grande amor, um pirata conhecido como o Açor. Quando Leonor chega a idade de casar, a desgraça cai sobre Águas Santas, pois Tomás Rebelo, um homem poderoso cobiça ficar com a propriedade. Além da trama central é nos apresentado várias referências históricas tanto a nível dos descobrimentos como da situação politica portuguesa.

 

Ao inicio custou-me a habituar-me. Acho que teria sentido uma empatia mais imediata se o livro fosse apenas na perspectiva de Leonor e narrado na primeira pessoa, porque durante dois terços do livro não sentia grande ligação com ela, apesar de demonstrar ser corajosa e bem formada. Apenas a partir do momento em que ela deixa Águas Santas senti finalmente uma ligação com a personagem, que pode estar relacionada com o facto de ela também entrar em grandes mudanças a partir dai. E também penso que foi a partir daqui que a história realmente me cativou (o meu primeiro momento wtf foi na página 174).

 

Claro que o final foi cheio de reviravoltas e daquele género de nos deixar a salivar pelo próximo livro, mas isso é algo a que a autora já nos habitou.

 

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publicado às 19:13




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