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The crown

09.09.16

The Crown (The Selection, #5)

Bem, digamos que o final da herdeira me deixou de pulga atrás na orelha e quis saber como acabava, apesar de como já disse achar o livro inferior aos três primeiros da trilogia original. 

 

Situando a história, nos três primeiros livros conhecemos a história de Maxon e America num universo distópico. No livro anterior conhecemos a filha deles que têm o seu próprio processo de seleção para encontrar um noivo. Imaginem um reallity show. Mas ela é uma personagem fria, egoísta e muito virada para ela própria, o que faz com que o povo do país dela seja um pouco contra o facto de ela ser herdeira do trono (com razão, eu também não a queria como rainha). 

 

Verdade seja dita este livro é uma seca. Eadlyn melhora um pouco a sua personalidade mas continua a ser uma personagem pouco cativante. Acontece um ou outro drama mas nada que me prendesse a atenção. O moço com quem ela fica era por quem eu estava a torcer, mas detestei a forma como o romance deles se desenvolveu, um pouco à pressa, não tiveram aquele apaixonar lento como a America e o Maxon à medida que se foram conhecendo (quando Eadlyn percebe que está apaixonada sabe muito pouco sobre ele).

 

Penso que Kiera Kass não devia de ter escrito estes dois últimos livros sobre a seleção, limitando-se apenas à trilogia original, porque estes dois livros vieram estragar a história.

 

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publicado às 20:23

A herdeira

29.08.16

 A herdeira (A seleção, #4)

Eu comecei este livro pronta para odiar a Eadlyn, pois era uma generalidade nas opiniões que era bem irritante, egoísta e centrada nela própria. E ela é tudo isso e muito mais. 

 

Vinte anos depois dos acontecimentos dos três primeiros livros desta série (A seleção, A elite e A escolha) temos acompanhado o processo de Seleção (um príncipe, 35 candidatas e uma espécie de reallity show distópico com castas que dividem a população e revolução) que juntou America e Maxon, é a vez de a filha deles, Eadlyn passar pela sua própria seleção como forma de distrair as atenções de rebeliões que estão a acontecer em Illea (parece que afinal as pessoas também não são felizes sem o sistema de castas a catalogálas). E se a America me deixava nos livros anteriores em nervos por ser tão indecisa, Eadlyn consegue ser mil vezes pior. Ela diz uma tonelada de vezes no livro "Eu sou Eadlyn Shreve, a mulher mais poderosa do mundo". Acho que só isto resume bem a personalidade dela: ela trata mal os participantes da seleção, passa demasiado tempo preocupada com ela e tem atitudes detestáveis (a maneira como trata a criada ou a forma como faz uma espécie de ultimato ao irmão gémeo...). Quanto aos concorrentes até mais de metade do livro confundem-se todos. Destaca-se Kile que cresceu no palácio com ela e com quem tem uma relação de amor/ódio (algo como amigos como benefícios, mas com benefícios e pouco amigos); o Henri que não fala inglês e tem um tradutor (o Erik) mas que é simplesmente adorável e o próprio Erik que apesar de não fazer parte da seleção parece estar a chegar a algum lado. Eadlyn ainda não mostra quem vai ser o seu escolhido e honestamente durante quase todo o livro não desejei nenhum deles, mas agora estou a torcer pelo Erik (a relação menos óbvia).

 

Foi interessante rever o Maxon e a America embora as personalidades pareçam bem diferentes dos livros originais, talvez seja a idade e o peso da coroa. Vamos ser sinceros, a história em si não é fenomenal, mas estes livros têm qualquer coisa que me fazem ler de forma compulsiva, mesmo maioritariamente detestando a protagonista, quero sempre saber como acaba. E claro que o final deixou uma porta aberta e a esperança que talvez a Eadlyn consiga crescer e mudar.

 

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publicado às 11:46

A seleção

15.08.15

 

Trata-se de uma review de um livro que já li a uns dois anos, mas que agora que saiu em português comprei e voltei a ler (digam lá que a capa não é qualquer coisa de espantoso - aliás, digo que a capa comprou metade do sucesso deste livro). Aliás, até tenho aqui a review do terceiro livro da série, que li ainda em Inglês, há um ano.

 

A seleção passa-se num futuro distópico (como agora é moda) semelhante em algumas coisas a outros ja conhecidos. Houve uma grande quantidade de guerras e o que hoje é conhecido como Estado Unidos da América é neste livro conhecido como Illea, e governado por uma monarquia. O mais marcante desta sociedade é a população estar dividida em castas, que vão de 1 a 8, em que cada pessoa é limitada à sua vida profissional e pessoal pela casta em que está (exemplo, casta 5 - artistas, casta 6 - empregados servis). E depois temos a parte mais fútil da história: há um concurso em que são eleitas 36 jovens para o príncipe escolher a sua futura esposa. America Singer (casta 5) é uma das escolhidas, apesar de se inscrever apenas porque o rapaz por quem é apaixonada lhe ter pedido (em busca de um futuro melhor). Apesar de contrariada e com o coração partido, America vai participar na seleção que se acaba por revelar bem diferente daquilo que imaginava.

 

Na altura em que li o livro pela primeira vez, tenho de dizer que adorei. Apesar de por vezes me apetecer dar um grande abanão a America (que é muito indecisa e piora no segundo livro), a história é engraçada e cativante. O príncipe Maxon é um personagem masculino interessante, que não é perfeito e tanto mostra bom como mau feitio. Além disso eu adoro vestidos, dai adorar a capa e as descrições dos vestidos que há na história. Fiquei tambem feliz por esta série ser publicada em Portugal (se bem que demorou, a bastante tempo que faz sucesso além fronteiras).

 

Nesta segunda vez que li o livro (agora em Português) não teve a mesma magia, mas pelo simples facto de eu já saber o que vai acontecer a seguir e de como acaba. Posso também dizer que dos três livros este é o que é mais focado na seleção em si, nos outros (e principalmente no último) ganha mais destaque os ataques dos rebeldes e os seus motivos, os castigos para quem quebra as regras das castas e o contraste entre a vida luxuosa do palácio e o resto do pais. A America não é a minha personagem preferida (já disse que está sempre a mudar de ideias?) mas a maneira como a história é contada (está sempre a acontecer alguma coisa) e as outras personagens e as suas histórias tornam esta uma série que me cativou. E como já tive conhecimento por esse mundo online fora esta é uma história ou que se ama ou que se odeia - parece não haver meios termos aqui.

 

Segundo a página do Goodreads da autora, vai haver adaptação ao cinema da série (não sei se é de toda, só do primeiro livro ou juntam todos os livros num). Espero que na adaptação se foquem mais no problema das castas e claro que mostrem os vestidos todos!

 

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publicado às 12:00

The One

22.05.14

Kiera Cass escreveu uma trilogia sobre um reino utópico do futuro, num reino chamado Illea, que é governado por um rei impiedoso. Nesse reino as pessoas foram divididas em castas conforme as suas profissões/riqueza. A história tem uma componente pesada muito ligada a esta castas e dos pesados castigos que há, por exemplo, se houver relações entre pessoas de castas diferentes (que inclui açoitamentos e ambos a serem promovidos à casta inferior). Há também grande miséria sobretudo nas castas inferiores e uma grande opressão contra quem quer que se pronuncie contra o rei. Em contraste com isto tudo é nos apresentado a história quase oposta de uma competição chamada A Selecção, onde 34 garotas escolhidas irão competir pela mão do príncipe Maxon, rodeadas de luxo, riqueza e claro, muitas câmaras. Mas isto é a história do livro um, que li já a alguns anos. Este ano saiu o ultimo capitulo desta história, conhecido como The One (na versão inglesa) e A Escolha (na versão brasileira). Nenhum dos três livros da trilogia foi publicado em Portugal  (update: os dois primeiros já foram cá publicados), o que é pena, porque considero uma boa trilogia que me prendeu nos três livros. Mas falemos do fim.

 

America, a protagonista, é uma artista da casta cinco. No ultimo livro já só restam ela e mais três concorrentes, e apesar de tudo o que já fez (e que irritou muito o rei, que a detesta) e de se ter aproximado muito do príncipe, ainda não tem a certeza dos seus sentimentos e se deve de comprometer tudo o que acredita por amor. Os ataques dos rebeldes estão cada vez mais intensos e avizinhasse o momento decisivo em que ou a monarquia cai e fica o caos, ou alguém suficientemente forte assume o poder.

 

O ultimo livro de uma trilogia tem sempre um peso especial em cima. Apesar de não ser tão viciante como os dois anteriores (e sem duvida que o primeiro livro foi o melhor), The One cumpre a sua tarefa e resolve todas as pontas que haviam sido deixadas, dado o final mais previsível e também o mais aceitável. Há alguns momentos altos e reviravoltas como a autora já nos tinha habituado, que mantêm o interesse e que faz com que quase devorasse algumas partes do livro. Apesar de parecer uma trilogia um pouco fútil, penso que a história acaba por se revelar muito mais que um simples concurso por um homem e recomendo a quem gosta de dramas com uma pitada de principesco. Ah e as capas dos três livros são tão lindas, adoro!

 

 

(fanart covers)

Update: Parece que já saiu mais um livro nesta série (não faço ideia se será último ou não), com a filha do Maxon e da America, uma selecção invertida (embora supostamente se tenha dito no primeiro livro que as princesas não tinham direito a selecção porque casavam com personalidades importantes de países estrangeiros de modo a garantir alianças). Existem também um conjunto de pequenas historias associadas ao universo, mais info aqui. Fica aqui a capa:

 Sinopse do site da autora: "Twenty years ago, America Singer entered the Selection and won Prince Maxon's heart. Now the time has come for Princess Eadlyn to hold a Selection of her own. Eadlyn doesn't expect her Selection to be anything like her parents' fairy-tale love story...but as the competition begins, she may discover that finding her own happily ever after isn't as impossible as she's always thought."

 

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publicado às 20:37



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