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Mil Noites de Paixão (Medieval Series (Chronological order) #6)

Comecei a gostar da escrita de Madeline Hunter quando li a série Rothwells, mas confesso que em 90% dos livros da autora que li fora desta série me deixara desiludida. Infelizmente estes livros mais medievais estão no topo das desilusões, e se com O Protetor as coisas não tinham corrido bem, tinha esperanças que este livro que é da mesma série e onde também entram as mesmas personagens as coisas corressem melhor. Infelizmente não correram.

 

Lady Reyna é viúva que herdou uma propriedade do marido. Mas quando a sua propriedade em conjunto com outras é cercada pelos exércitos de Morvan (protagonista do Protetor) que veio reaver os terrenos que outrora pertenceram à sua família, Reyna tem de lidar com o cerco e a invasão provocadas pelos homens de Ian de Guilford. Para tentar parar a invasão, Reyna faz-se passar por cortesã e tenta matar Ian, mas as coisas vão sair fora do controlo.

 

A história tem bons ingredientes: um romance que começa de forma singular, algumas lutas territoriais e de poder, personagens de outros livros. Mas a verdade é que a forma como tudo é ligado e contando é bastante pobre e confusa. Depois o romance tem muitas parecenças com o do Protetor, a forma como se desenrola, o atrito entre os dois, uma fortaleza que está de algum modo ameaçada e é a mulher que a tem de a proteger e o homem aparece inicialmente como mau, mas depois torna-se bom.No fim senti que não aprendi nada de novo, que as disputas e o romance me foram completamente indiferentes.

 

Lord of a Thousand Nights (Medieval #6)

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publicado às 21:12

Perigosa

09.03.16

 

Ora e não é que depois de três livros desta série todos iguais ou lá perto lá vem um que se conseguiu destacar? Eu já estava curiosa com os protagonistas desta história (que já tinham aparecido e "crescido" nos livros anteriores, principalmente com o Castleford, uma das personagens do género mais boémia e cativante).

 

Castleford é um duque que faz literalmente o que quer (excepto às terças ferias, o único dia em que está sóbrio), mas um dia recebe uma inesperada herança com uma inquilina ainda mais surpreendente (sendo esta herança nada mais nada menos que a casa das Flores Preciosas, palco de inúmeras cenas desta série e a inquilina, Daphne, a fundadora da comunidade de mulheres que cultivam flores e não fazem perguntas umas às outras).

 

Eu não gostava muito da Daphne nos outros livros, embora lhe apreciasse o estilo de apontar (ou ameaçar apontar) uma pistola a quem se intrometesse. Quanto ao Castleford, era mais uma curiosidade, porque apesar de toda a faceta de "sou um boémio", ele preocupava-se com os amigos e em quase todos os outros livros foi decisivo para o rumo (e honestamente as cenas mais interessantes nos outros livros eram as que ele estava). Aliás, mais digo que ele é o motor deste livro, porque a Daphne após alguns beijos perde muito rapidamente a faceta de durona que tanto a caracterizava. Ele tem uma evolução mais suave e por isso mais natural (e até quase ao fim ele pensa que se vai cansar dela rapidamente). A redenção dele, apesar de esperada acaba por ser irrealista, mas afinal, quem quer um romance realista não se põe a ler estes livros não é? A surpresa no final do livro, é mesmo uma surpresa grande e lembrou-me a Madeline Hunter de outros livros. O vilão acaba por ser ok, ligeiramente irritante, mas não muito digno de nota. E também há o felizes para sempre dos casais dos outros livros, é incrivel como discutem tanto nos seus próprios livros, mas depois quando aparecem após estes estão sempre felizes e contentes num "amor perfeito".

 

Apesar de na minha regra de classificações não ser um livro de quatro estrelas, por ser bem mais interessante que os seus três antecessores (que acabam por ser essenciais para se perceber melhor os protagonistas deste livro, não é a mesma coisa lê-lo em solo) resolvi dar-lhe essa classificação.

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publicado às 20:37

Provocadora

15.02.16

 

Bem eu sei que disse que por enquanto ia deixar o resto desta série de parte, mas entretanto apareceu este livro a um preço fofinho e emprestaram-me o quarto livro, portanto cá está mais um livro da colecção As flores mais raras da Madeline Hunter. Apesar de achar que a Madeline Hunter não escreve livros tão bons como outros autoras do género (Julia Quinn por exemplo), já li livros dela muito bons, nomeadamente da série Rothwell. Nesta colecção em particular ainda não encontrei nenhum que provocasse em mim os mesmos sentimentos, mesmo já tendo lido o primeiro Deslumbrante e o terceiro Pecadora (é um pouco indiferente qual a ordem com que se lê estes livros). Infelizmente, Provocadora veio juntar-se ao conjunto dos anteriores, sendo um leitura agradável, que se lê bem, mas ao qual faltou aquela chama que o tornasse num livro mais interessante.

 

Veriry fugiu no dia do seu casamento (depois da cerimónia) deixando o seu noivo, conde de Hawkeswell sem esposa e na miséria, pois tratou-se de um casamento por interesse. Passado dois anos, Verity é forçada a voltar e a retomar o seu casamento, embora contrariada. 

 

Ora bem, há aqui todo o mistério de porque ela desapareceu (revelado para ai no primeiro ou segundo capitulo do livro) e algumas questões sobre ameaças e pessoas desaparecidas, mas que não são nem de perto suficientes para serem consideradas motor da história. Uma coisa muito estranha é só descobrirmos o primeiro nome de Hawkeswell na página 270 (a mais de metade do livro, o nome dele é Grayson), pois até na cama ela lhe chama Hawkeswell e só para ai no ultimo capitulo, no limiar do felizes para sempre ela lhe chama Grayson, o que retrata basicamente a falta de química entre estes dois, excepto nos lençóis da cama (ou no meio de um canteiro de flores). Verity é no inicio da história um pouco ingénua e apesar de mostrar um crescimento interessante, não me cativou realmente e toda aquela história de hoje andamos aos beijos mas amanha tento fugir dele acaba por ser um pouco entediante.

 

Na conclusão, a história até poderia ter sido interessante pois tinha um ponto de partida intrigante, mas acabou por se perder um pouco nela mesma e ser mais do mesmo, não deixando, apesar de tudo, de ser um leitura agradável e que se consegue ler com algum ritmo (equivalente a um balde de pipocas, que no inicio te sabem bem, mas a certo ponto começas a ficar enjoada).

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publicado às 21:00

Pecadora

05.06.15

  

Comprei este livro, porque quando li o primeiro desta série (Deslumbrante) fiquei muito curiosa com a história da Célia, apesar de a série em si não me ter cativado muito.

 

Pecadora conta a história de Celia, filha da mais famosa cortesã de Londres, que se preparava aos 16 anos para seguir as pegadas da mãe, mas que acaba por fugir e refugiar-se na casa onde também Audrianna (a protagonista do primeiro livro) se encontra, uma comunidade só de mulheres sem passado onde cultivam flores. Quando a mãe morre, passado alguns anos, Celia ficou com dividas e uma pequena casa. Decidida a morar na casa é surpreendida quando a casa afinal já tem um inquilino, Jonathan Albrighton, que é um investigador e que anda atrás de uma investigação relacionada com a mãe de Celia.

 

A história é previsível: moram na mesma casa e acabam por se envolver. Celia é vitima de muita discriminação por causa da mãe, mas ela parece lidar bem com isso. Jonathan é o típico cavaleiro que ajuda a moça quando está em problemas. Apesar de não ser nada de novo ou especialmente interessante é uma boa história para se ler num momento relaxante, em que não nos queremos estar a preocupar com grandes enredos ou muitas contas de cabeça. Tinha as expectativas um pouco altas para este livro como expliquei no inicio, que acabaram por não se concretizar, e não sei se tenciono ler mais algum livro desta série.

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publicado às 20:07

 

Este livro faz parte de uma série, conhecida como Rothwell da qual tenho os outros três livros e dos quais gostei bastante. Já tinha tentado ler este livro numa outra vez e desisti. Voltei a dar-lhe uma nova oportunidade.

 

Phaedra é uma mulher diferente das outras do seu tempo, foi criada por uma feminista independente e sempre teve bem assente que nunca casaria. Elliot é o irmão erudito de Lord Easterbrook, um misterioso personagem. Os seus caminhos cruzam-se quando cumprindo os últimos desejos de seu pai, Phaedra quer publicar um livro deste que revela diversos escândalos da sociedade londrina, e num dos quais está incluído o pai de Elliot. 

 

A história não é muito interessante nem considerei Phaedra ou Elliot interessantes (já nos outros livros em que eram referidos não me tinham cativado). Tive de fazer um grande esforço para que a segunda tentativa chegasse ao fim, mas não o recomendo, quase que me pergunto como este livro faz parte da mesma série que os outros três que são definitivamente superiores.

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publicado às 20:55

Deslumbrante

16.02.15

 

Apesar do nome ser Deslumbrante, não me senti lá muito deslumbrada. Depois das histórias interessantes que Madeline Hunter me habitou em outros livros (como na série Rothwell) estava à espera de mais qualquer coisa. Porque simplesmente me pareceu um romance histórico sem aquela chama que distingue um romance histórico igual a tantos outros de um que realmente nos cativa.

 

Audrianna (que não tem um nome fácil de ler ou escrever) é uma dama em apuros que resolve investigar a verdade por de trás das acusações de traição que levaram à morte do seu pai. Sebastian é o homem que acusou o pai dela, mas que sabe que mesmo com a morte do principal suspeito, a investigação não acabou. Atrás de uma pista, acabam por se envolver numa situação comprometedora e num grande escândalo. Audrianna vive com outras três mulheres, numa casa, onde fazem criação de flores e o lema é algo como, não queremos saber do passado.

 

O plot é previsível (aliás, neste género de livros é sempre assim), e por isso não houve nenhum momento que me pasmasse. A história romântica em si é paralela à investigação da pólvora adulterada (e confesso que não imaginava que fossem aqueles os culpados, embora não fosse muito difícil de prever). Tem uns protagonistas interessantes, mas nada de especial. A história lê-se bem, mas não prende ou cativa. Fiquei curiosa com a história da Célia, que tem tudo para ser uma protagonista interessante e é a protagonista do terceiro livro da série deste, Pecadora.

 

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publicado às 20:44

O Protector

17.05.14

 

Madeline Hunter foi uma escritora que comecei a seguir recentemente. Comprei um pack de dois livros dela num promoção e gostei de ambos. Comprei outro depois e apesar de ter gostado, já não me cativou tanto. Comprei O Protector recentemente e a fasquia continuou a cair. Pode estar relacionado com o facto de apesar de gostar de livros históricos, romances históricos celtas nunca me terem cativado muito.

 

Numa Bretanha devastada (que descobri que afinal não era uma parte da Inglaterra medieval, mas sim uma parte da França medieval que era bastante inglesa) Anna de Leon perdeu cedo o pai e o irmão e ficou responsável pelo seu castelo, sendo uma mulher habituada a mandar e hábil com o arco. Mas um dia encontre um inimigo que nem ela nem ninguém está à altura, a peste. Morvan é um cavaleiro inglês que andou em batalhas em França e voltava para casa até ser apanhado pela peste. Anna acaba por lhe dar abrigo e velar por Morvan durante a peste. Mas existem inimigos ocultos que vêm o castelo de Anna como um alvo fácil.

 

É uma história de guerra, amor e sofrimento, que tinha tudo para dar certo, mas não dá. Uma heroína forte e destemida, mas com a qual não senti empatia. Um cavalheiro protector e apaixonado, mas que ao mesmo tempo era demasiado bruto. A história teve várias frases dramáticas que me prenderam um pouco, mas senti que faltava um elo de ligação e um pouco de romantismo que não fosse tão e somente carnal. Não é mau, mas nada que se compare com os outros livros da autora como Lições de Desejo e As Regras da Sedução (que apesar do nome não são totalmente eróticos).

 

 

 

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publicado às 15:30



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