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O grito do corvo

31.07.17

O Grito do Corvo (Crónicas da Terra e do Mar, #3)

Na continuação das Crónicas da Terra e do Mar, depois da tempestade, o Rouxinol fica em maus lençóis ao mesmo tempo que se descobre como Corvo reage à mentira de Leonor. Mas o eterno inimigo de Leonor, Tomás Rebelo, está mais próximo dela do que ela pensa.

 

Fiquei com sentimentos ambíguos em relação a este livro, que honestamente acho que ficou atrás do anterior. E penso que não se justificava a existência deste livro, bastava por mais três ou quatro capítulos no anterior. Embora consigo perceber o porquê desta opção: eu própria me queixei, no fim da última saga da autora, que gostava de ter visto mais do felizes para sempre do Lysander e da Kelda, portanto, neste livro, ai a meio, as grandes questões não românticas estão resolvidas. A partir dai, temos apenas a adaptação de Leonor à nova família e a teimosia de Corvo. Mas lá se entendem e têm o merecido felizes para sempre durante alguns capítulos. Desvantagem: como todas as questões centrais são resolvidas cedo, e apesar de ter gostado de conhecer mais da relação deles, não houve aquela chama que me costuma fazer devorar os livros desta autora, porque os grandes mistérios estavam quase todos resolvidos. 

 

Tirando tudo isto, gostei das personagens surpresa que aparecem quase no fim e sobretudo do final, que fez uma ligação com a história real da descoberta das ilhas das Flores e do Corvo e penso que foi muito original e bem conseguido. Claro que no fim fiquei com nostálgia e com saudades das personagens, sem dúvida que queria mais desta saga, que supostamente ficou por aqui. E apesar de ter atado todos os nós, penso que se um dia a autora decidir continuar com esta aventura, existe muito por onde pegar.

 

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publicado às 21:42

Filhos do Vento e do Mar (Crónicas da Terra e do Mar, #2)

Depois de muitos anos de espera, saíram finalmente os dois últimos livros das crónicas da terra e do mar. Como já não me lembrava muito bem da história e o primeiro livro não me tinha causado o mesmo impacto dos outros livros da autora, demorei algum tempo até continuar com esta aventura, apesar de nunca me ter passado pela cabeça deixar a história a meio, faltava apenas acordar o bichinho da leitura.

 

Como de costume, o livro anterior deixou um limbo, em que Leonor e Guida encontravam-se no barco do infame pirata Corvo e em que Leonor descobre quem é o pai e se faz passar por um rapaz. Neste livro, em que a ação se passa toda a bordo do Rouxinol, vemos Leo transformar-se de fidalga num marinheiro, levando o seu embuste com relativo sucesso. Ao mesmo tempo que Leo cria amizade com os piratas que desprezava, uma estranha relação de amizade/ódio surge entre ela e o capitão e vai-se conhecendo a pouco e pouco mais sobre o Açor e o Corvo. Nos entre tantos, Guida apaixona-se por um membro da tripulação e põe o disfarce de Leonor em perigo.

 

Ao inicio custou-me a entrar no ritmo, já não me lembrava de algumas coisas do primeiro livro e não estava com espírito para o reler antes de começar este. Mas à medida que fui relembrando, que vi Leo passar de uma menina mimada a uma jovem marinheira corajosa, comecei a sentir uma ligação maior com ela e com a maioria da tripulação do Rouxinol e um ponto muito bom deste livro é que consegue fazer-nos sentir como se estivéssemos mesmo lá. As personagens são coloridas e preenchidas e a partir de meio do livro, já me sentia completamente imersa nele. Tenho de dizer que gostei mais deste que do primeiro devido a ação não estar tão dispersa e ao amadurecimento das personagens. O fim, apesar de não ser tão caótico como a autora nos habituo-o noutros livros, deixou uma grande interrogação que me vai fazer ir a correr comprar o terceiro livro: Corvo descobriu a identidade de Leonor.

 

Para quem gosta de fantasia com romance e um pouco de história, tudo made in Portugal, os livros de Sandra Carvalho são um bom petisco.

 

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publicado às 14:58

 

Pela quantidade de opiniões de livros que já aqui publiquei dá para perceber que admiro o trabalho de Sandra Carvalho. A escrita dela é leve, sem demasiadas descrições, cheia de reviravoltas e momentos "de onde é que isto apareceu". E sobretudo, os livros dela têm a capacidade de me envolver e de me fazer ler sem parar, como poucos conseguiram. Confesso que quando ela acabou a Saga das Pedras Mágicas (em 2013, acho) pensava que ia estar um bom tempo sem ver nenhum livro dela. Afinal, depois de um Saga de oito livros pode não ser fácil começar do zero. Mas eis que um dia entro no meu email e me apercebo que uma das novidades literárias do mês era um livro novo desta.

 

Quando li a sinopse fiquei apreensiva. Apesar de adorar história e claro romances históricos das mais diversas épocas, os descobrimentos não são o momento da história que mais me cativa (apesar de ter sido um dos melhores momentos de Portugal). Na escola sempre me enfadava com esta matéria. No livro a história é centrada em Leonor e Constance (filha e mãe) que vivem em Águas Santas, um lugar que é mais que uma floresta bonita com águas abençoadas. Constance guarda o segredo da filha não ser do marido, mas do seu grande amor, um pirata conhecido como o Açor. Quando Leonor chega a idade de casar, a desgraça cai sobre Águas Santas, pois Tomás Rebelo, um homem poderoso cobiça ficar com a propriedade. Além da trama central é nos apresentado várias referências históricas tanto a nível dos descobrimentos como da situação politica portuguesa.

 

Ao inicio custou-me a habituar-me. Acho que teria sentido uma empatia mais imediata se o livro fosse apenas na perspectiva de Leonor e narrado na primeira pessoa, porque durante dois terços do livro não sentia grande ligação com ela, apesar de demonstrar ser corajosa e bem formada. Apenas a partir do momento em que ela deixa Águas Santas senti finalmente uma ligação com a personagem, que pode estar relacionada com o facto de ela também entrar em grandes mudanças a partir dai. E também penso que foi a partir daqui que a história realmente me cativou (o meu primeiro momento wtf foi na página 174).

 

Claro que o final foi cheio de reviravoltas e daquele género de nos deixar a salivar pelo próximo livro, mas isso é algo a que a autora já nos habitou.

 

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publicado às 19:13

 

Lembro-me quando agarrei neste livro, e pensei que era bem maior que qualquer um dos outros. Queria lê-lo de uma acentada para saber o final da Saga das Pedras Mágicas, mas por um lado, sabia que depois de o ler, uma das minhas sagas preferidas tinha chegado ao fim.

 

Depois de combater pelo exercito do dragão (embora com uma espada encantada que apenas "fingia" que matava), tentar de tudo para que a campanha fracassasse e ser amaldiçoada por Lysander, que se recusa a acreditar que ela ainda é está do lado do bem, Kelda revolta-se e obriga Sigarr a torna-la uma mestre da arte obscura para que possa defrontar Halvard em pé de igualdade. O Império e a Grande Ilha caiaram e faltam poucos meses para que a profecia do filho do dragão possa se concretizar e Halvard possa adquirir o conhecimento absoluto.

 

Qualquer livro que seja o ultimo tem um grande peso. E se com o ultimo livro de uma trilogia que me apaixonou (Sevenwaters, A Filha da Profecia) senti-me desgostosa com o final (ou talvez tenha sido a falta de empatia com a personagem, embora depois numa segunda leitura isso já não tenha acontecido), com este fiquei com um sensação de abandono e saudade que só as grandes histórias sabem causar e quase que posso dizer que poucas vezes se conhece na vida, no fim de um livro. Apesar de ter uma aura negra como o seu antecessor, este livro tem mais momentos bons e a conclusão da maioria das histórias que não foram concluídas nos últimos sete livros (como por exemplo, o que tinha acontecido ao Rei Sigarr, a Rainha Luthia, etc...). E claro, personagens que nos vao surpreender muito. Por fim, fica a pena de não haver mais, e de ao contrário do que aconteceu com os outros casais protagonistas, não temos muita informação no após ficarem juntos (e felizes e contentes). 

 

E agora é aguardar pela próxima aventura que Sandra Carvalho nos vai proporcionar um dia, quem sabe com personagens que nos cativem tanto como estas que partiram agora.

 

 

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publicado às 21:44

 

Mais um livro das Saga das Pedras Mágicas da autora Sandra Carvalho. E depois deste livro, quase que me arrisco a dizer que a percepção de toda a história nunca mais será a mesma. Esqueçam todos os vilões que conheceram até agora da saga. Se Gwendalin, Aesa ou Gunnulf pareciam assustadores, o que dizer de Halvard?

 

Para contrariar a profecia, Kelda substituiu Oriana e entrega-se ao exercito comandado pelo seu irmão Halvard (e assim acaba o livro anterior, de maneira "nada" dramática), com esperança de que conseguirá chamá-lo à razão. Vitima de um ataque do demónio Deimos, Kelda tem de recuperar na Ilha Sagrada, onde conhece Iris, uma feiticeira que torce contra a causa da profecia do dragão, e por fim, acaba por reencontrar o seu irmão. Mas estará Halvard para lá de toda a redenção?

 

Kelda vai sofrer neste livro. Sofrer muito. É um livro negro, obscuro, em que quase diria que a chama da esperança se extingue. Kelda vai-se sentir dividida sobre quem é realmente o irmão que jurara salvar. E acaba por se tornar uma marionete nas mãos dele e odiada pelo seu próprio povo. O livro passa-se na maioria no lado do exercito do dragão, o que nos dá uma perspectiva diferente da narrativa, pois pela primeira vez, não sabemos quais são as estratégias dos vikings e seus aliados, mas as do lado oposto.

 

 

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publicado às 21:31

 

Novo livro, nova protagonista, novo ciclo. E adivinha-se um ciclo não vai ser nada fácil. Kelda é filha de Edwin e Edwina, os guardiães das lágrimas da lua e do sol, respectivamente. Tem um irmão gémeo, Halvard, o anunciado Filho do Dragão, que irá prostrar o mundo. Apesar de todos os esforços, Halvard insiste em demonstrar uma natureza matreira, e de tenra idade é raptado pelo feiticeiro Sigarr (onde já ouvimos isto?) e treinado para ser um mestre da arte obscura e concretizar a profecia. Aquando isto, e avisados por uma visão, os pais de ambos enviam Kelda para a Ilha dos Penhascos, onde a jovem cresce revoltada e apartada de amor, apenas com uma crença: entrar na Ilha Sagrada e resgatar o irmão.

 

Kelda é muito parecida com Catelyn (a protagonista dos dois primeiros livros), tanto fisicamente, como psicologicamente. Quando a conhecemos, ela está bastante revoltada, sente-se abandonada pelos pais e tem uma grande falta de amor, para além de que a magia não se manifesta no seu ser, o que leva a um total desligamento das aulas das Sábias da Ilha dos Penhascos. Todos têm medo que Kelda, tal como o irmão, se torne um proscrita, e as palavras da sua amiga de infância Oriana irão persegui-la ao longo dos livros que ela narra: "Hás-de cair prostrada pela maldade como o teu irmão" (ou algo parecido). Ao longo de livro e depois de muitas injustiças, Kelda vai crescer e tornar-se uma outra mulher, com uma maturidade diferente e surpreender (quase) todos. 

 

Este é para mim dos livros mais interessantes de toda a saga. A maneira sincera com que Kelda nos conta a sua história é fácil de visualizar e quando damos por nós devoramos o livro. Expressões como "com mil ratazanas trôpegas" são uma constante e criam uma empatia imediata. Ela é também a protagonista que mais me cativou, porque ela acaba por misturar o melhor de outras personagens, como Catelyn e Thora. 

 

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publicado às 21:02

Os Três Reinos

31.01.14

 

Como vêm, estou a tentar publicar todos as opiniões de a Saga das Pedras Mágicas, visto que é uma colecção que já conheço e é uma maneira de ficar aqui retratado a minha admiração por uma autora portuguesa que deu grandes cartas na fantasia portuguesa, Sandra Carvalho. Foi com alegria que à pouco verifiquei que os primeiros livros da saga já vão na 4ª edição.

 

Os Três Reinos, o quinto livro da saga, é como o titulo indica, o livro em que finalmente a profecia da Velha do Troco Oco proferiu sobre Catelyn e Throst no primeiro livro se realiza. É também o fim e vários ciclos e o ultimo livro da saga com Edwina como protagonista. No inicio do livro, tudo está mal. Edwina terminou o ultimo livro mortalmente ferida e Freya foi raptada pelos vândalos. Thora desespera por não saber nada das irmãs, e com a iminente morte da Guardiã da Lágrima do Sol, a esperança dos vikings parece perdida.

 

É um livro de despedidas, cheio de momentos bons, mas também momentos maus. Vilões são derrotados, e personagens que nos são queridas partem. Lê-se num folgo e no fim deixa-nos a sensação de abandono que só os livros que nos prendem conseguem fazer, deixando-nos a suspirar pelo próximo livro. 

 

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publicado às 21:22

 

No quarto livro da Saga das Pedras Mágicas, encontramos a protagonista Edwina à beira do caos. Após ver o seu amado Edwin desaparecer no mar, acaba por ceder a um impulso e casar-se com Ivarr. Nas cenas finais do livro anterior vemos que o casamento não começou da melhor maneira e após três anos, no inicio deste livro, as coisas não melhoraram. Edwina parece incapaz de dar um herdeiro ao trono viking e Ivarr aproxima-se cada vez mais da sua irmã Thora. Entretanto um novo mestre da arte obscura aparece, e as forças que conspiram contra os heróis parecem cada vez mais fortes.

 

Como o próprio nome indica, este é um livro com um ambiente mais negro (embora não chegue aos calcanhares dos últimos dois livros da saga em termos de escuridão, mas mais tarde se falará neles), e ao longo do livro em vez de se resolverem os mistérios levantados no ultimo livro, estes adensam-se ainda mais, levando a que os protagonistas acabem se perdendo neles próprios.

 

É um bom livro, não para se ler aparte da saga, mas na sua continuidade. Sozinho, possivelmente não tem sentido. E o final é e ficar com o coração nas mãos, mas não é nada a que a autora não nos tenha já habituado.

 

 

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publicado às 21:11

 

Este é o terceiro romance da Saga das Pedras Mágicas, que é precedido pela A Última Feiticeira e O Guerreiro-Lobo. Este livro trás uma nova protagonista, Edwina, a filha mais velha de Catelyn e Throst e a futura Guardiã da Lágrima do Sol. Conhecemos também através dela a história de Thora e Freya, as suas irmãs mais novas, e de Edwin, o seu primo que foi gerado e nasceu no mesmo momento que Edwina e com o qual possui um laço único. A história começa num clima de paz (e quase que me atrevo a dizer que é a ultima vez que um livro desta saga se encontra numa ambiente pacifico, visto que a cada livro que passa o clima começa a tornar-se mais obscuro), mas á medida que os vândalos atacam o povo do norte e vamos experienciando o treinamento sinistro de Edwin, essa paz torna-se aparente. 

 

Edwina vai ao longo de todo o livro experienciar um sentimento de divisão, tanto a nível amoroso, ao ser cortejada pelo príncipe herdeiro viking, Ivarr, mas ao mesmo tempo não esquecer Edwin, bem como a nível pessoal, pois o caminho que lhe é trilhado desde o seu nascimento não parece nada linear com o que os mais velhos lhe ensinaram e acaba por vezes fazer escolhas com o coração que a curto prazo podem ser desastrosas. É também fantástico acompanhar o crescimento de Thora, que ambiciona em ser uma guerreira e de Freya, doce e cândida, mas com o coração de uma leoa. Surgem também novos inimigos, para além e Aesa e Sigarr que já tinham surgido no livro anterior, e notasse um adensar da escuridão, em que quase começa a existir mais o lado negro que o lado da luz.

 

Mais uma vez Sandra Carvalho escreveu uma narrativa envolvente, cheia de reviravoltas e mistérios, mas mantendo a coerencia e todos os elos. Edwina enquanto protagonista é bastante diferente e Catelyn, principalmente na do primeiro livro, devido à diferença de idades. Edwina é mais responsavel e ciente das suas responsabilidades, enquanto Catelyn era mais impulsiva. É tambem de salientar que para mim, a capa deste livro é a mais bonita de toda a saga. 

 

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publicado às 18:51

O Guerreiro-Lobo

27.01.14

 

Já aqui falei da Saga das Pedras Mágicas da autoria de Sandra Carvalho, uma autora portuguesa que têm dado cartas na fantasia nacional e que já colecciona uma legião de fãs, onde me incluo. Sempre gostei deste género de leitura e saber que há uma colecção e boa qualidade made in Portugal é fantástico! 

  

O Guerreiro-Lobo é o segundo livro e procede os acontecimento que seguimos em A Última Feiticeira. Catelyn está no norte, no meio dos Vickings, os inimigos jurados do seu povo, mas que a pouco e pouco conquistaram o seu coração, principalmente Throst, aquele que a salvou da morte certa e que partilhava as suas visões muitos antes de se conhecerem. Ambos têm as suas próprias missões, mas precisam da força um do outro para as reconhecer e cumprir. Encontramos Throst ainda numa fase de negação da sua missão, e com o coração confuso, pois embora se sinta atraído por Catelyn não quer desrespeitar o compromisso que assumiu com Halldora, uma das vilãs da história, mais conhecida por ser mimada e manipuladora.

 

Este livro completa o anterior e esclarece muitas questões levantadas. Qual a missão de Throst e porque ele a nega? Quem é aquele que deve de ajudar Catelyn a completar o seu treino? (A resposta desta é bastante surpreendente!) Quem é na realidade Myrna e porque odeia tanto a família de Catelyn?

 

É um livro interessante, cheio de reviravoltas e descobertas intrigantes, em que ganhamos noção de que tudo o que se passou até agora é uma gota de água no que ai vêm. É também o último livro da saga que conta com Catelyn como narradora, por isso é o fim de um ciclo, embora deixe questões suficientes por resolver que irão ser desenvolvidas no próximo livro.

 

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publicado às 22:29



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