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The Bourbon Kings (The Bourbon Kings, #1)

Ás vezes as histórias sobre dinastias familiares são interessante e cheias de "roupa suja". Outras vezes simplesmente não me cativam. Este aqui pertence aos segundos. Acompanha a saga de uma família despedaçada, dona de um império de bourbon. Lane, o rico tem uma relação com a jardineira, Lizzie, que não acaba bem (ele acaba casado com outra). Alguns anos depois voltam a reencontra-se. Ao mesmo tempo acompanha também os dramas da família de Lane.

 

A história é plana, sem uma escrita apelativa e com personagens sem densidade. Não senti qualquer química entre os protagonistas, irritam-me protagonistas riquinhos que preferem fugir dos problemas e por volta do capitulo treze achei que tinha melhores coisas para fazer com o meu tempo. E é isto.

 

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publicado às 20:31

Crazy Rich Asians (Crazy Rich Asians, #1)

Eu não conheço ninguém de origem asiática, mas conheço alguns clichés culturais a eles associados: a obsessão com as boas notas, a carreira profissional e o dinheiro. Crazy Rich Asians acompanha várias personagens da mesma família, ricas, em que umas exibem a riqueza e outras são forretas. No meio disto tudo está Rachel, uma chinesa/americana que vai com o namorado, Nicholas, conhecer a família dele. O que ela não sabia é que a família e os amigos dele vivem num meio opulente e são todos completamente doidos e que ela está abaixo do nível deles.

 

Este livro é qualquer coisa. A família de Nicholas é enorme e confesso que mesmo no final do livro ainda não sabia bem quem era filho de quem. Ao mesmo tempo em que assistimos a uma parada de roupa e carros de luxo, tentativas de se ser famoso e o casamento do ano, percebemos também porque Nicholas vive nos EUA e nunca falou à namorada da família. Rachel é uma mulher moderna que ao inicio se deslumbra, mas depressa percebe que não a querem lá, em vez de se deixar levar pelo tão comum nestes livros de "ele é rico, vamos fazer coisas de ricos e viver felizes para sempre". Astrid também foi uma personagem que gostei de conhecer e parece que tem uma história interessante para contar. Ela é prima de Nicholas e considerada bonita e com muito estilo. Mas algo se passa no seu casamento.

 

No fim deste livro ri-me muito, mas ao mesmo tempo também fiquei chocada com os clichés. Gostei da Rachel e do Nicholas e queria saber para onde vai a história deles a seguir. Talvez um dia leia a continuação.

 

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publicado às 20:29

The Plantagenet Prelude (Plantagenet Saga, #1) The Revolt of the Eaglets (Plantagenet Saga, #2)

Com alguns livros sobre a Guerra das Rosas que li nos últimos anos surgiu a curiosidade de saber como surgiu a dinastia que termina (de vez, não oficialmente) no fim desta guerra. Ou seja, os reis de Inglaterra eram até então da casa Platageneta e no fim desta guerra surge a Casa Tudor a reinar na Inglaterra. Jean Plaidy, pseudónimo de Eleanor Burford, lançou vários livros sobre este e outros períodos da história inglesa e francesa nos anos 70 e pareceu-me uma aposta interessante para conhecer melhor este período.

 

O primeiro livro começa com a história de Leonor de Aquitânia (ou Eleanor) uma conhecida minha de um livro recente. Tenho a dizer que a Leonor apresentada em ambos os livros é bastante diferente: em a Rainha do Verão Leonor é uma duquesa que ama a sua terra e quer ser levada a sério como governante. Neste, Leonor é mais fútil e mais intriguista e foi para mim difícil conjugar as duas numa só. Num a maioria das histórias dos amantes dela são boatos, noutra são verdade. Ela tem uma vida bastante atribulada, dois maridos e uma família que se vai auto destruir. O segundo marido dela, Henry II é quem na prática cria a casa Platageneta na Inglaterra e tem uma personalidade tão forte como ela. O segundo livro termina com a morte deste rei.

 

A escrita podia ser melhor, mas dou-lhe o desconto do tempo e além disso não os li apenas na perspetiva de romance, mas mais na perspetiva de curiosidade histórica e esse papel eles cumprem bem. As personagens vão crescendo e mudado ao longo da história e aqui todos os boatos históricos são verdade. Uma leitura interessante para os amantes de história e não apenas de romances históricos. Eu vou continuar com a leitura desta saga.

 

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publicado às 23:58

A Lady Improvável (Playful Brides, #3)

 

Sinopse: "Jane Lowndes é uma jovem solteira de 26 anos que adora ler e que sonha em passar o resto dos seus dias a estudar, a lutar pelos direitos das mulheres e a frequentar salões intelectuais. Contudo, a sua mãe tenta insistentemente convencê-la a casar e a participar em eventos sociais. Lorde Garrett Upton é um solteirão despreocupado que sobreviveu à guerra e regressou a Londres com o intuito de aproveitar ao máximo a vida. Tal como Jane, não tem qualquer intenção de se casar. Ambos se conhecem há vários anos, mas não se toleram, estando constantemente a discutir e a provocarem-se. Só que um dia, num baile de máscaras, beijam-se, sem saberem a identidade um do outro. Quando o descobrem, tudo começa a mudar entre eles."

 

Este é o tipicamente banal romance de menina "nerd" que gosta de ler livros e o menino que supostamente "anda com todas" mas na realidade é "nerd". Qualquer coisa assim. Ah, e discutem o tempo todo até se beijarem...depois tornam-se mais amigos.

 

O inicio foi duro. Não sentia grande empatia com as personagens, ainda mais este parece ser o terceiro livro de uma saga e as personagens dos dois anteriores estão presentes com muitas frases que penso que quem só leu os outros iria perceber. A partir do beijo, a história fica mais interessante, porque os protagonistas saem do cliché inicial e desenvolvem um pouco as suas personalidades e há alguns momentos cómicos. Um livro fofo e leve, nada de novo, nada de velho.

 

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publicado às 17:56

A Última Carta de Amor

Jojo Moyes gosta bastante de criar histórias em que uma personagem vive no passado e uma personagem no presente tenta desembrulhar a história do passado. Aconteceu o mesmo neste aqui.

 

Jennifer Sterling é uma mulher troféu de um empresário bem sucedido dos anos 60. Um dia tem um acidente de carro e acorda sem memórias. A sua vida, não lhe parece dela, e não parece sentir qualquer atração pelo marido. Até que um dia encontra uma carta de amor misteriosa, para ela, assinada por B. Encontrar B passa a ser o seu objetivo, ao mesmo tempo que o seu passado e o seu presente começam a chocar. Na atualidade, Ellie é uma jornalista empenhada, amante de um homem casado. Encontra uma carta de amor de B e tenta investigar qual a história por detrás de uma carta que a tocou tanto.

 

Foi-me mais fácil criar empatia com a Jennifer do que com a Ellie, mas não tem a ver com as personagens em si, mas como a forma como a narrativa está dividida. Temos um primeiro capitulo com a Ellie e depois só voltamos a ouvir falar dela a mais de meio do livro, porque no meio entre Jennifer. E quando chega a altura de conhecer melhor a Ellie, eu não quero conhecer a Ellie mas saber o que aconteceu com a Jennifer. E isso fez-me sentir menos empatia com a Ellie. Isto também se pode dever a teoria de as histórias no passado serem mais interessantes porque havia mais impedimentos sociais e morais, um pouco o que acontece com a Jennifer. Outro ponto que me chamou a atenção é que mesmo na parte da Jennifer a história anda para trás e para a frente: acompanhamos a Jennifer (ainda mais) do passado quando ela conhece o seu amante e a Jennifer que perdeu a memória e tenta descobrir quem ele é. Isto pode tornar a história confusa, bem como o leque de personagens que seguimos: Jennifer, o amante dela, o marido dela, a secretária do marido,... e para os mais desatentos e que não leem muito consecutivamente isto pode ser confuso.

 

No geral gostei da história, gostei do choque cultural entre Jennifer e a sua sociedade que via as mulheres de empresários apenas como decorativas, a sua relação com B, e todo aquele suspense que manteve a ler para saber o que ia acontecer a seguir. Na Ellie gostei da sua luta interior ao ser amante de um homem casado e a forma como ela lida com isso. É um livro cheio de traições, que não são sempre preto no branco, apesar de na vida real ser uma coisa que me perturba. Se as pessoas querem trair, não se comprometam.

 

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publicado às 17:11

Verão Quente

05.10.18

Verão Quente

Eu nasci muito depois do 25 de Abril, mas desde cedo, o meu pai, um amante de história, me fala das experiências e vivências da ditadura e da revolução e foi com alguma curiosidade que comecei este livro, que se passa no tempo em que Portugal se dividiu ao meio devido a ideias políticos pós-revolução e junta a isto um homicídio.

 

Julieta foi presa e condenada pelo homicídio da irmã e do marido, em 1975, no Verão Quente, num dia fatídico de que pouco se lembra, pois caiu das escadas com a arma na mão e ficou cega. Em 2003, Julieta recupera a visão e as memórias desse fatídico dia e começa  a tentar perceber se os matou mesmo, se eles eram mesmo amantes, entre outras questões.

 

A história é contada na perspetiva de um homem, de quem nem o nome sabemos, que se embeiça pela filha de Julieta, Redonda. Se os factos históricos são mais ou menos interessantes, as personagens principais são ligeiramente irritantes. As mulheres da história são retratadas de uma forma que me perturbou: Madalena (a irmã assassinada) tem como únicos factos relevantes da personalidade ser uma "hippie boazona" que dormiu com tudo o que mexia; Redonda brinca de sedutora com o narrador ao mesmo tempo que usa o marido como interesse financeiro (e isto é no fim apresentado como justificação do seu comportamento leviano); Julieta que apesar de ser a mais interessante, gosta de se comparar com a filha (fisicamente, por exemplo, quem tem o peito maior e melhor) e "atira-se" ao interesse amoroso da filha... isto para não falar que ele "papa" as duas. Ou seja, é uma história que basicamente gira à volta da revolução e de sexo com uma linguagem ordinária o que não era de todo o tipo de livro que estava à espera. Isto sem mencionar que o homicida cai ali de paraquedas...

 

Mas como toda esta temática se vai revelando a pouco e pouco só no fim senti mais tudo o que escrevi. Durante a primeira metade até é interessante: Redonda como leviana, Julieta como mulher que descobre a vida de novo e o narrador intrigado com o homicídio. Mas no fim foi uma desilusão.

 

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publicado às 21:23

Perdida

28.09.18

Perdida (Perdida, #1)

Quando li a sinopse deste livro fiquei entusiasmada. Uma rapariga do nosso tempo perdida no século XIX tinha tudo para ser divertido. Sofia é uma moça hi-tech que não vive sem as tecnologias do nosso tempo e vive apenas para o trabalho. Um dia perde o telemóvel e tem de comprar um novo. Este não é um telemóvel normal e vai transporta-la para o século XIX onde conhece Ian Clarke e a sua família. Ao mesmo tempo que tenta voltar para o futuro, começa a apaixonar-se pelo Ian.

 

Ora bem, problemas, problemas... A Sofia irritou-me à brava (usando o estilo dela falar). Porquê? Supostamente tem 24 anos mas comporta-se e fala como se estivesse no auge dos seus 15 anos. O meu eu de 15 anos teria adorado este livro, o meu eu atual achou a Sofia simplesmente infantil no geral (ainda tive esperanças que crescesse ao longo do livro, mas não). Além disso, que fã de Jane Austen não percebe nada dos costumes daquele tempo? O Ian foi outro problema, era giro, simpático, querido, preocupado, aiii... tão perfeito! Perfeito de mais a meu ver, falta-lhe ali um pouquinho de personalidade. Quanto à história, ideia original, com uma linha de história interessante, mas completamente estragada pelos protagonistas, apesar de ter algumas partes divertidas. Gostei da explicação de alguns temas, como a casinha ou as folhas de alface. Bastante educativo 

 

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publicado às 10:10

Uma voz na noite

21.09.18

Uma Voz na Noite

Paris Gibson é uma locutora de rádio que tem um programa de músicas românticas noturno (semelhante ao Oceano Pacifico?) onde os ouvintes podem falar com ela e fazer dedicatórias. Um dia recebe uma chamada de um ouvinte habitual, Valentino, a ameaçar matar a ex-namorada porque Paris a aconselhou a terminar com ele. Na tentativa de apanhar o Valentino antes que ele cumpra a ameaça ela própria fica na mira dele.

 

Ora bem, este livro podia-se chamar "Estamos todos atraídos pela Paris", porque não há um único personagem masculino que não tenha uma crush por ela. Torna-se frustrante e além disso fá-los parecer todos iguais! Dito isto, a história é contada de várias perspetivas. desde da Paris, dos policias que investigam o caso, da rapariga que foi raptada (Janey), do Valentino e dos diversos suspeitos que a policia tem (desde um tarado, a dois colegas de trabalho de Paris e por ai fora). Portanto à todo um leque de histórias e cenários a desenrolarem-se, mas que estão bem ligados e não são demasiado confusos. A juntar a isto tudo há ainda o passado da Paris que se vai revelando ao longo do livro. Portanto não há falta de tema e não é, de todo, um livro aborrecido. Mesmo assim dei-lhe 3 estrelas, porque não gostei muito da Paris (não da personagem assim, mas do cenário de todos amam a Paris) e do Dean. Porque o lado macabro da história esta bem conseguido.

 

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publicado às 10:50

Quando as Estrelas Caem (Starbound, #1)

Este aqui apanhou-me completamente de surpresa. Eu não sou a maior fã de livros baseados em desastres (leia-se Titanic) porque tem demasiadas mortes e eventos traumáticos (e foi real), mas como este se passa num universo alternativo e futurista, foi mais fácil desligar do drama real e ligar ao drama ficção. Icarus é a nave espacial maior e mais rápida do universo (e o seu próprio nome é uma ironia) e nele viajam cinquenta mil pessoas. Lilac é a única filha de um dos homens mais poderoso do universo e dono da Icarus. Habituada ao luxo, vive numa redoma dourada. Tarver é um soldado, que foi promovido a herói nacional. Não se sente conformável no ambiente glamoroso da Icarus, mas parte das funções de ser herói nacional é estar no meio dos ricos e poderosos. Quando a Icarus tem um acidente, ambos escapam sozinhos na mesma nave e ficam presos num planeta desconhecido, onde não parece existir mais ninguém.

 

Apesar da capa e da própria sinopse  parecerem classificar este livro como "apenas mais um romance" ele é na verdade muito mais que isso. Há o choque de classes entre ambos em que Lilac tem de cair do pedestal e Tarver tem de aprender que a Lilac é mais que a dondoca que representa. Há toda a temática do que aconteceu à Icarus, que planeta é aquele e que estranhas vozes são as que a Lilac houve (e a parte da Lilac sozinha dentro da Icarus arrepiou-me bastante!). E no fim disto tudo é então um romance, muito lento, mas que apenas na fase final do livro ganha importância, o que é ótimo, porque deu espaço para ambos crescerem sem serem presos no amor um do outro. Gostei mesmo deste livro, é surpreendente, refrescante e prendeu-me até à última página (que tenho de dizer que me deixou muito insatisfeita, queria saber como eles voltam à sociedade, sobretudo a Lilac e também me perturbou a forma como simplementes a morte de cinquenta mil pessoas pode ser assim eliminada...).

 

Infelizmente este parece ser mais um caso de uma trilogia que a publicação foi abandonada em português (provavelmente porque a capa e a sinopse remetem para uma coisa e o livro é outra, aliás, já tinha visto este livro e não me tinha cativado o suficiente noutras alturas). Penso que se tivessem mantido a capa original (que é linda e extremamente cativante) tinham tido mais sucesso de vendas. Mas é apenas uma opinião, eu não percebo nada de marketing "livresco".

 

These Broken Stars (Starbound, #1)

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publicado às 11:33

 Lucrécia Bórgia - A Princesa do Vaticano

E lá vamos nós outra vez mergulhar no universo dos infames Bórgias, do Papa que gostava de mulheres, no irmão que se dizia ter um caso com a irmã. 

 

Lucrécia é a filha do Papa, e uma das mulheres mais conhecidas da renascença italiana. Aqui, ela conta na primeira pessoa como foi, para ela, alguns dos momentos mais marcantes da época, começando com a eleição do seu pai como Papa, quando tem 13 anos até ao seu iminente terceiro casamento, aos 20 anos.

 

Fiquei ligeiramente desiludida com esta história. Lucrécia não é a infame apresentada noutras obras, mas não foi isso que me fez confusão e até foi na realidade, refrescante essa faceta. Foi a pouca densidade das outras personagens (além da protagonista), alguma criatividade que o autor tomou que não estava à espera e o ritmo lento da história. Apesar de tudo é um livro que se lê relativamente bem, a própria história original tem muito material dramático.

 

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publicado às 10:23



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