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Os Três Reinos

31.01.14

 

Como vêm, estou a tentar publicar todos as opiniões de a Saga das Pedras Mágicas, visto que é uma colecção que já conheço e é uma maneira de ficar aqui retratado a minha admiração por uma autora portuguesa que deu grandes cartas na fantasia portuguesa, Sandra Carvalho. Foi com alegria que à pouco verifiquei que os primeiros livros da saga já vão na 4ª edição.

 

Os Três Reinos, o quinto livro da saga, é como o titulo indica, o livro em que finalmente a profecia da Velha do Troco Oco proferiu sobre Catelyn e Throst no primeiro livro se realiza. É também o fim e vários ciclos e o ultimo livro da saga com Edwina como protagonista. No inicio do livro, tudo está mal. Edwina terminou o ultimo livro mortalmente ferida e Freya foi raptada pelos vândalos. Thora desespera por não saber nada das irmãs, e com a iminente morte da Guardiã da Lágrima do Sol, a esperança dos vikings parece perdida.

 

É um livro de despedidas, cheio de momentos bons, mas também momentos maus. Vilões são derrotados, e personagens que nos são queridas partem. Lê-se num folgo e no fim deixa-nos a sensação de abandono que só os livros que nos prendem conseguem fazer, deixando-nos a suspirar pelo próximo livro. 

 

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publicado às 21:22

 

No quarto livro da Saga das Pedras Mágicas, encontramos a protagonista Edwina à beira do caos. Após ver o seu amado Edwin desaparecer no mar, acaba por ceder a um impulso e casar-se com Ivarr. Nas cenas finais do livro anterior vemos que o casamento não começou da melhor maneira e após três anos, no inicio deste livro, as coisas não melhoraram. Edwina parece incapaz de dar um herdeiro ao trono viking e Ivarr aproxima-se cada vez mais da sua irmã Thora. Entretanto um novo mestre da arte obscura aparece, e as forças que conspiram contra os heróis parecem cada vez mais fortes.

 

Como o próprio nome indica, este é um livro com um ambiente mais negro (embora não chegue aos calcanhares dos últimos dois livros da saga em termos de escuridão, mas mais tarde se falará neles), e ao longo do livro em vez de se resolverem os mistérios levantados no ultimo livro, estes adensam-se ainda mais, levando a que os protagonistas acabem se perdendo neles próprios.

 

É um bom livro, não para se ler aparte da saga, mas na sua continuidade. Sozinho, possivelmente não tem sentido. E o final é e ficar com o coração nas mãos, mas não é nada a que a autora não nos tenha já habituado.

 

 

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publicado às 21:11

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29.01.14

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publicado às 22:51

 

Este é o terceiro romance da Saga das Pedras Mágicas, que é precedido pela A Última Feiticeira e O Guerreiro-Lobo. Este livro trás uma nova protagonista, Edwina, a filha mais velha de Catelyn e Throst e a futura Guardiã da Lágrima do Sol. Conhecemos também através dela a história de Thora e Freya, as suas irmãs mais novas, e de Edwin, o seu primo que foi gerado e nasceu no mesmo momento que Edwina e com o qual possui um laço único. A história começa num clima de paz (e quase que me atrevo a dizer que é a ultima vez que um livro desta saga se encontra numa ambiente pacifico, visto que a cada livro que passa o clima começa a tornar-se mais obscuro), mas á medida que os vândalos atacam o povo do norte e vamos experienciando o treinamento sinistro de Edwin, essa paz torna-se aparente. 

 

Edwina vai ao longo de todo o livro experienciar um sentimento de divisão, tanto a nível amoroso, ao ser cortejada pelo príncipe herdeiro viking, Ivarr, mas ao mesmo tempo não esquecer Edwin, bem como a nível pessoal, pois o caminho que lhe é trilhado desde o seu nascimento não parece nada linear com o que os mais velhos lhe ensinaram e acaba por vezes fazer escolhas com o coração que a curto prazo podem ser desastrosas. É também fantástico acompanhar o crescimento de Thora, que ambiciona em ser uma guerreira e de Freya, doce e cândida, mas com o coração de uma leoa. Surgem também novos inimigos, para além e Aesa e Sigarr que já tinham surgido no livro anterior, e notasse um adensar da escuridão, em que quase começa a existir mais o lado negro que o lado da luz.

 

Mais uma vez Sandra Carvalho escreveu uma narrativa envolvente, cheia de reviravoltas e mistérios, mas mantendo a coerencia e todos os elos. Edwina enquanto protagonista é bastante diferente e Catelyn, principalmente na do primeiro livro, devido à diferença de idades. Edwina é mais responsavel e ciente das suas responsabilidades, enquanto Catelyn era mais impulsiva. É tambem de salientar que para mim, a capa deste livro é a mais bonita de toda a saga. 

 

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publicado às 18:51

O Guerreiro-Lobo

27.01.14

 

Já aqui falei da Saga das Pedras Mágicas da autoria de Sandra Carvalho, uma autora portuguesa que têm dado cartas na fantasia nacional e que já colecciona uma legião de fãs, onde me incluo. Sempre gostei deste género de leitura e saber que há uma colecção e boa qualidade made in Portugal é fantástico! 

  

O Guerreiro-Lobo é o segundo livro e procede os acontecimento que seguimos em A Última Feiticeira. Catelyn está no norte, no meio dos Vickings, os inimigos jurados do seu povo, mas que a pouco e pouco conquistaram o seu coração, principalmente Throst, aquele que a salvou da morte certa e que partilhava as suas visões muitos antes de se conhecerem. Ambos têm as suas próprias missões, mas precisam da força um do outro para as reconhecer e cumprir. Encontramos Throst ainda numa fase de negação da sua missão, e com o coração confuso, pois embora se sinta atraído por Catelyn não quer desrespeitar o compromisso que assumiu com Halldora, uma das vilãs da história, mais conhecida por ser mimada e manipuladora.

 

Este livro completa o anterior e esclarece muitas questões levantadas. Qual a missão de Throst e porque ele a nega? Quem é aquele que deve de ajudar Catelyn a completar o seu treino? (A resposta desta é bastante surpreendente!) Quem é na realidade Myrna e porque odeia tanto a família de Catelyn?

 

É um livro interessante, cheio de reviravoltas e descobertas intrigantes, em que ganhamos noção de que tudo o que se passou até agora é uma gota de água no que ai vêm. É também o último livro da saga que conta com Catelyn como narradora, por isso é o fim de um ciclo, embora deixe questões suficientes por resolver que irão ser desenvolvidas no próximo livro.

 

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publicado às 22:29

 

Nicholas Sparks é o autor favorito de muita gente, mas não é o meu caso. Não que ele não seja um bom escritor, ou as histórias não sejam boas, mas porque, em 3 dos 4 livros que tenho dele, alguém morre, alguém está em coma e alguém morre. Neste caso, um dos protagonistas, causando sempre histórias de amor intensas, mas breves ou com um fim triste. Eu não gosto de fins tristes, porque quando leio um livro quero que este me ajude que a acreditar que a vida é melhor que é, que existem finais felizes em lutas de doenças graves ou depois de muitas peripécias dramáticas. Sou uma romântica incurável e, por isso, não gosto de finais tristes. Normalmente, arrumo estes livros na prateleira e sou tentada a não voltar a pegar neles, mesmo que tenha gostado da história.

 

Mas voltando ao livro exceção do Nicholas Sparks. Corações em Silêncio não tem um final triste, ninguém morre. Têm drama, sim, problemas bem sérios, também. Mas têm um bom final. Denise é uma jovem mãe que vive sozinha e com dificuldades com o filho de 5 anos, Kyle. Este sofre de uma doença que lhe provoca diversos atrasos no crescimento, nomeadamente na fala e a nível motor. Um dia, Denise tem um acidente. Taylor, um corajoso bombeiro salva Kyle e cria com ele uma doce empatia. Denise acaba por se apaixonar por Taylor, mas este tem um segredo no passado, que faz com que não consiga ter relações longas.

 

É uma história dramática, principalmente ao acompanharmos a fase em que uma assustada Denise tenta descobrir o que se passa com o seu filho (em momento retroativos da ação) e as dificuldades que ela passa para cuidar dele. O amor entre os protagonistas é intenso e Taylor parece perfeito, até que se começa a afastar e ai vamos descobrindo o passado dele e os seus sonhos abandonados. Uma boa história para quem gosta de um romance intenso com dramas realistas. Para os fãs pode não ser o melhor livro do escritor, mas para mim foi o que mais me agradou.

 

     

 

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publicado às 21:46

A Casa dos Anjos

24.01.14

 

A Casa dos Anjos é uma história para feministas. É uma história que nos mostra a libertação e a descoberta do mundo de uma mulher na década de 60, onde as mulheres começavam a ganhar a sua independência, mas ainda eram mal vistas por isso.

 

Harriet trabalha num hospital e um dia decide que está farta da sua família barulhenta e que quer o seu espaço. Aluga um apartamento, em Kings Kross, um bairro mal afamado, mas com preços acessíveis para a sua carteira. Esta decisão irá mudar toda a sua vida e a maneira como vê o mundo. O prédio é propriedade da senhora Schwartz, uma cartomante que fascina Harriet. A sua filha Flo, é muda, mas acaba por cativar a protagonista e intrigar o leitor. Outros inquilinos tornam-se seus amigos, cada um com as suas particularidades. Até que acontece uma tragédia.

 

É um livro interessante, principalmente pela perspetiva de conhecermos como eram os anos 60 e como uma mulher independente podia ser incompreendida. Nós crescemos com a Harriet ao longo do livro. Nós começamos como a menina ingénua que vai para um prédio diferente, onde os prédios vizinhos são habitados por prostitutas. Nós conhecemos os outros inquilinos, estabelecemos amizades e sofremos com o preconceito. Nós conhecemos o amor, tornamo-nos amantes de um homem casado e descobrimos as maravilhas de ser jovem e independente. E também nós conhecemos com ela o sabor do ciúme, da perseguição e da tragédia. E penso que é na tragédia que Harriet deixa de ser uma jovem e passa a ser uma adulta capaz, não porque jogou pelas regras impostas pela sociedade, mas sim porque as quebrou e cresceu com os seus erros.

 

     

 

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publicado às 19:18

 

Hoje vem aqui uma autora portuguesa de fantasia, o que não é muito comum encontrar. Sandra Carvalho criou uma saga que fez sucesso em Portugal e começou já a atrair as atenções no Brasil (embora desconheça se os livros foram já lá publicados, apesar de muitos brasileiros comprarem livros online em sites portugueses, devido a algumas séries chegarem cá primeiro).

 

A Saga das Pedras Mágicas é um mundo do fantástico que parece ser uma mistura da cultura irlandesa e vicking com um universo de feiticeiros. Conheci esta saga na altura em que o primeiro livro foi lançado, em 2005. Comprei o livro por acaso, nem sei muito bem porquê. Na altura, uma adolescente, devorei o livro, e fiquei triste com o final inconclusivo que ele tem (por ser uma saga, claro, e sendo o primeiro, muitas dúvidas ficam no ar). Nunca mais pensei muito nisso, até que à uns anos, por acaso, reencontrei a saga, e para meu espanto, já na altura ia para o sexto livro!

 

Mas voltando ao primeiro livro...

 

O primeiro livro passa-se num ambiente muito semelhante (embora nunca seja referido onde exatamente) à antiga Irlanda, numa casa de um Lorde, num meio de uma floresta mágica. Nessa casa, vivem os seus seis filhos, sendo a mais nova, Catelyn, a protagonista da história. Ela têm uma infância paradisíaca, protegida pelos irmãos, mas à medida ao tornar-se uma jovem senhora, o seu mundo começa a tornar-se cada vez mais negro. Os irmãos afastam-se, há uma série de perdas e aparece uma bela mulher, Myrna, que começa a destruir tudo em que ela acredita.

 

A história é leve, com descrições simples e uma leitura  bastante fácil. É objetiva, não se perdendo muito em pormenores e focando-se essencialmente na narrativa principal. É um livro especialmente trágico, com muitas reviravoltas, ideal para quem gosta de livros com constantes novos dramas e mistérios. 

 

Gostei bastante deste livro, a história cativou-me, embora no inicio tenha achado a base da história bastante semelhante à do livro de Julliet Marillier, A Filha da Floresta. A filha de um Lorde, com vários irmãos rapazes, uma floresta sagrada, o poder curativo da protagonista e uma mulher malvada que destrói tudo em que ela acredita. Mas com o desenvolver da ação, essas semelhanças começam a dissipar-se, pois as duas histórias seguem rumos completamente diferentes (e a diferença torna-se total no segundo livro da saga).

 

Por fim, quem decide ler este livro, prepare-se para uma coisa: é viciante e quem gosta do primeiro livro, não resiste em ter o resto da saga, porque toda ela é deveras surpreendente (o último livro foi lançado o ano passado). É também bom saber que há esperança para este tipo de mercado no nosso país, sendo eu uma fã de livros fantásticos deste género.

 

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publicado às 22:30

 

Comprei este livro por acaso. E depois de o ter comprado, já me foi oferecido outro exemplar, que acabei por dar a uma amiga. Mas é, sem dúvida, um livro maravilhoso que me apresentou a uma autora por mim desconhecida Dorothy Koomson, e posteriormente me fez comprar mais livros dela ( e 90% deles foram muito bons).

 

Aqui conhecemos Kamryn, uma mulher independente e realizada, que um dia recebe um postal daquela que um dia fora a sua melhor amiga, mas que uma grande traição afastara para sempre. Adele está a morrer e precisa que Kamryn fique com a filha dela, a pequena e doce Tegan. Embora inicialmente Kamryn fique confusa e hesitante, ela acaba por aceitar o desafio, e ficar com a criança que é fruto de uma encontro entre a sua melhor amiga e o seu noivo.

 

[opinião]

 

Este é um livro que tem uma sinopse que chama logo a atenção. Mas não caiam no erro de pensar que esta e uma história comum, pois este livro é muito mais que aparenta. Ele faz-nos rir e chorar que nem umas madalenas arrependidas quando somos confrontadas pela doença de Adele, a redenção desta amizade nos momentos finais e sobretudo, quando ela parte e quase nos sentimos na pele de Kamryn, que acabou de perder a melhor amiga recém encontrada, mas não pode ser fraca, pois tem nas suas mãos uma criança assustada a quem acabou de desabar o mundo.

 

Tegan é uma criança adorável e protagoniza muitos momentos queridos e hilariantes. É tambem Tegan que aproxima Kamryn do amor, com adição de um protagonista que nos encanta, Luke. A partir dai, a história não perde o seu fulgor, mas entra numa fase de recuperação e cura. Até ao dia em que Nate, o ex-noivo de Kamryn e pai de Tegan entra na equação.

 

É uma história de sorrisos e lágrimas, uma história que nos toca no coração e não nos faz querer parar de ler. Sem dúvida, um dos melhores livros que já li.

 

[/fim de opinião]

 

 

Um facto interessante. A capa do livro é igual em todas as edições, independetemente da língua.

 

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publicado às 23:18

 

Só te amo até terça feira é um romance light da chilena Rosa Luna. Uma leitura light, ideal para descontrair à beira mar, quando estamos numa de ler um romance simples, sem grandes enredos, mas que nos prenda minimamente.

 

Aqui acompanhamos a história de Mariana, uma rapariga comum, que vive num bairro, com uma família popular e uma irmã gémea exuberante. Ela sente-se incompreendida e completamente deslocada do seu ambiente familiar. Ao contrário de todos no bairro, tirou um curso e trabalha numa grande empresa de telecomunicações. Um dia, ela conhece o filho do patrão, Diogo, e apaixona-se, mas ele parece não a notar até ao dia que com a ajuda de dois divertidas lésbicas, faz uma mudança radical de visual...e a partir dai, tudo muda.

 

[opinião]

 

Pela sinopse do livro é fácil chegar à conclusão que é um romance típico de patinho feio. E inicialmente é, mas a mudança de visual vai trazer consequências inesperadas, e ela ainda vai passar por algumas peripécias para ter o seu final feliz. Não é uma literatura construtiva. É um livro leve, sem grandes descrições, com uma narrativa rápida e fluida, escrita em modo de diário da Mariana para o Diogo. A história é, para leitores habituados a estas andanças, previsível e sem grandes surpresas. 

 

Gostava também de salientar o facto de, no meu caso, achar a personagem da Mariana demasiado ingénua e sensível. Ela vive um amor platónico e acaba quase por ter, em certas partes do livro, o perfil de uma perseguidora, o que não se encaixa no meu perfil de heroína. Parece que me habituei muito a heroínas mais independentes e não tão comiserativas.

 

Quanto ao protagonista, é uma pena a sua personalidade não ser mais explorada. Acabamos por ficar sem perceber bem como ele é, porque, como já disse, grande parte da ação é numa fase de amor platónico, não há muitas referencias no livro de interações entre os dois.

 

[/fim de opinião]

 

É de salientar o carinho que a autora teve, aquando a tradução para português em adaptar a obra para o nosso pais, como em nomes e locais.

 

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publicado às 22:55

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