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A história deste Mentiras e Traições é cativante mas ao mesmo tempo entediante e completamente desinteressante. Tive vários momentos de amor/ódio durante a leitura, mas para o fim só queria despachá-lo. 

 

Aqui temos a história de Kelsey, saída de um divórcio e que ainda anda à procura de um objectivo para a sua vida. Vem de uma família tradicional, em que as aparências e o status contam muito. Um dia a sua vida tem uma reviravolta quando recebe uma carta da mãe que achava estar morta, mas que afinal esteve presa durante 10 anos por homicídio. Na tentativa de conhecer a mãe, Kelsey mergulha no mundo das corridas de cavalos e das apostas. E acaba por se envolver com Gabriel Slater, dono de uma quinta vizinha.

 

A história até tem uma boa base. Tem drama, mistério, homicídios do passado e do presente mal resolvidos. O mundo das corridas de cavalos não me fascinou nem despertou qualquer interesse. Ao inicio não gostei do Slater, mas com o desenvolver da história criei uma certa simpatia. Até meio do livro andei a arrastar a leitura, porque apesar de gostar de algumas personagens como Kelsey e Naomi (a mãe) não havia fio condutor e sentia-me meio perdida. Lá para o meio começa a haver mais drama e a história ganha um pouco de mais interesse, mas nada de especial. Não percebo porque todos os protagonistas masculinos de quase 80% dos livros que li da Nora têm de ter uma infância terrível. Ora quase foram violados, ou eram ladrões, ou eram maltratados. Torna-se cansativo. Mas pronto, mais um da Nora, quem vê a quantidade de livros dela que leio até parece que sou a maior fã dela. Mas na verdade quando se troca livros vamos lendo de tudo um pouco e o que aparece.

 

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publicado às 20:36

Stay High

20.02.15

Há uma certa magia em gostar de uma música quando ainda não conhecemos bem o que a sua letra quer dizer. Muita gente tem criticado a letra desta música por falar do uso de drogas. Mas letras que falam de drogas, sexo, rock'n'roll e coisas inusuais mas que têm um ritmo agradável e ficam na cabeça há muitas. Eu tentei ver esta letra mais longe do que o facto de dizer que anda "chapada", vai para clubes e envolve-se com estranhos. Há um certo sentimento de perda que todos já passamos na vida. Quem nunca teve uma fase em que tudo o que tinha era um coração partido e precisava de qualquer coisa para anestesiar essa dor. Não defendo usar drogas, mas sair à noite, ou apanhar uma bebedeira ou chorar até mais não como cura para um sentimento de perda, afinal trata-se apenas de uma fase normal da vida. E é para mim isso que esta música me diz. E aproveito para dizer que o remix que fizeram da música acaba por se tornar irritante. Muito melhor esta versão, a menos conhecida.

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publicado às 20:08

Deslumbrante

16.02.15

 

Apesar do nome ser Deslumbrante, não me senti lá muito deslumbrada. Depois das histórias interessantes que Madeline Hunter me habitou em outros livros (como na série Rothwell) estava à espera de mais qualquer coisa. Porque simplesmente me pareceu um romance histórico sem aquela chama que distingue um romance histórico igual a tantos outros de um que realmente nos cativa.

 

Audrianna (que não tem um nome fácil de ler ou escrever) é uma dama em apuros que resolve investigar a verdade por de trás das acusações de traição que levaram à morte do seu pai. Sebastian é o homem que acusou o pai dela, mas que sabe que mesmo com a morte do principal suspeito, a investigação não acabou. Atrás de uma pista, acabam por se envolver numa situação comprometedora e num grande escândalo. Audrianna vive com outras três mulheres, numa casa, onde fazem criação de flores e o lema é algo como, não queremos saber do passado.

 

O plot é previsível (aliás, neste género de livros é sempre assim), e por isso não houve nenhum momento que me pasmasse. A história romântica em si é paralela à investigação da pólvora adulterada (e confesso que não imaginava que fossem aqueles os culpados, embora não fosse muito difícil de prever). Tem uns protagonistas interessantes, mas nada de especial. A história lê-se bem, mas não prende ou cativa. Fiquei curiosa com a história da Célia, que tem tudo para ser uma protagonista interessante e é a protagonista do terceiro livro da série deste, Pecadora.

 

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publicado às 20:44

Paula

16.02.15

 

Não sou fã de livros autobiográficos. Nunca fui. Apesar de ás vezes serem as histórias mais interessantes para se conhecer, o facto de ser verdade pesa sempre um pouco. E a verdade é que são quase todos bastante dramáticos. A vida é dramática e os livros também. Mas eu uso os livros como escape da realidade e ler sobre uma das maiores dores que existem, uma mãe perder uma filha, não me ajuda muito a relaxar.

 

Isabel Allende é uma boa escritora. A escrita é fluida e a história que ela conta a Paula, a sua filha naqueles meses de coma, rica e colorida. A história intercala entre o passado e histórias misturadas da vida da mãe, com o presente da filha em coma, mais lá do que cá. Mas não me cativou. Não pela qualidade da história, mas porque como disse, simplesmente não é o meu género. Começar um livro a saber que um dos protagonistas morre no final é demasiado dramático para mim (e eu sou daquelas que se revolta imenso cada vez que matam um protagonista - excepto nos livros de fantasia, ai as mortes não são mortes e há sempre maneira de ressuscitar alguém). Mas é sem dúvida uma bonita homenagem e a melhor que uma mãe que é uma escritora conhecida poderia fazer.

 

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publicado às 20:32

Procuro-te

07.02.15

 

Depois de já ter lido dois livros de Lesley Pearce já estava à espera de um livro bom, mas com muito drama e um final melancólico. Procura-te foi para mim completamente diferente do que estava à espera.

 

Na história conhecemos Daisy, que sempre soube que foi adoptada, mas com a morte da mãe adoptiva e a pedido desta resolve procurar a verdadeira mãe, Ellen. Temos então uma história dividida em duas fases: a história de Daisy e a história de Ellen e Joise a sua irmã, que cresceram numa quinta pobre no Connecticut.

 

 

Confesso que em termos de protagonistas tive mais empatia tanto com Ellen como com Joise, apesar de as três terem em base uma personalidade comum (e um cabelo ruivo, portanto não percebo o facto da moça da capa do livro ser loira, mas adiante). Daisy parece-me ser um pouco estouvada e irresponsável e não gosto da forma como ela trata Joel em quase todo o livro (num momento está farta dele, no outro é o amor da vida dela, é uma relação que não tem grande base - possivelmente devido ao facto de ter pouco protagonismo no livro). Aliás, no final do livro sinto que conhecia mais Ellen e Joise que Daisy, porque consegui realmente perceber como elas eram em crianças e como elas se tornaram aquela espécie de adultas e as escolhas que fizeram. É claro que fiquei triste com o rumo que Joise tomou, mas era palpável que ela foi sobretudo uma vitima das circunstancias da vida e da mãe.

 

O livro é dramático mas acaba por ter um final justo e feliz, o que para mim o diferencia dos outros dois livros que li e dai a nota superior. E ao contrário dos outros tenciono um dia relê-lo.

 

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publicado às 14:55



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