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Este livro é uma enorme metáfora. Na prática temos a história comum de encantar como plot para contar um caso de violência psicológica. Temos uma princesa, que acredita em contos de fadas e vê o seu próprio se tornar realidade. Até que um dia o príncipe deixa de ser encantado e ela vai contar com um mocho e outras quantas personagens para descobrir que para encontrar o seu final feliz só precisa de ela própria.

 

Este não é o meu género preferido de livro nem de perto nem de longe, mas foi suficiente para me deixar curiosa. Acaba por ser uma história muito fantasiada de como ultrapassar um coração partido e um marido negligente. Não senti que tivesse aprendido muito com ela, mas foi engraçada de ler e bem construída. Penso que é preciso estar num estado muito especifica da vida para sentir uma grande empatia pela história (quem já passou por algo parecido). E não há muito mais a dizer, também é um livro pequenino e a história não tem muita substância. Só tive pena de não fica a saber o que a princesa ia fazer a seguir.

 

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publicado às 20:24

 

Este livro foi-me apresentado pela dona (uma grande fã de Lesley Pearse) como o livro que menos gostou dela. Confesso que isto influenciou que começasse a leitura de pé atrás e no final cheguei exactamente à mesma conclusão.

 

As protagonistas desta história são Susan e Beth, duas meninas que vêm de famílias difíceis e que se conheceram na infância, tendo cada uma delas ficado a pensar que a vida da outra é perfeita. Muitos anos depois, voltam a reencontrar-se, desta vez no papel de advogada e assassina. Beth tornou-se uma advogada de sucesso, mas com uma vida pessoal inexistente e fica surpreendida ao descobrir que a sua nova cliente é Susan, que assassinou um médico e a sua assistente. Ao longo da história vamos descobrir o que correu de errado na vida de estas duas amigas e porque elas são o que são hoje.

 

Não é uma história fácil: temos negligência parental, assassinato, corações partidos, a morte de uma criança por negligência, seitas, vida na prisão... aliás, acho que este livro não tem quase nada de bom (excepto o final de uma delas). E por ser tão sem alegria não consegui gostar. Estava sempre a espera de "qual será o próximo esqueleto no armário?". Não senti uma grande empatia por nenhuma das protagonistas, apesar da história deles ser interessante, faltou qualquer coisa de muito importante.

 

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publicado às 11:44

 

Oh Juliet tu que és uma querida e lanças sempre um livro perto do meu aniversário (assim já sei sempre o que pedir como prenda). E ainda por cima com uma capa tão linda/fofa/adorável!

 

Blackthorn é uma mulher sábia que em troca da sua liberdade faz um acordo com os Encantados (diga-se Criaturas Mágicas), que lhe exigem que durante sete anos nunca recuse ajuda a quem lhe pedir e que viaje para Winterfell onde ficara a servir de curandeira da região. Como seu companheiro de viagem tem Grimm, um homem taciturno e de poucas palavras, mas que lhe tem uma grande devoção. Em Winterfell, Blackthorn e Grimm conhecem Oran, principe herdeiro de Dalriadra e noivo da jovem Lady Flidais, com a qual trocou cartas apaixonadas. Mas a Flidais que chega a sua casa não é a mesma que trocava cartas com ele.

 

O inicio é dramático. Atrevo-me a dizer que nem Blackthorn nem Grimm são os protagonistas tradicionais de outros livros de Juliet. São mais vividos, sofridos e com histórias difíceis para contar. A vida já deixou as suas marcas físicas e psicológicas em ambos. Em contraste com eles Flidais e Oran são um pessoas supostamente jovens, apaixonadas e sensíveis, mas sem serem desprovidas de coragem e força (aqui já mais típico de outros protagonistas de outros livros da autora). A história é fluida, bem criada e nunca aborrecida, embora para mim o mistério do que se passa com Flidais fosse desde muito cedo, bastante óbvio, não tendo por isso existindo grandes surpresas. Mas isto não quer dizer que seja um mau livro, apenas quer dizer que já li muito e muitas vezes os livros da autora e já lhe conheço algumas manhas. Outro ponto que tive pena foi de na prática ficar a conhecer tão pouco o que aconteceu após tudo fica bem (e de não se ter conhecido Flidais melhor). Agora é fazer figas para que o segundo (que já tem uma capa linda na versão original) chegue breve a Portugal também.

(A capa do segundo livro da série)

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publicado às 20:16

 

Comecei a ler este livro com as expectativas altas, afinal tinha um sinopse cheia de voltas e reviravoltas. E posso dizer que até meio do livro não me desiludiu. Mas vamos à história.

 

Anya Keating trabalha à muitos anos em Lismore, uma quinta de criação de cavalos de família e é quase considerada como parte da família. Mas um dia é surpreendida quando Macdara, o dono da propriedade a pede em casamento. Este percalço irá laminar a relação dos dois, pois Anya só tem olhos para Fergal, o neto de Macdara. Um dia, Orla, a rapariga de olhos azuis e a neta desaparecida de Macdara volta passados muitos anos e parece disposta a conquistar tudo: o avô pelo sentimento de culpa, Fergal e Lismore.

 

Eu penso que o livro tinha uma boa história para ser um grande livro, mas penso que ai a meio a história se perde e começa apenas a "encher chouriços". Além de que ao fim de 20 páginas já tinha percebido quem era realmente Orla (essa parte era bastante previsível pela capa e tudo o resto), e honestamente acho que no fim ela merecia alguma redenção. O casal protagonista teve piada durante algum tempo, mas depois do Dubai só me apetecia revirar os olhos de tão atadinhos que andavam os dois. Outra coisa que não gostei foi o facto de os maus parecerem ser só maus e os bons serem só bons, não havia ali meios termos, era tudo muito preto no branco e o ser humano é bem mais complexo que isso. O que na realidade me faltou foi uma verdadeira empatia com as personagens, pois pareciam demasiado fabricadas.

 

Concluído, uma boa história, mas que devia de ter sido mais pequena. Se até meio do livro pensava em dar 4 estrelas, a partir dai a minha opinião ficou-se nas 3 estrelas. E a rapariga da capa portuguesa tem demasiado ar de santinha para ser a Orla a meu ver.

 

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publicado às 19:53

 

Após ter lido A Filha do Conspirador que faz parte do retelling de Philippa Gregory da Guerra dos Primos que aconteceu em Inglaterra no século XV decidi que queria ler os restantes livros. Por coincidência encontrei A Rainha Vermelha e A Senhora dos Rios (segundo e terceiro livro respectivamente, por ordem de publicação) em promoção e vieram os dois morar comigo.

 

Margarida é filha da casa de Lencastre e cedo percebe que apesar da sua forte ligação a Deus não pode ir para um convento, tendo de cumprir o dever de dar à luz um herdeiro forte para a casa de Lencastre. Envolta em vários casamentos arranjados e sem amor, é no país de Gales que nasce o seu filho Henrique, traçado desde o berço a ser rei de Inglaterra. Mas a guerra dos primos rebenta e Margarida precisa tornar-se numa sobrevivente, escondendo por vezes as suas crenças para sobreviver num mundo que agora pertence à casa rival da sua, a casa de Iorque. Mas Margarida nunca deixa de lutar pelo poder e pela sua casa.

 

Se foi fácil sentir empatia com Ana Neville n'A Filha do Conspirador, o mesmo já não aconteceu com Margarida Beaufort (e que muda várias vezes de apelido ao longo da história). Margarida é muito devota e muito muito teimosa. Não abandona as suas convicções e com o tempo torna-se bastante dissimulada. Mas a história dela não deixa de ser cativante e a sua inteligência também não. Num tempo em que as mulheres eram vistas como extras e sem poder nenhum, Margarida alia-se aos homens certos para conseguir cumprir o desejo da sua vida: ver o filho Henrique no poder. Mas as voltas e reviravoltas vão ser amargas. A parte mais gira deste livro foi para mim ver os outros lados da mesma história: várias vezes são mencionadas personagens que apareciam no outro livro e é engraçado ver as opiniões iguais e opostas que Ana e Margarida têm delas. E após uma cena em particular entre Margarida e a princesa Isabel de Iorque - que é comprometida com o filho de Margarida - fiquei muito curiosa para ler o quinto volume da guerra das rosas - A Princesa Branca - em que Isabel é a protagonista.

 

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publicado às 17:27

A Cabana

07.07.15

Ora um livro sobre Deus. Confesso que não leio muito destes, mas fiquei curiosa. Não se trata de um livro comum, mas sim de um livro mais espiritual.

 

Mack é casado com Nan e têm cinco filhos e uma vida feliz, mas um dia, a sua filha mais nova, Missy é raptada e o seu corpo nunca foi encontrado. Revoltado com a vida, Mack vive mergulhado naquilo a que chama A Grande Tristeza, culpando-se a si e a Deus pelo que aconteceu à filha. Mas um dia recebe um misterioso bilhete que lhe pede que volte à cabana onde tudo aconteceu. E essa viagem irá mudar a vida dele.

 

A história é nos apresentada com a ideia de que foi real, mas após alguma pesquisa descobri que esta história de uma conversa com Deus surgiu quando o autor decidiu escrever uma história para oferecer aos amigos no Natal. Eles gostaram tanto que decidiram incentivá-lo a públicá-la e actualmente já vendeu milhões de exemplares pelo mundo fora. Mas voltemos à história: o encontro com Deus é, confesso, nada do que estava à espera. O autor apresenta-nos uma versão interessante de Deus, Jesus e o Espírito Santo com o qual é muito fácil sentir empatia e gostei de algumas ideias e conceitos que foram apresentados. Para mim não ficou mais fácil perceber porque há pessoas más que fazem coisas a pessoas boas e inocentes como uma criança, mas penso que seja uma leitura interessante para quem passou por uma grande perda que não compreende.

 

Diz que para o ano que vai sai o filme deste livro.

 

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publicado às 20:22

Não há muito que tenha a acrescentar a este terceiro livro da triologia das chaves que não tenha já dito no primeiro ou no segundo. É simplesmente tão igual aos outros dois que até mete dó. Apesar de a história de Zoe ser mais sofrida (afinal veio de uma família disfuncional, foi mãe aos 16 anos e teve de se desenvencilhar sozinha) e por isso um pouquinho mais interessante, a narrativa tem um plot previsível, em que temos Bradley, o moço rico, giro e simpático que a leva a andar de limusina e adora o filho dela, Kane que é mau e uma chave para ser encontrada. O final, que devia de ser mais intenso que o dos anteriores por finalmente serem encontradas as três chaves, acaba por ser insípido, e nem isso despertou a minha atenção.

 

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publicado às 20:34



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