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Crazy Rich Asians (Crazy Rich Asians, #1)

Eu não conheço ninguém de origem asiática, mas conheço alguns clichés culturais a eles associados: a obsessão com as boas notas, a carreira profissional e o dinheiro. Crazy Rich Asians acompanha várias personagens da mesma família, ricas, em que umas exibem a riqueza e outras são forretas. No meio disto tudo está Rachel, uma chinesa/americana que vai com o namorado, Nicholas, conhecer a família dele. O que ela não sabia é que a família e os amigos dele vivem num meio opulente e são todos completamente doidos e que ela está abaixo do nível deles.

 

Este livro é qualquer coisa. A família de Nicholas é enorme e confesso que mesmo no final do livro ainda não sabia bem quem era filho de quem. Ao mesmo tempo em que assistimos a uma parada de roupa e carros de luxo, tentativas de se ser famoso e o casamento do ano, percebemos também porque Nicholas vive nos EUA e nunca falou à namorada da família. Rachel é uma mulher moderna que ao inicio se deslumbra, mas depressa percebe que não a querem lá, em vez de se deixar levar pelo tão comum nestes livros de "ele é rico, vamos fazer coisas de ricos e viver felizes para sempre". Astrid também foi uma personagem que gostei de conhecer e parece que tem uma história interessante para contar. Ela é prima de Nicholas e considerada bonita e com muito estilo. Mas algo se passa no seu casamento.

 

No fim deste livro ri-me muito, mas ao mesmo tempo também fiquei chocada com os clichés. Gostei da Rachel e do Nicholas e queria saber para onde vai a história deles a seguir. Talvez um dia leia a continuação.

 

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publicado às 20:29

The Plantagenet Prelude (Plantagenet Saga, #1) The Revolt of the Eaglets (Plantagenet Saga, #2)

Com alguns livros sobre a Guerra das Rosas que li nos últimos anos surgiu a curiosidade de saber como surgiu a dinastia que termina (de vez, não oficialmente) no fim desta guerra. Ou seja, os reis de Inglaterra eram até então da casa Platageneta e no fim desta guerra surge a Casa Tudor a reinar na Inglaterra. Jean Plaidy, pseudónimo de Eleanor Burford, lançou vários livros sobre este e outros períodos da história inglesa e francesa nos anos 70 e pareceu-me uma aposta interessante para conhecer melhor este período.

 

O primeiro livro começa com a história de Leonor de Aquitânia (ou Eleanor) uma conhecida minha de um livro recente. Tenho a dizer que a Leonor apresentada em ambos os livros é bastante diferente: em a Rainha do Verão Leonor é uma duquesa que ama a sua terra e quer ser levada a sério como governante. Neste, Leonor é mais fútil e mais intriguista e foi para mim difícil conjugar as duas numa só. Num a maioria das histórias dos amantes dela são boatos, noutra são verdade. Ela tem uma vida bastante atribulada, dois maridos e uma família que se vai auto destruir. O segundo marido dela, Henry II é quem na prática cria a casa Platageneta na Inglaterra e tem uma personalidade tão forte como ela. O segundo livro termina com a morte deste rei.

 

A escrita podia ser melhor, mas dou-lhe o desconto do tempo e além disso não os li apenas na perspetiva de romance, mas mais na perspetiva de curiosidade histórica e esse papel eles cumprem bem. As personagens vão crescendo e mudado ao longo da história e aqui todos os boatos históricos são verdade. Uma leitura interessante para os amantes de história e não apenas de romances históricos. Eu vou continuar com a leitura desta saga.

 

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publicado às 23:58

A Lady Improvável (Playful Brides, #3)

 

Sinopse: "Jane Lowndes é uma jovem solteira de 26 anos que adora ler e que sonha em passar o resto dos seus dias a estudar, a lutar pelos direitos das mulheres e a frequentar salões intelectuais. Contudo, a sua mãe tenta insistentemente convencê-la a casar e a participar em eventos sociais. Lorde Garrett Upton é um solteirão despreocupado que sobreviveu à guerra e regressou a Londres com o intuito de aproveitar ao máximo a vida. Tal como Jane, não tem qualquer intenção de se casar. Ambos se conhecem há vários anos, mas não se toleram, estando constantemente a discutir e a provocarem-se. Só que um dia, num baile de máscaras, beijam-se, sem saberem a identidade um do outro. Quando o descobrem, tudo começa a mudar entre eles."

 

Este é o tipicamente banal romance de menina "nerd" que gosta de ler livros e o menino que supostamente "anda com todas" mas na realidade é "nerd". Qualquer coisa assim. Ah, e discutem o tempo todo até se beijarem...depois tornam-se mais amigos.

 

O inicio foi duro. Não sentia grande empatia com as personagens, ainda mais este parece ser o terceiro livro de uma saga e as personagens dos dois anteriores estão presentes com muitas frases que penso que quem só leu os outros iria perceber. A partir do beijo, a história fica mais interessante, porque os protagonistas saem do cliché inicial e desenvolvem um pouco as suas personalidades e há alguns momentos cómicos. Um livro fofo e leve, nada de novo, nada de velho.

 

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publicado às 17:56

Perdida

28.09.18

Perdida (Perdida, #1)

Quando li a sinopse deste livro fiquei entusiasmada. Uma rapariga do nosso tempo perdida no século XIX tinha tudo para ser divertido. Sofia é uma moça hi-tech que não vive sem as tecnologias do nosso tempo e vive apenas para o trabalho. Um dia perde o telemóvel e tem de comprar um novo. Este não é um telemóvel normal e vai transporta-la para o século XIX onde conhece Ian Clarke e a sua família. Ao mesmo tempo que tenta voltar para o futuro, começa a apaixonar-se pelo Ian.

 

Ora bem, problemas, problemas... A Sofia irritou-me à brava (usando o estilo dela falar). Porquê? Supostamente tem 24 anos mas comporta-se e fala como se estivesse no auge dos seus 15 anos. O meu eu de 15 anos teria adorado este livro, o meu eu atual achou a Sofia simplesmente infantil no geral (ainda tive esperanças que crescesse ao longo do livro, mas não). Além disso, que fã de Jane Austen não percebe nada dos costumes daquele tempo? O Ian foi outro problema, era giro, simpático, querido, preocupado, aiii... tão perfeito! Perfeito de mais a meu ver, falta-lhe ali um pouquinho de personalidade. Quanto à história, ideia original, com uma linha de história interessante, mas completamente estragada pelos protagonistas, apesar de ter algumas partes divertidas. Gostei da explicação de alguns temas, como a casinha ou as folhas de alface. Bastante educativo 

 

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publicado às 10:10

Uma voz na noite

21.09.18

Uma Voz na Noite

Paris Gibson é uma locutora de rádio que tem um programa de músicas românticas noturno (semelhante ao Oceano Pacifico?) onde os ouvintes podem falar com ela e fazer dedicatórias. Um dia recebe uma chamada de um ouvinte habitual, Valentino, a ameaçar matar a ex-namorada porque Paris a aconselhou a terminar com ele. Na tentativa de apanhar o Valentino antes que ele cumpra a ameaça ela própria fica na mira dele.

 

Ora bem, este livro podia-se chamar "Estamos todos atraídos pela Paris", porque não há um único personagem masculino que não tenha uma crush por ela. Torna-se frustrante e além disso fá-los parecer todos iguais! Dito isto, a história é contada de várias perspetivas. desde da Paris, dos policias que investigam o caso, da rapariga que foi raptada (Janey), do Valentino e dos diversos suspeitos que a policia tem (desde um tarado, a dois colegas de trabalho de Paris e por ai fora). Portanto à todo um leque de histórias e cenários a desenrolarem-se, mas que estão bem ligados e não são demasiado confusos. A juntar a isto tudo há ainda o passado da Paris que se vai revelando ao longo do livro. Portanto não há falta de tema e não é, de todo, um livro aborrecido. Mesmo assim dei-lhe 3 estrelas, porque não gostei muito da Paris (não da personagem assim, mas do cenário de todos amam a Paris) e do Dean. Porque o lado macabro da história esta bem conseguido.

 

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publicado às 10:50

 Lucrécia Bórgia - A Princesa do Vaticano

E lá vamos nós outra vez mergulhar no universo dos infames Bórgias, do Papa que gostava de mulheres, no irmão que se dizia ter um caso com a irmã. 

 

Lucrécia é a filha do Papa, e uma das mulheres mais conhecidas da renascença italiana. Aqui, ela conta na primeira pessoa como foi, para ela, alguns dos momentos mais marcantes da época, começando com a eleição do seu pai como Papa, quando tem 13 anos até ao seu iminente terceiro casamento, aos 20 anos.

 

Fiquei ligeiramente desiludida com esta história. Lucrécia não é a infame apresentada noutras obras, mas não foi isso que me fez confusão e até foi na realidade, refrescante essa faceta. Foi a pouca densidade das outras personagens (além da protagonista), alguma criatividade que o autor tomou que não estava à espera e o ritmo lento da história. Apesar de tudo é um livro que se lê relativamente bem, a própria história original tem muito material dramático.

 

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publicado às 10:23

And I Darken

07.09.18

 And I Darken (The Conqueror's Saga #1)

Este livro é completamente diferente de tudo o que já li até hoje, o que me cativa e assusta ao mesmo tempo.

 

Lada e Radu são filho de Vlad, príncipe da Wallachia que foram negociados como termos de paz entre o pai e o imperador Otomano. Num pais estranho, com uma cultura e religião diferente, Lada, destemida e feroz só pensa em fugir, mas Radu sente-se em casa como nunca se sentiu na Wallachia e acaba por se converter também ao Islão. Os dois irmãos acabam por encontrar em Mehmed, o filho do sultão, um amigo improvável e uma teia de conspirações e segredos irá envolve-los.

 

Para os mais atentos, é fácil perceber que esta história se baseia em factos reais, mas apenas isso, não é historicamente correto. Não existe nenhuma Lada, mas existe  um Radu e um Mehmed. Lada é nada menos que a versão feminina reimaginada de Vlad, o empalador (no qual é baseado a lenda do conde drácula). E ela é bem cruel que chegue para esse papel, apesar de não ser preto no branco (Lada é protetora, tanto do irmão como de Mehmed e dos seus homens em várias situações). Lada acaba por ser desenhada como uma feminista precoce, que é tão boa lutadora como qualquer homem e que não se conforma com o papel de "mercadoria" matrimonial.

 

Radu é o oposto da irmã. Era uma criança carente de amor e chorona que acaba por evoluir para um homem observador e inteligente. As armas que os irmãos usam para sobreviver são opostas e quando usadas em conjunto beneficiam ambos. Apesar disso a sua relação é muito complexa, de amor e desprezo mutuo, ainda mais intensificada pelo facto de ambos se apaixonarem pela mesma pessoa. E o resto da história anda basicamente à volta disto, porque quando se apaixonam ambos os irmãos parecem esquecer as motivações que tinham até ai.

 

A história é original, mas ao mesmo tempo muito grande e anda muitas vezes em círculos. É interessante o crescimento dos protagonistas, mas quando surge Mehmed perde-se um bocado da magia da história, porque os protagonistas quebram a sua alma por ele e isso mata um bocado a história. Embora no fim, Lada tenha finalmente decidido voltar a ser ela mesma, o que me deixou curiosa sobre o que vai acontecer a seguir.

 

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publicado às 12:01

O Lar da Senhora Peregrine para Crianças Peculiares

Um livro que é um pouco fora da minha praia mas que me tinha chamado a atenção já à algum tempo (e que entretanto deu num filme).

 

Jacob cresceu a ouvir as histórias do avô sobre uma menina que fazia fogo, um rapaz transparente entre muitos outros, com fotografias como prova. Mais crescido Jacob classificou as fotografias como montagens e as histórias como uma partida do avô. Até ao dia em que o avô morre em circunstancias anormais e Jacob acaba por querer ir à Grã-Bretanha, visitar o orfanato onde o avô ficou após perder a família na segunda guerra mundial. Ai vai descobrir que as histórias do avô era afinal verdadeiras.

 

A narrativa não é muito complicada, a linha é simples: os monstros são reais e existem crianças com poderes especiais. O enredo não é muito surpreendente mas acredito que se tivesse lido o livro aos 16 anos teria tido um efeito completamente diferente em mim. Um ponto que gostei foi as fotografias, que davam uma dinâmica diferente à história e segundo o livro são todas verdadeiras e de diferentes coleções pessoais.

 

No fim é claro que não deixa de ser uma história interessante, com um enredo diferente mas ao mesmo tempo demasiado...infantil talvez?

 

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publicado às 20:32

O Baile de Máscaras

Lizzy é uma moça do campo para quem a vida na cidade se tornou dura, tornando-se uma prostituta. Um dia esbarra em Lord Hayes, que fica intrigado com uma prostituta que tem muito jeito com cavalos. Acaba por lhe fazer uma proposta inusitada: ela é sua acompanhante durante uma semana, enquanto ele está na cidade para fechar um negócio. Lizzy acaba por se revelar uma Lady intrigante e cativante que convencesse a todos, incluído a ele.

 

Eu juro que tive todo o livro à espera de descobrir que afinal os pais de Lizzy não eram aqueles e ela era realmente uma Lady (porque é mesmo tão raro a protagonista quando é pobre e sem títulos não se revelar na realidade extremamente respeitável). Mas não, Lizzy é mundana e fica presa entre o mundo dos ricos e dos pobres. Ao mesmo tempo conhecemos a história de outras prostitutas que se cruzaram com Lizzy, algumas tornaram se amantes, outras cortesãs famosas. O livro tem uma abordagem interessante, pela protagonista, mas ao mesmo tempo estranha (achei estranho a rapidez com que Lizzy conquista, por exemplo, alguns empregados de Edward, já que as prostitutas eram tão desdenhadas, principalmente por outras mulheres, ou como Lizzy, sendo supostamente uma parente de Edward solteira não é vitima das leis de ter de andar com ele com acompanhantes) pequenos pormenores nesta linha que lançam alguma incoerência com a época em questão.

 

No fundo é uma ideia original mas que podia ter sido mais bem conseguida (talvez alguma falta de maturidade na escrita e no desenvolvimento das personagens?).

 

Gostei do final. Bem mais plausível e realista que simplesmente converter a Lizzy numa Lady que toda a gente aceita.

 

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publicado às 21:53

Perto do paraiso

10.08.18

Perto do Paraíso

Depois de ter gostado tanto do outro livro que li desta série, estava com as expetativas bastante altas com este aqui, apesar de já ter outro livro da mesma autora que me tinha deixado meio doce, meio amarga. A história é gira e cativante, mas peca por ser demasiado parecida com Algo Maravilhoso (se tivesse lido este primeiro que o outro, teria gostado mais deste e achado o outro parecido).

 

Lady Elizabeth Cameron é uma moça que na sua primeira temporada encantou toda gente e conseguiu muitos pretendentes. Mas um encontro intenso com Ian Thorton destrói a sua reputação e o seu noivado. A todo este drama junta-se o desaparecimento do irmão que a deixa cheia de dividas. Dois anos depois, tentando manter a casa da família, o tio decide oferecer a sua mão em casamento e ela volta a reencontrar Ian, trazendo à toa todas as mágoas do passado.

 

Elizabeth e Ian são muito parecidos com os protagonistas do outro livro (e amigos deles). Portanto penso que quase tudo o que disse sobre os outros se aplicam a estes. Ela é destemida e corajosa e acaba por voltar a reconquistar a sociedade, ele é mais duro, mais cínico, mas lá bem no fundo é um coração mole. A história é interessante, com algumas reviravoltas, embora penso que o livro é demasiado grande, ás vezes andava um pouco em círculos.

 

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publicado às 20:52



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