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Uma voz na noite

21.09.18

Uma Voz na Noite

Paris Gibson é uma locutora de rádio que tem um programa de músicas românticas noturno (semelhante ao Oceano Pacifico?) onde os ouvintes podem falar com ela e fazer dedicatórias. Um dia recebe uma chamada de um ouvinte habitual, Valentino, a ameaçar matar a ex-namorada porque Paris a aconselhou a terminar com ele. Na tentativa de apanhar o Valentino antes que ele cumpra a ameaça ela própria fica na mira dele.

 

Ora bem, este livro podia-se chamar "Estamos todos atraídos pela Paris", porque não há um único personagem masculino que não tenha uma crush por ela. Torna-se frustrante e além disso fá-los parecer todos iguais! Dito isto, a história é contada de várias perspetivas. desde da Paris, dos policias que investigam o caso, da rapariga que foi raptada (Janey), do Valentino e dos diversos suspeitos que a policia tem (desde um tarado, a dois colegas de trabalho de Paris e por ai fora). Portanto à todo um leque de histórias e cenários a desenrolarem-se, mas que estão bem ligados e não são demasiado confusos. A juntar a isto tudo há ainda o passado da Paris que se vai revelando ao longo do livro. Portanto não há falta de tema e não é, de todo, um livro aborrecido. Mesmo assim dei-lhe 3 estrelas, porque não gostei muito da Paris (não da personagem assim, mas do cenário de todos amam a Paris) e do Dean. Porque o lado macabro da história esta bem conseguido.

 

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publicado às 10:50

 Lucrécia Bórgia - A Princesa do Vaticano

E lá vamos nós outra vez mergulhar no universo dos infames Bórgias, do Papa que gostava de mulheres, no irmão que se dizia ter um caso com a irmã. 

 

Lucrécia é a filha do Papa, e uma das mulheres mais conhecidas da renascença italiana. Aqui, ela conta na primeira pessoa como foi, para ela, alguns dos momentos mais marcantes da época, começando com a eleição do seu pai como Papa, quando tem 13 anos até ao seu iminente terceiro casamento, aos 20 anos.

 

Fiquei ligeiramente desiludida com esta história. Lucrécia não é a infame apresentada noutras obras, mas não foi isso que me fez confusão e até foi na realidade, refrescante essa faceta. Foi a pouca densidade das outras personagens (além da protagonista), alguma criatividade que o autor tomou que não estava à espera e o ritmo lento da história. Apesar de tudo é um livro que se lê relativamente bem, a própria história original tem muito material dramático.

 

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publicado às 10:23

And I Darken

07.09.18

 And I Darken (The Conqueror's Saga #1)

Este livro é completamente diferente de tudo o que já li até hoje, o que me cativa e assusta ao mesmo tempo.

 

Lada e Radu são filho de Vlad, príncipe da Wallachia que foram negociados como termos de paz entre o pai e o imperador Otomano. Num pais estranho, com uma cultura e religião diferente, Lada, destemida e feroz só pensa em fugir, mas Radu sente-se em casa como nunca se sentiu na Wallachia e acaba por se converter também ao Islão. Os dois irmãos acabam por encontrar em Mehmed, o filho do sultão, um amigo improvável e uma teia de conspirações e segredos irá envolve-los.

 

Para os mais atentos, é fácil perceber que esta história se baseia em factos reais, mas apenas isso, não é historicamente correto. Não existe nenhuma Lada, mas existe  um Radu e um Mehmed. Lada é nada menos que a versão feminina reimaginada de Vlad, o empalador (no qual é baseado a lenda do conde drácula). E ela é bem cruel que chegue para esse papel, apesar de não ser preto no branco (Lada é protetora, tanto do irmão como de Mehmed e dos seus homens em várias situações). Lada acaba por ser desenhada como uma feminista precoce, que é tão boa lutadora como qualquer homem e que não se conforma com o papel de "mercadoria" matrimonial.

 

Radu é o oposto da irmã. Era uma criança carente de amor e chorona que acaba por evoluir para um homem observador e inteligente. As armas que os irmãos usam para sobreviver são opostas e quando usadas em conjunto beneficiam ambos. Apesar disso a sua relação é muito complexa, de amor e desprezo mutuo, ainda mais intensificada pelo facto de ambos se apaixonarem pela mesma pessoa. E o resto da história anda basicamente à volta disto, porque quando se apaixonam ambos os irmãos parecem esquecer as motivações que tinham até ai.

 

A história é original, mas ao mesmo tempo muito grande e anda muitas vezes em círculos. É interessante o crescimento dos protagonistas, mas quando surge Mehmed perde-se um bocado da magia da história, porque os protagonistas quebram a sua alma por ele e isso mata um bocado a história. Embora no fim, Lada tenha finalmente decidido voltar a ser ela mesma, o que me deixou curiosa sobre o que vai acontecer a seguir.

 

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publicado às 12:01

O Lar da Senhora Peregrine para Crianças Peculiares

Um livro que é um pouco fora da minha praia mas que me tinha chamado a atenção já à algum tempo (e que entretanto deu num filme).

 

Jacob cresceu a ouvir as histórias do avô sobre uma menina que fazia fogo, um rapaz transparente entre muitos outros, com fotografias como prova. Mais crescido Jacob classificou as fotografias como montagens e as histórias como uma partida do avô. Até ao dia em que o avô morre em circunstancias anormais e Jacob acaba por querer ir à Grã-Bretanha, visitar o orfanato onde o avô ficou após perder a família na segunda guerra mundial. Ai vai descobrir que as histórias do avô era afinal verdadeiras.

 

A narrativa não é muito complicada, a linha é simples: os monstros são reais e existem crianças com poderes especiais. O enredo não é muito surpreendente mas acredito que se tivesse lido o livro aos 16 anos teria tido um efeito completamente diferente em mim. Um ponto que gostei foi as fotografias, que davam uma dinâmica diferente à história e segundo o livro são todas verdadeiras e de diferentes coleções pessoais.

 

No fim é claro que não deixa de ser uma história interessante, com um enredo diferente mas ao mesmo tempo demasiado...infantil talvez?

 

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publicado às 20:32

O Baile de Máscaras

Lizzy é uma moça do campo para quem a vida na cidade se tornou dura, tornando-se uma prostituta. Um dia esbarra em Lord Hayes, que fica intrigado com uma prostituta que tem muito jeito com cavalos. Acaba por lhe fazer uma proposta inusitada: ela é sua acompanhante durante uma semana, enquanto ele está na cidade para fechar um negócio. Lizzy acaba por se revelar uma Lady intrigante e cativante que convencesse a todos, incluído a ele.

 

Eu juro que tive todo o livro à espera de descobrir que afinal os pais de Lizzy não eram aqueles e ela era realmente uma Lady (porque é mesmo tão raro a protagonista quando é pobre e sem títulos não se revelar na realidade extremamente respeitável). Mas não, Lizzy é mundana e fica presa entre o mundo dos ricos e dos pobres. Ao mesmo tempo conhecemos a história de outras prostitutas que se cruzaram com Lizzy, algumas tornaram se amantes, outras cortesãs famosas. O livro tem uma abordagem interessante, pela protagonista, mas ao mesmo tempo estranha (achei estranho a rapidez com que Lizzy conquista, por exemplo, alguns empregados de Edward, já que as prostitutas eram tão desdenhadas, principalmente por outras mulheres, ou como Lizzy, sendo supostamente uma parente de Edward solteira não é vitima das leis de ter de andar com ele com acompanhantes) pequenos pormenores nesta linha que lançam alguma incoerência com a época em questão.

 

No fundo é uma ideia original mas que podia ter sido mais bem conseguida (talvez alguma falta de maturidade na escrita e no desenvolvimento das personagens?).

 

Gostei do final. Bem mais plausível e realista que simplesmente converter a Lizzy numa Lady que toda a gente aceita.

 

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publicado às 21:53

Perto do paraiso

10.08.18

Perto do Paraíso

Depois de ter gostado tanto do outro livro que li desta série, estava com as expetativas bastante altas com este aqui, apesar de já ter outro livro da mesma autora que me tinha deixado meio doce, meio amarga. A história é gira e cativante, mas peca por ser demasiado parecida com Algo Maravilhoso (se tivesse lido este primeiro que o outro, teria gostado mais deste e achado o outro parecido).

 

Lady Elizabeth Cameron é uma moça que na sua primeira temporada encantou toda gente e conseguiu muitos pretendentes. Mas um encontro intenso com Ian Thorton destrói a sua reputação e o seu noivado. A todo este drama junta-se o desaparecimento do irmão que a deixa cheia de dividas. Dois anos depois, tentando manter a casa da família, o tio decide oferecer a sua mão em casamento e ela volta a reencontrar Ian, trazendo à toa todas as mágoas do passado.

 

Elizabeth e Ian são muito parecidos com os protagonistas do outro livro (e amigos deles). Portanto penso que quase tudo o que disse sobre os outros se aplicam a estes. Ela é destemida e corajosa e acaba por voltar a reconquistar a sociedade, ele é mais duro, mais cínico, mas lá bem no fundo é um coração mole. A história é interessante, com algumas reviravoltas, embora penso que o livro é demasiado grande, ás vezes andava um pouco em círculos.

 

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publicado às 20:52

As Mulheres de Summerset Abbey (Summerset Abbey, #1)

Num estilo semelhante de Downtown Abbey, esta é a história de três "irmãs", Rowena e Victoria e Prudence. As duas primeiras, filha de Sir Philip, e a terceira filha da governanta, foram criadas como iguais. Mas com a morte de Sir Philip, elas ficam sob a responsabilidade do tio de Victoria e Rowena e vão para Summerset Abbey, onde Prudence é "despromovida" a criada das jovens com quem sempre partilhou tudo. Assim é apresentada a história dos ricos e dos criados dos ricos.

 

O estilo das histórias passadas em Inglaterra no inicio do século XX é sempre muito semelhante: vemos uma sociedade em que os mais velhos ainda estão presos às regras da aristocracia e os mais novos que cresceram com tudo e querem liberdade e independência. Ao longe, a Primeira Guerra Mundial irá mudar para sempre a vida dos jovens e quebrar de vez as regras de uma sociedade elitista. Apesar de este livro não chegar à parte da guerra, os que o sucedem vão lá chegar, embora não tencione lê-los.

 

Das três, apenas Prudence me cativou. Ela é a que sofre com o maior choque e sente-se verdadeiramente isolada: não pertence nem aos Lords, nem aos criados. Ao mesmo tempo, segue uma busca para descobrir mais sobre a sua mãe, sobre quem ninguém quer falar. Apesar de tudo, não perde a sua alma doce e a sua capacidade de ajudar os outros. Rowena e Victoria acabam por ficar com o lado "bom" da moeda: bem pelo menos não são relegadas para a cozinha, mas mesmo assim acabam por encarar tudo pior que Prudence e acho que isso me irritou. Rowena fica simplesmente apática, nada faz para ajudar Prudence e apenas se preocupa com o aviador que conheceu. Victoria, apesar de doente, é mais destemida que a irmã e tenta mudar o mundo à sua volta, mas mesmo assim faltou qualquer coisa para sentir uma empatia maior (e era uma personagem que na teoria tinha tudo para agradar).

 

No fim, uma reviravolta em que mais uma vez Prudence sofre as consequências enquanto Victoria e Rowena assistem.

 

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publicado às 19:56

O Desejo de Lady Cassandra (Fairbourne Quartet #2)

Esta é a história de uma mulher marcada pelo escândalo por ter recusado no século XIX casar com um homem que supostamente a comprometeu e decidiu viver uma vida independente, sobre a proteção de um tia excêntrica. Mas com a ameaça de o seu irmão de internar a tia, Cassandra decide vender umas quantas joias para fugir com a tia para o estrangeiro. O problema é que Ambury, quem lhe comprou as joias, está a demorar mais tempo que o previsto a paga-las.

 

Cassandra é uma personagem interessante, uma mulher que tem uma reputação mais escandalosa que a realidade, mas que na verdade apenas quer viver a sua vida e proteger quem ama. Ambury era amigo do homem que Cassandra quase casou e que morreu recentemente num duelo, supostamente por causa dela, mas sente-se atraído por ela ao mesmo tempo que não a tolera por causa do dito amigo. Os dois envolvem-se, o irmão dela é o mau da fita, há algumas confusões, alguns mistérios sobre terrenos e joias e um final feliz. Apesar de uma protagonista feminina que gostei, o moço deixou-se assim assim. Os mistérios dão algum interessa à história, apesar de não serem muito surpreendentes, mas no geral este livro é mais interessante que o anterior  muito porque Cassandra é muito mais viva e interessante que Emma.

 

Um livro o género "pipocas para o cérebro" não aprendi nada de novo mas ajudou-me a relaxar e a divertir-me um pouco.

 

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publicado às 21:34

A Mulher Esquecida

Apesar de a sinopse apresentar diversas personagens esta é basicamente a história de Alice: uma jovem doce que tinha um romance secreto com o neto do seu protetor e desapareceu à 16 anos. Jonathan Alleyn vive atormentado desde o desaparecimento de Alice e a única coisa que o tira do torpor que se tornou a sua vida é quando conhece Rachel, uma mulher recém-casada que é muito parecida com Alice. Starling é agora uma criada que Alice salvou em criança e educou com uma irmã. Inconformada com o desaparecimento de Alice, Starling acredita que Jonathan matou a noiva e está disposta a tudo para o provar.

 

A história divide-se em duas partes: o presente, como Jonathan, Starling, Rachel e mais uns quantos se relacionam e investigam o que aconteceu a Alice; e o passado, nomeadamente o que levou à relação de Jonathan e Alice sobretudo na perspetiva de Starling. Ao longo desta leitura senti várias coisas: Alice era perfeita de mais (e perfeita se manteve), Starling era extremamente irritante e para mim não se redimiu, Jonathan foi um grande encolher de ombros porque simplesmente senti que não fiquei a saber nada sobre ele, acabando por ser Rachel a única personagem com qb de interessante, apesar de a forma como o livro é escrito ser bastante frustrante: ritmo lento, confuso, as personagens foram exploradas de uma forma que sei muito sobre elas mas ao mesmo tempo não criei uma ligação com praticamente nenhuma. O que aconteceu a Alice e as suas causas acabaram por não ser na totalidade o que estava à espera, embora tenha todo um lado sórdido que devia de ser surpreendente, mas ao mesmo tempo não me encheu as medidas e soou estranho.

 

Um livro que se lê, porque tem alguns mistérios suficientemente fortes para manter o interesse, mas que ao mesmo tempo deixa um travo amargo no fim da leitura, por todos os motivos apresentados.

 

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publicado às 22:19

 A Pedra das Lágrimas - Parte I (A Espada da Verdade, #3)

Eu cometi o erro de pensar que este livro era o principio de algo quando era na realidade um segundo livro. Ao inicio senti falta de empatia com as personagens e de perceber como tinham chegado ali e as histórias sub entendidas, mas com a leitura comecei a unir os pontos e a meio já sabia quem era quem.

 

A história passa-se num mundo fantástico que estava nas mãos de um tirano que foi derrotado, mas agora esta a tentar regressar do mundo dos mortos por uma brecha e trazer com ele algo muito mais perigoso, o Guardião (um equivalente do Diabo). Richard, um rapaz com poderes especiais e que derrotou este tirano é o único que pode fechar a brecha, mas ele está mais ocupado em viver o seu felizes para sempre com Kahlan, uma madre confessora (uma espécie de mediadora de conflitos). Ao ser atacado por umas fortes dores súbitas as coisas não vão correr como eles estavam à espera.

 

Esta história tem um pouco de Game Of Thrones... ninguém protagonista morreu ainda, mas tem muitas guerras e violações macabras, sexo entre Irmãs (uma espécie de freiras que estudam profecias e treinam jovens com o dom) e seres diabólicos... e pronto todo este cenário para mim é um bocado desmotivador e fez-me largar o livro durante uns dias. Os protagonistas começam juntos e acabam separados, há alguns mistérios para resolver...nomeadamente a identidade das Irmãs que trabalham para o Guardião e o que vai acontecer as personagens, mas não me senti muito tentada a continuar esta aventura, tem muitas personagens, umas quantas narrativas diferentes e de várias perspetivas o que faz com que quando um elo da história se torna interessante rapidamente mudes para outro que é mais aborrecido.

 

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publicado às 20:13



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