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The False Princess

 

Que tal um pouco de young adult com uma história leve, fofa, com intrigas palacianas? É exatamente o que este livro é, um livro simples mas com uma história suficientemente interessante sem enredos demasiados complexos ou complicados.

 

Naila é a princesa herdeira de Throvaldor. Até que um dia descobre que o seu verdadeiro nome é Sinda e que não passava de uma falsa princesa, colocada no lugar da verdadeira para a proteger de uma profecia. Quando não é mais precisa no palácio. Sinda é enviada para viver com a tia, uma tintureira fria que teve uma vida dura. Inconformada com a sua nova vida, Sinda tenta encontrar o seu lugar no mundo ao mesmo que descobre que tem magia no sangue. Assim, ela volta à cidade para aprender a controlar a magia ao mesmo tempo que se envolve num drama que pode mudar o destino de todo o pais.

 

É uma história gira, Sinda é uma protagonista que tem de lidar com alguns cenários complicados e tem algum amadurecimento ao longo da história. O enredo não é aborrecido, está sempre a acontecer alguma coisa e apesar de não ser muito surpreendente é suficientemente intrigante para ser uma leitura interessante. Dentro do género merece sem dúvida as quatro estrelas e soube-me muito bem ler uma história mais descomplicada.

 

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publicado às 21:30

Um novo amanhã

03.08.18

Um Novo Amanhã

Veronika e Veronica são duas meninas que além do nome em comum têm também uma paixão pelo ballet. O que as une acabará por as levar por um caminho obscuro que arruinará a vida de ambas. Passado vinte anos, as duas voltam-se a encontrar e precisam de lidar com o passado.

 

Esta é uma história ao nível que a Dorothy Komson nos habituo e muito na linha deste aqui mas que foca algumas temáticas diferentes. Uma questão que me tocou muito foi toda a apresentação do mundo dos sem abrigo e daquilo a que são sujeitos quando estão nas ruas. Outro ponto surpreendente é o facto de uma delas se ter tornado freira...a sério que estas duas amigas não podiam ser mais diferentes e intensas. Penso que apesar de tudo, o ovo podre saiu à Nika, ela viu-se traída várias vezes e teve uma vida mais difícil e apesar disso consegue lidar com algumas situações complicadas de maneira admirável (e até eu agora atravesso uma fase da vida em que apenas estou bem com a música aos altos berros para "tentar" ignorar o mundo). Roni apenas tentou lidar com a culpa de várias maneiras e passa a maioria do livro à procura de redenção. Chocou-me o facto de em comum ambas terem a mãe (pelo menos) tão preocupada com o status e tão pouco preocupada com a filha.

 

Um livro que é um golpe interessante de realidade e que podia ser a história de algumas pessoas que encontramos na rua todos os dias. Afinal, é mais fácil enfiar a cabeça na areia que aceitar a realidade não é? 

 

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publicado às 22:39

A Princesa Branca (A Guerra dos Primos, #5)

Após o relance que Isabel de York tinha dado nalguns livros anteriores, sobretudo na Filha do Conspirador e na Rainha Vermelha, estava à espera de muito mais. Afinal, a vida de Isabel é basicamente resumida na frase que ela tantas vezes repente "Eu não sei.".

 

Após quatro livros da Guerra dos Primos (ou Guerra das Rosas), este livro vem contar o que acontece depois do "fim" oficial da guerra, quando Henrique VII se torna rei de Inglaterra e casa com Isabel de York, que era sobrinha de Ricardo III, que foi derrotado por Henrique. E se esta união entre as duas frações poderia ser o fim da história, é na realidade apenas mais um capitulo, pois durante o reinado de Henrique ele vai ser perseguido pelos fantasmas dos príncipes na torre, irmãos de Isabel, que desapareceram misteriosamente e são os verdadeiros herdeiros de Eduardo IV (pai de Isabel e dos príncipes), ao mesmo tempo que Isabel tenta ser rainha de uma corte onde a sua família foi derrotada, mas cheia de traições e segredos.

 

Alguns factos interessantes deste livro: praticamente todas as personagens dos livros anteriores estão mortas, principalmente ao nível de presumíveis herdeiros do trono masculinos. Outras quantas morrem no decorrer deste livro. Isto deu-me uma certa nostalgia, porque este foi um período realmente negro na história de Inglaterra: as lealdades mudavam constantemente e facilmente se perdia a cabeça, para além da devastação de constantes guerras e conspirações, que facilmente levaram o pais e os seus habitantes a um estado de penúria.

 

Quanto ao livro em si, penso que podia ser bem mais pequeno, porque a história parece andar sempre em círculos: Isabel nada sabe, Henrique tem medo de um potencial príncipe de York. A sua relação vive ao sabor destes dramas, e quando parece que finalmente eles se começam a aproximar e a superar as divergências históricas das suas famílias, um novo potencial príncipe surge no horizonte, Henrique fica louco e Isabel nada sabe. Apesar disto, a história prende-nos e sentimos alguma empatia por todas as personagens, tanto quem está no poder, como quem quer lá chegar. Nascer um possível herdeiro real naquele tempo poderia ser uma sentença de morte. Isabel, apesar de nada saber, cria empatia por viver uma vida constantemente dividida entre o dever à sua família e o dever ao marido. Gostei da sua relação com o filho, Artur. O seu outro filho, Henrique, já demonstra o carácter que irá tornar o seu futuro reinado num dos mais marcantes e conhecidos do mundo.

 

Não deixa de ser um livro interessante, com muito drama, que dá um versão sobre os príncipes na torre bastante interessante (e quem sabe se não é a verdadeira?). Afinal, são os vencedores que escrevem a história.

 

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Há uma série sobre este livro.

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publicado às 12:43

Acordo com o Marquês (Scandal & Scoundrel, #1)

As pessoas usam os livros para vários fins: para conhecer melhor o mundo, ou a si mesmos ou aprender sobre um tema técnico. Eu uso os livros como válvula de escape e terapia anti stress. E este género de livros são o mais anti stress possível. Não aprendi nada de útil no fim deles, mas sou sem dúvida uma pessoa mais alegre.

 

Nunca tinha lido nenhum livro desta autora, confesso que por causa das capas e dos títulos. Pensava que era mais uma daquelas autoras que surgiu no género em que as histórias não tinham grande interesse, mas fui bastante surpreendida. Sarach MacLean sabe escrever um romance com drama, paixão e o que eu valorizo mais, humor.

 

Sophie Talbot faz parte de uma família de novos ricos que "compraram" o titulo nobre da família. Ela e as irmãs são uma espécie de Kardashians do século XIX, sempre na boca dos folhetos de cusquices e meio desprezadas meio desejadas por quem as rodeia. Um dia Sophie encontra o cunhado a trair a irmã e humilha-o diante de toda a aristocracia, que lhe vira as costas a ela. Na sua fuga, cruza-se com Marquês de Eversley que é (adivinhem!) um boémio solteiro conhecido por terminar noivados (de terceiros, sendo apanhado com a noiva). Juntos encenam uma fuga caricata que acaba num acordo: Sophie finge ser sua noiva para ele se vingar do pai, enquanto ela poderá ter a liberdade que sempre quis se tiver a reputação arruinada.

 

O livro é divertido e Sophie é uma protagonista que não aborrece ninguém. Eversley é um grande parvo a maioria do livro, e se na vida real não suportaria alguém assim, no livro não me faz grande diferença e é a sua teimosia que gera muitos dos momentos divertidos do livro. 

 

Uma escolha surpreendente e interessante para relaxar, mesmo que este Verão esteja a ser mais farrusco.

 

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publicado às 22:52

A Rainha do Verão (Leonor de Aquitânia, #1)

Até ter pegado neste livro nunca tinha fixado o nome de Leonor de Aquitânia, mas parece que ela foi uma mulher e tanto. Herdeira do ducado de Aquitânia, numa época em que as mulheres eram vistas como inferiores, cedo tem de ser fiel aos desígnios dos homens da mandam na sua vida: o pai, o tutor e o marido. Mas Leonor não foi educada como as mulheres do seu tempo e é inteligente e culta, e percebe que se jogar as cartas certas pode atingir os seus objetivos e os de Aquitânia. Aos treze anos esta jovem torna-se Rainha de França e tem de aprender a mover-se nas intrigas da corte.

 

Leonor é realmente uma mulher forte do seu tempo. O mais interessante sobre este livro é que não se colocou a mentalidade de uma mulher do século XXI no corpo de uma Rainha da idade média. Leonor é uma mulher do seu tempo, que joga com as limitações que tem. É leal ás suas origens e à sua problemática irmã. Tenta construir uma relação com Luís, o marido, que ao longo do livro vai ficando cada vez mais devoto a Deus e a culpa pela falta de um herdeiro masculino (que personagem irritante, mas ao mesmo tempo deu pena ver o jovem assustado, mas que tinha potencial, transformar-se num fanático que despreza a esposa). 

 

***Possiveis spoilers a partir daqui!****

Um receio que tinha neste livro era atrapalhar-me com os nomes e factos históricos: conheço mal o período histórico em questão, mas no geral isso não se verificou. Apenas senti isso na cruzada para Jerusalém, há mais rodagem de personagens, e é no geral, uma parte mais aborrecida do romance, apesar de ser a fase onde se dão acontecimentos chave para Leonor e para o fim do seu casamento. A mudança que vem com o fim do casamento de Luís e Leonor acaba por ser refrescante (até eu já me queria divorciar da parte dele da história) e trouxe uma nova perspetiva à história, sobretudo porque como era poderosa, Leonor não poderia permanecer muito tempo solteira (risco de rapto iminente!) e o seu segundo marido é o oposto do primeiro.

 

Este livro faz parte de uma trilogia e fiquei curiosa por saber mais sobre esta mulher. Uma leitura elucidativa para perceber a sorte que tenho em ser uma mulher do século XXI!

 

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publicado às 20:05

Segredos do Passado

Esta é a história de duas crianças que vêm de estratos sociais completamente diferentes: Claire, a menina de ouro de dois clãs históricos da região, mimada e acarinha e Roan, o filho do bêbedo da cidade, que anda sujo e cheira mal. Entre eles é forjada uma amizade improvável e especial, mas algo mau acontece que os separa durante vinte anos. O reencontro acaba por provar que ainda há muita coisa do passado que os persegue.

 

A história acaba por ter duas partes: a infância e a idade adulta. A infância acaba por vezes por pecar por demasiadas descrições e muitos familiares (a família de Claire é enorme) o que numa fase inicial é confuso, mas a pouco e pouco a história torna-se familiar. A relação de amizade improvável entre Claire e Roan é ternurenta, mas esta fase também é cheia de violência. Se por um lado é uma fase intensa, por outro ouve algumas partes em que me senti saturada e com alguma falta de vontade de continuar. Nesta fase um destaque para as avozinhas, umas personagens bastante divertidas.

 

Na segunda fase, Claire e Roan lidam com as feridas do seu passado e são pessoas diferentes. Esta fase é para mim mais interessante porque há muitas pontas soltas, a querer saber o que vem a seguir e é acrescentado um novo mistério ao enredo. Confesso que a relação entre o Roan e a Claire não se tornou naquilo que eu estava à espera, mas não me senti desiludida nem nada disso, apenas foi diferente, acho que perderam um bocado a magia que tinham na primeira fase.

 

Por fim, o livro podia ter menos umas cem páginas. Perde-se muito em descrições excessivas e histórias de pessoas que nunca mais vamos ouvir falar ao longo do livro, mas não deixa de ser uma boa história, com o melhor e o pior das grandes famílias e o melhor e o pior da sociedade.

 

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publicado às 20:38

A dama do retrato

Confesso que o que sabia sobre a corte de Carlos II de Inglaterra era que a nossa Catarina de Bragança tinha sido sua rainha e tinha levado para Inglaterra o hábito de beber chá. Na realidade o reinado de Carlos II começou no exílio, numa época instável, tanto politicamente como religiosamente, e foi recheado de amantes. Entre elas a aia da rainha, de seu nome Frances Stuart, que ficou famosa por resistir aos avanços do rei. Se resistiu até ao fim, a história não nos diz, mas Maeve Haran decidiu criar a sua própria versão.

 

Coisas que gostei: gostei das personagens, da forma como a história é contada. Não é aborrecida e acho que faz um retrato interessante das intrigas e jogos de poder da corte. Frances é uma protagonista de mão cheia e muito fiel aos seus princípios, mas penso que peca por ser demasiado moderna: parecia uma mulher do século XXI, tanto na maneira de pensar como de agir, o que me fazia muitas vezes pensar como isso não a meteu em sarilhos numa época em que a opinião das mulheres era suprimida e muitas vezes alvo de repreensões. Confesso que a certa altura, tal como o rei, já estava farta enquanto leitora de todo aquele jogo do rato e do gato, mas na realidade Frances pouco fazia para o encorajar, também não era justo que pagasse por isso. Barbara, a amante mais famosa do rei é na prática a má da fita, penso que há outros livros que contam a história dela, fiquei curiosa. Uma palavra também sobre a nossa Catarina, a rainha, que tem uma atitude bastante interessante em relação a toda esta perseguição do seu marido a Frances. Acabam por se tornar bastante próximas.

 

Um livro interessante para quem gosta de livros históricos com alguma criatividade à mistura.

 

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publicado às 15:36

Escândalos em Família

O nome é certo, toda esta história gira em torno de uma família e muita polémica. Após a morte súbita do marido, Alicia decide voltar à terra onde nasce, Holly Wood com os dois filhos, Nat e Darcie. Mas esta nova fase da sua vida não será fácil, pois em Holly Wood vive também a sua cunhada, Sabrina, que foi amante do marido de Alicia.

 

Este livro é na prática uma grande telenovela. Sabrina é a má da fita. Apesar de ser ela e a filha que dão cor ao livro (que seria aborrecido sem elas) tive pena de ela ser demasiado quadrada, ser desenhada apenas como a má. Não gosto de personagens que apenas têm uma vertente, todos somos bonzinhos e mauzinhos e as obsessões de Sabrina e a forma como foi descrita, tive pena, podia lhe ter sido dada toda uma outra dimensão. Ao contrário da mãe, Anabelle acaba por ter dois lados: a adolescente rebelde devido ás crises da mãe que apenas está em busca de atenção e ao mesmo tempo uma Anabelle frágil e que tem de lidar com as consequências do que fez. Quanto a toda a temática que se torna central a partir de meio livro (a violação) e acaba por lhe dar um novo fôlego, acaba por ser bem conseguida. É difícil para mim, enquanto leitora, saber quem está certo. Anabelle, a vitima, que dormia com tudo o que mexia, assediava o seu violador e depois aparece como vitima. Ou Nat, o menino bonzinho que se passou da cabeça com o que Anabelle lhe disse ao ponto de a violar. O fim acaba por ser agridoce, mas era o fim esperado, em que todos têm razão e todos ficam bem.

 

Até agora falei de quase todas as personagens do livro menos a protagonista... engraçado não é? Alicia é a típica boazinha a quem acontece tudo de mau. Sem sal completamente. As partes dela foram lidas na diagonal e ainda mais na diagonal o seu romance com o Cameron.

 

Um livro interessante, bastante novelesco, mas que prende do inicio ao fim. Foi uma leitura semi compulsiva (exceto a parte da Alicia).

 

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publicado às 13:10

Memórias de uma Cortesã

Tully foi uma jovem com uma infância difícil. A mãe morreu nova, o pai tinha todos os vícios. Este caminho leva-a a tornar-se uma das mulheres mais desejadas de  Londres no século XVIII. Mas acaba perto da forca por assassinato. É ai que ela decide escrever as suas memórias e como foi de prostituta de luxo ao cadafalso. Com muito sexo à mistura e magia.

 

Para um livro que se descreve como uma odisseia sexual estava de certo modo à espera de "pior". Ele tem sexo com fartura sim, de todos os gostos e feitios, heterossexual, homossexual, ménages, violações... o que me surpreendeu mais foi uma prostituta acabar por ter "poucos" parceiros. Tully dorme, no âmbito da sua profissão, com três homens durante o livro. Fiquei surpreendida, apenas isso. As cenas de sexo também não são demasiado descritivas, um caso que tinha receio neste livro é que fosse mais sobre sexo do que sobre a história que a Tully queria contar e para meu alivio isso não se verificou.

 

Tully tem uma personalidade interessante e uma curiosidade sexual precoce. Penso que a maneira livre como encara a descoberta da sua sexualidade se deve ao não ter qualquer tipo de educação religiosa e, ao ser pobre, a sociedade da altura não lhe impusesse que casasse virgem de forma tão veemente. Acaba por ser a magia que vai chamar a atenção de um mágico em decadência que a levará, de certo modo, a um bordel gourmet, onde Tully acaba por se tornar cortesã e mágica. A parte da magia sempre me pareceu meio deslocada do resto da história, talvez porque nunca tinha lido um romance deste género, nesta época, com magia. A magia também acaba de certa forma por elevar o estatuto de Tully e torná-la na mulher mais desejada de Londres. 

 

É um livro diferente, interessante, de certo modo surpreendente e que gostei. 

 

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publicado às 09:03

Eleanor & Park

25.05.18

Eleanor & Park

Dois miúdos desajustados, ele meio coreano, ela conhecida como a "ruiva gorda" acabam por ser colegas de autocarro. A pouco e pouco aproximam-se e nasce uma história de amor improvável.

 

É uma história fofa e que faz reviver o primeiro amor, em que cada toque é poesia. Tem algum drama, nomeadamente na família de Eleanor e do racismo à volta dos protagonistas (embora seja um critica habitual deste livro ser considerado "pouco racista" para os anos 80 naquela zona do EUA). Tive pena do final, demasiado aberto, mas ao mesmo tempo percebi porque foi assim, afinal foi realista, apenas gostava de saber o que aconteceu ao resto da família da Eleanor. Outras coisas que me perturbaram: acho que a relação entre eles teve uma mudança demasiado bruta: de "ehhh a miúda/miúdo esquisito sentou-se a meu lado" para um "amo-te" demasiado rápido, a amizade deles antes do amor (porque cada amor (não paixão) tem sempre uma base de amizade). Faltou esse passo, eu senti falta dele pelo menos. Mas isto não tira valor ao livro, é uma leitura que vale a pena, é bom sentir como é ter 16 anos e estar apaixonado.

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publicado às 21:03



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