Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



O Feitiço da Lua Azul

Um conto diferente, baseado no folclore existente antes do cristianismo, focando no choque entre o selvagem e o domado. A capa é belíssima e a história tem uma escrita poética enquanto descreve a perda da inocência e a vingança de uma rapariga que faz parte da floresta contra o rapaz que lhe partiu o coração. É claro que a vingança exercida por ela, no mundo real é excessiva, mas neste mundo mitológico e de fantasia faz todo o sentido, sendo quase como uma lenda a ser contada à volta de uma fogueira. E como tudo na vida ela também vai pagar o preço.

 

Para mim neste livro Joanne Harris distingue-se no estilo em que gosto mais de a ler, na mitologia, em vez de no estilo mais novelesco que a tornou famosa.

 

Classificação: Ficheiro:Star Ouro.svgFicheiro:Star Ouro.svgFicheiro:Star Ouro.svgFicheiro:Star Ouro.svg

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 11:46

Resultado de imagem para a eleita de kushiel

Cá estou eu outra vez, a falar desta saga, que não é para mim a melhor saga de todos os tempos, mas uma história refrescante, diferente e que sobretudo me intrigou. E para quem já leu de tudo um pouco, não é fácil ficar intrigado por um livro novo (ou velho).

 

Depois de uns tempos mais calmos, Phèdre decide voltar à corte e tentar descobrir onde está Melisandre e qual será o seu próximo passo. Para isso volta ao serviço de cortesã e a enredar-se no mundo da política, que a levará a conhecer novos países e a esbarrar numa intriga para depor a rainha.

 

Apesar de ser mais político, como o primeiro livro, neste Phèdre é mais madura e menos deslumbrada e talvez por isso este é mais interessante. Algumas personagens queridas afastam-se dela e novas surgem, há mais uma intriga, embora foi muito óbvio para mim onde Melisandre estava para ai desde que aquele assunto foi mencionado, talvez a meio do livro. O final é dramático e deixa-me numa posição de querer ir já ler o seguinte.

 

Classificação: Ficheiro:Star Ouro.svgFicheiro:Star Ouro.svgFicheiro:Star Ouro.svgFicheiro:Star Ouro.svg

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 15:09

This Shattered World (Starbound, #2)

Eu trabalho em inglês e vivo parcialmente em inglês. E se a falar ainda me atrapalho, ler não é um problema no geral. Embora, sempre que tenho escolha prefiro ler em português, quando leio em inglês tenho de ter um tradutor por perto para uma ou outra palavra que não conheço. Infelizmente, mesmo assim, acho que não consigo saborear a leitura da mesma maneira. Neste caso, após ter ficado meio obcecada com o primeiro livro, se queria continuar esta história teria de ser em inglês, mais um caso de um livro que não vendeu o suficiente para prosseguirem com a publicação da série?

 

Num futuro distante onde os humanos colonizam planetas, que passam por um processo de se transformarem habitáveis, Avon foi um planeta onde as coisas não correram como esperado. Está sempre nublado e o planeta não se desenvolveu. Desesperados os seus habitantes revoltam-se por melhores condições e soldados são enviados para acabar com isso. Jubilee ou Lee, como prefere, é um soldado dos melhores, Flynn é a inspiração dos rebeldes, mas quer a paz. Os seus destinos cruzam-se de maneira inesperada ao mesmo tempo que percebem que algo em Avon não bate certo e que há alguém por detrás da "não evolução" do planeta.

 

A história não é aborrecida e tal como no primeiro livro, o romance é lento e em segundo plano. Vindos de realidades distintas, os protagonistas crescem ao longo do livro e senti especial empatia por ela, um soldado que nasce de um trauma, mas que ainda quer lutar por um mundo melhor. Ao contrário do primeiro livro aqui é mais fácil perceber o que causa a Fúria, visto que já vimos aquela história em algum lado. As semelhanças entre os dois livros são algumas, mas ao mesmo tempo são muito diferentes, este tem mais personagens e mais ação. Apesar de ter gostado bastante não me cativou tanto como o primeiro por não haver um fator surpresa tão grande, mas ao mesmo tempo o conhecimento prévio permitiu-me perceber melhor alguns pormenores que eram mais confusos no primeiro.

 

Curiosa para ler o próximo e ver se o mau da fita vai finalmente pagar por tudo.

 

Classificação: Ficheiro:Star Ouro.svgFicheiro:Star Ouro.svgFicheiro:Star Ouro.svgFicheiro:Star Ouro.svg

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 15:51

Resultado de imagem para a marca de kushiel

Depois de ter lido o primeiro, fiquei curiosa com o segundo. Mais pelo final do primeiro, que ficou ali num momento crucial e interessante (na versão original este e o primeiro livro eram um só livro e tenho a dizer que juntos seria um livro para umas mil páginas, porque são ambos grandes).

 

Neste livro Phèdre deixou para trás a sua terra e foi vendida como escrava aos Skaldis, inimigos do seu povo. A história começa quando ela conhece o líder deste povo e os seus planos em conquistar Terre D'Ange e decide que tem de fazer tudo o que lhe for possível para destruir os seus planos.

 

Primeiro que tudo este livro é, de longe, bem mais interessante que o primeiro. Tem mais drama, estratégia, viagens, novas personagens interessantes e guerra. E muito menos de Phèdre e do seu dom. Ele está presente e é crucial em algumas partes, como ela própria diz, quando se envia uma cortesã fazer o trabalho de um diplomata, os meios para se conseguir aliados são outros. E faz sentido, neste ambiente e nesta história, aliás há nesta obra muita coisa que eu não concordo, mas no contexto da história faz todo o sentido que assim seja, e se fosse de outra maneira seria estranho. Há uma maturidade na protagonista e acho que ela deixou de ver as coisas de forma tão leviana como no primeiro livro, esse crescimento da personagem agradou-me.

 

Provavelmente vou ler o terceiro livro. A história intriga-me e é de certa forma diferente e refrescante sem cair no banal comercial dos livros com sexo que vemos hoje em todo o lado. Porque há muito mais do que isso neste livro. Embora pela sinopse do terceiro livro tenha algum receio de que seja semelhante ao inicio do primeiro, mas vamos ver.

 

Classificação: Ficheiro:Star Ouro.svgFicheiro:Star Ouro.svgFicheiro:Star Ouro.svgFicheiro:Star Ouro.svg

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 21:31

32173849

Judith McNaught corre o risco de se tornar uma autora que gosto ter debaixo de olho. Não amei todos os livros que li dela até agora, mas estão acima da média.

 

Lembras-te de mim trás a história de Diana Foster, uma menina rica que cria laços com o cavalariço pobre. Muitos anos passaram e eles voltam a reencontrar-se, mas a vida mudou muito. Diana é agora responsável por uma revista que promove um estilo familiar, saudável e biológico que a sua família vive, por necessidade. Tudo fica em risco quando o estilo da revista é posto em causa pelos rivais quando ela perde o noivo para outra. Cole é um milionário que subiu a custo, mas está em risco de perder metade da empresa. Quando se reencontram percebem que um casamento de conveniência pode resolver todos os seus problemas.

 

A sinopse parece um pouco cliché, mas a história é boa pela maneira como é escrita: ao iniciar-se por onde tudo começou, como a Diana conheceu a família da madrasta, como todos criaram  laços, ao mesmo tempo que nos apresenta a relação ternurenta e inocente com Cole, entre a menina perfeita que é mais que aparenta e o cavalariço esfomeado que tem grandes sonhos e um passado de pesadelo. No presente, perde-se alguma desta magia inicial, torna-se mais um caso de atração fatal, embora o protecionismo da família da Diana mesmo na adversidade seja encantador. 

 

Nesta segunda fase surge também o passado de Cole. Cole é o típico protagonista de Judith McNaught, duro mas no fundo um coração mole (que normalmente só se torna visível após alguns encontros com as protagonistas) e com uma história traumática. Tenho alguma pena de os homens dos livros dela serem todos tão parecidos quando o restante da história é muitas vezes bastante original.

 

Um livro que gostei, teve quase quase quase nas cinco estrelas, mas faltou ali qualquer coisa. E para um livro escrito em 1996 está bem fresquinho.

 

Classificação: Ficheiro:Star Ouro.svgFicheiro:Star Ouro.svgFicheiro:Star Ouro.svgFicheiro:Star Ouro.svg

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:50

Anexos

14.12.18

Anexos

Esta é uma história passada na viragem do século XX em que o maravilhoso mundo da Internet começa a ser descoberto e os e-mails são a loucura. Um jornal decide instalar um programa que controla os e-mails dos seus funcionários e assinalar os que violam as políticas da empresa. Lincolm é a pessoa por detrás das reprimendas dos seus colegas por e-mails que quebram as regras, que trabalha de noite e quase ninguém conhece. Aborrecido por um trabalho que não se identifica acaba por se envolver na troca de e-mail de duas colegas, Beth e Jennifer, que não conhece. A história evolui e ele acaba por se apaixonar por Beth sem saber quem ela é, apenas pelos seus e-mails.

 

A história é ternurenta e divertida. Os e-mails entre a Beth e a Jennifer soam tal e qual como a conversa que se tem com a melhor amiga numa pausa para café. O Lincolm é também uma personagem interessante, pois apesar de se sentir socialmente inapto, vai a pouco e pouco ultrapassando aquilo que o prende e á uma evolução muito positiva sua ao longo da história. As histórias paralelas são também muito interessantes, as personagens secundárias têm densidade e as suas próprias histórias para contar. Eu gostei muito do livro, li-o num ápice. Apenas não tem cinco estrelas porque não consegui desligar o botão da realidade... ou seja, na vida real o Lincolm seria ligeiramente assustador e algo ao nível de um stalker de e-mails e sei que detestaria que alguém "seguisse" assim a minha vida pessoal, se eu fosse a Jennifer ou a Beth. I know, elas sabiam que alguém poderia ler os e-mails delas e que havia controlo disso, mas o que é romântico num livro pode ser estranho e desconfortável na vida real. Outra coisa que não me encaixou muito bem neste livro é o facto de inicialmente (e pela reação de outras personagens) o Lincolm parecer um rapaz comum e até talvez feio(?) mas depois mais à frente a Beth e a Jennifer descreverem no como giro e bom, quase um adónis. É estranho e não sei se me convenceu.

 

Classificação: Ficheiro:Star Ouro.svgFicheiro:Star Ouro.svgFicheiro:Star Ouro.svgFicheiro:Star Ouro.svg

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 20:50

O café do amor

07.12.18

O Café do Amor

Um bom titulo alternativo para este aqui seria algo como "personagens traumatizadas que tentam ultrapassar os seu problemas com ajuda de uma fada madrinha culinária que mora nas montanhas".

 

Cathryn Deen era uma das mulheres mais bonitas, desejadas e famosas do mundo. Até o dia que um acidente a deixa desfigurada e a vida como conhecia cessou de existir. Acaba por, a convite de uma prima perdida chamada Delta que foi das poucas pessoas que a ajudou no período mais negro da sua vida, regressar a casa da sua avó, uma casa perdida nas montanhas, sem luz, água, etc. Uma ex-estrela nesta situação é sempre algo entre o dramático e o cómico. Thomas é um ex-arquiteto que passa mais tempo alcoolizado que sóbrio e que também foi "adotado" por Delta. Juntos, Cathryn e Thomas vão desenvolver uma relação onde tentam ultrapassar os seus traumas, com uma miríade de outras personagens secundárias.

 

A história não é demasiado centrada no romance de Cathryn e Thomas, o que foi ótimo. E também não foi daquelas de apaixono-me e miraculosamente todos os meus traumas e problemas ficam resolvidos. Delta é uma personagem muito querida e que é a cola que une todas as outras personagens, que no momento certo irão salva-la também. Gostei do senso de comunidade criado pelas personagens daquela cidadela perdida nas montanhas, do romance mais ou menos lento e de umas meninas que aparecem a meio da história. Esta é na realidade uma história com histórias dentro e todas são interessantes.

 

Acaba por não ter a nota máxima porque houve algumas partes monótonas ou demasiado descritivas. Também senti algumas vezes que a Cathryn e o Thomas andavam em círculos, com algumas situações repetitivas. Claro que isto tudo não lhe tira o mérito de ser um livro sobre superação interessante.

Classificação: Ficheiro:Star Ouro.svgFicheiro:Star Ouro.svgFicheiro:Star Ouro.svgFicheiro:Star Ouro.svg

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 19:56

 A Indomável Miss Bridgerton (Rokesbys, #1)

Para fazer a ponte entre uma das suas mais queridas séries literárias e uma mais recente, Julia Quinn decidiu recuar no passado e contar a história de Billie que seria tia dos Brigertons da série original.

 

A família de Billie sempre se deu tão bem com os vizinhos, os Rokesby que eles praticamente se consideram uma só família. E apesar de ter vivido aventuras incríveis com Edward, Andrew e Mary, sempre teve discussões incríveis com George, o mais velho, que por ser o herdeiro cedo aprendeu que vive num mundo à parte. Já adultos, Billie lida com o facto de ser uma herdeira com o género errado e George com a frustração de não poder ser militar como os irmãos. Quando se juntam, discutam, até que um dia se beijam e afinal as coisas mudam.

 

Este livro tem aquele sentido de humor perverso que a autora já nos habituou, com cenas cómicas, outras comoventes mas uma história fofa. Não é tão bom como a série original, mas não deixa de arrancar uns sorrisos e umas lágrimas e consegue manter vivo aquele espírito familiar que tornou a autora famosa. Gostei da Billie e gostei do George (eu e a crush por personagens mais sérios), acho que fazem um casal que se equilibra muito bem por serem tão diferentes mas ao mesmo tempo iguais. Pelo contrário o Andrew irritou-me um bocadinho.

 

Classificação: Ficheiro:Star Ouro.svgFicheiro:Star Ouro.svgFicheiro:Star Ouro.svgFicheiro:Star Ouro.svg

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 19:32

A Última Carta de Amor

Jojo Moyes gosta bastante de criar histórias em que uma personagem vive no passado e uma personagem no presente tenta desembrulhar a história do passado. Aconteceu o mesmo neste aqui.

 

Jennifer Sterling é uma mulher troféu de um empresário bem sucedido dos anos 60. Um dia tem um acidente de carro e acorda sem memórias. A sua vida, não lhe parece dela, e não parece sentir qualquer atração pelo marido. Até que um dia encontra uma carta de amor misteriosa, para ela, assinada por B. Encontrar B passa a ser o seu objetivo, ao mesmo tempo que o seu passado e o seu presente começam a chocar. Na atualidade, Ellie é uma jornalista empenhada, amante de um homem casado. Encontra uma carta de amor de B e tenta investigar qual a história por detrás de uma carta que a tocou tanto.

 

Foi-me mais fácil criar empatia com a Jennifer do que com a Ellie, mas não tem a ver com as personagens em si, mas como a forma como a narrativa está dividida. Temos um primeiro capitulo com a Ellie e depois só voltamos a ouvir falar dela a mais de meio do livro, porque no meio entre Jennifer. E quando chega a altura de conhecer melhor a Ellie, eu não quero conhecer a Ellie mas saber o que aconteceu com a Jennifer. E isso fez-me sentir menos empatia com a Ellie. Isto também se pode dever a teoria de as histórias no passado serem mais interessantes porque havia mais impedimentos sociais e morais, um pouco o que acontece com a Jennifer. Outro ponto que me chamou a atenção é que mesmo na parte da Jennifer a história anda para trás e para a frente: acompanhamos a Jennifer (ainda mais) do passado quando ela conhece o seu amante e a Jennifer que perdeu a memória e tenta descobrir quem ele é. Isto pode tornar a história confusa, bem como o leque de personagens que seguimos: Jennifer, o amante dela, o marido dela, a secretária do marido,... e para os mais desatentos e que não leem muito consecutivamente isto pode ser confuso.

 

No geral gostei da história, gostei do choque cultural entre Jennifer e a sua sociedade que via as mulheres de empresários apenas como decorativas, a sua relação com B, e todo aquele suspense que manteve a ler para saber o que ia acontecer a seguir. Na Ellie gostei da sua luta interior ao ser amante de um homem casado e a forma como ela lida com isso. É um livro cheio de traições, que não são sempre preto no branco, apesar de na vida real ser uma coisa que me perturba. Se as pessoas querem trair, não se comprometam.

 

Classificação: Ficheiro:Star Ouro.svgFicheiro:Star Ouro.svgFicheiro:Star Ouro.svgFicheiro:Star Ouro.svg

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 17:11

The False Princess

 

Que tal um pouco de young adult com uma história leve, fofa, com intrigas palacianas? É exatamente o que este livro é, um livro simples mas com uma história suficientemente interessante sem enredos demasiados complexos ou complicados.

 

Naila é a princesa herdeira de Throvaldor. Até que um dia descobre que o seu verdadeiro nome é Sinda e que não passava de uma falsa princesa, colocada no lugar da verdadeira para a proteger de uma profecia. Quando não é mais precisa no palácio. Sinda é enviada para viver com a tia, uma tintureira fria que teve uma vida dura. Inconformada com a sua nova vida, Sinda tenta encontrar o seu lugar no mundo ao mesmo que descobre que tem magia no sangue. Assim, ela volta à cidade para aprender a controlar a magia ao mesmo tempo que se envolve num drama que pode mudar o destino de todo o pais.

 

É uma história gira, Sinda é uma protagonista que tem de lidar com alguns cenários complicados e tem algum amadurecimento ao longo da história. O enredo não é aborrecido, está sempre a acontecer alguma coisa e apesar de não ser muito surpreendente é suficientemente intrigante para ser uma leitura interessante. Dentro do género merece sem dúvida as quatro estrelas e soube-me muito bem ler uma história mais descomplicada.

 

Classificação: Ficheiro:Star Ouro.svgFicheiro:Star Ouro.svgFicheiro:Star Ouro.svgFicheiro:Star Ouro.svg

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 21:30



Disclaimer

Todas as imagens de livros publicadas são retiradas do site das editoras ou dos próprios autores. A imagem de fundo pode ser encontrada aqui.

Classificação

Nem consegui terminar
Não gostei
Ok
Bom
Amei

Mais sobre mim

foto do autor


Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D



Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.