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 A Indomável Miss Bridgerton (Rokesbys, #1)

Para fazer a ponte entre uma das suas mais queridas séries literárias e uma mais recente, Julia Quinn decidiu recuar no passado e contar a história de Billie que seria tia dos Brigertons da série original.

 

A família de Billie sempre se deu tão bem com os vizinhos, os Rokesby que eles praticamente se consideram uma só família. E apesar de ter vivido aventuras incríveis com Edward, Andrew e Mary, sempre teve discussões incríveis com George, o mais velho, que por ser o herdeiro cedo aprendeu que vive num mundo à parte. Já adultos, Billie lida com o facto de ser uma herdeira com o género errado e George com a frustração de não poder ser militar como os irmãos. Quando se juntam, discutam, até que um dia se beijam e afinal as coisas mudam.

 

Este livro tem aquele sentido de humor perverso que a autora já nos habituou, com cenas cómicas, outras comoventes mas uma história fofa. Não é tão bom como a série original, mas não deixa de arrancar uns sorrisos e umas lágrimas e consegue manter vivo aquele espírito familiar que tornou a autora famosa. Gostei da Billie e gostei do George (eu e a crush por personagens mais sérios), acho que fazem um casal que se equilibra muito bem por serem tão diferentes mas ao mesmo tempo iguais. Pelo contrário o Andrew irritou-me um bocadinho.

 

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publicado às 19:32

Os Bridgerton Felizes Para Sempre (Bridgertons, #1.5-8.5; 9.5)

A melhor maneira de terminar um bela coletânea de livros é com um livro que tem um pouco de todos os livros e ainda um pouco mais sobre a matriarca da família que me trouxe tão bons momentos. Após oito livros de romance, companheirismo entre irmãos e muita gargalhada, este felizes para sempre trás um segundo epilogo para cada um dos livros. Se nalguns resolve questões que ficaram pendentes, noutros conta-nos o felizes para sempre de personagens de outros livros e mesmo os livros que não foram os melhores tiveram epilogos interessantes (e num caso quase melhor que o livro). Não há muito a dizer, quem é fã da série vai adorar e ficar com uma ponta de nostalgia, porque desta vez é que acabou mesmo (embora a nova série da Julia Quinn seja sobre as irmãs do Edmund, o pai falecido desta prole, ansiosa!).

The Bridgertons: Happily Ever After (Bridgertons, #1.5-8.5; 9.5) The Bridgertons: Happily Ever After (Bridgertons, #9)

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publicado às 20:16

Aquele beijo

07.10.16

 Aquele Beijo (Bridgertons #7)

Ler um livro da série Bridgeton da Julia Quinn é sempre sinal de um momento bem passado. E apesar de não ser o meu preferido gostei bastante da relação da Hyacinth e do Garret.

 

Garret tem uma relação muito má com o pai e numa grande discussão ele percebe porque o pai não gosta dele e os dois cortam relações (o que não evita alguns encontros desagradáveis). Para além disso a sua avó é Lady Danbury, uma infame senhora idosa, que aparece já nos outros livros, e é através dela que conhece Hyacinth Bridgeton, a caçula da família. Juntos vão tentar descobrir os mistérios de um diário da outra avó dele e acabam por se apaixonar.

 

A relação entre o Garret e a Hyacinth é adorável: eles discutem mas não ao ponto de se estarem sempre a insultar, é um picardia bastante saudável e divertida. O mistério da avó Isabella é interessante e confesso que adorei o desfecho dele e apesar de haver pouca presença dos outros irmãos Bridgetons (característica dos últimos livros da série) Lady Danbury acaba por compensar essa falta do humor entre irmãos com a sua perspicácia e sátira. Custou-me imaginar a Hyacinth como adulta: afinal em seis livros ela foi a caçula pertinente que só fazia partidas e era descarada. Garret lembrou-me um pouco outros protagonistas masculinos desta série (principalmente o Michael e o Colin) e é fofinho e adorável e safado (tudo nas medidas certas). Mas no fim apesar da história ser interessante e ter devorado o livro não é tão bom como os meus preferidos da série (Crónicas de paixões e caprichos, Amor e enganos, A bela e o vilão ... ).

 

Um Beijo Inesquecível (Os Bridgertons, #7) It's in His Kiss (Bridgertons #7)

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publicado às 20:10

Para Sir Phillip, Com Amor (Bridgertons, #5)

Este é o quarto livro de uma série que apesar de não ter nenhuma opinião aqui publicada já li alguns livros (e adorei a maioria deles). Por isso digamos que a fasquia estava muito alta. 

 

Eloise é uma das irmãs Brigdertons (ao longo da série cada um dos 8 irmãos vive a sua história num livro, sendo pontuados normalmente por paixões intensas e momentos cómicos entre a família), que tem 28 anos e já é considerada uma solteirona. Meio em desespero por ter visto casar a sua melhor amiga (que ela achava que ia ser solteirona com ela para sempre) acaba por aceitar o convite para conhecer SIr Philip, viúvo de uma prima dela com quem troca correspondência à um ano, e ponderar a sua proposta de casamento. As coisas acabam por não correr bem como Eloise estava à espera, pois Sir Philip só está afinal à procura de uma mulher para lhe criar os filhos (ele próprio diz que qualquer uma serve).

 

Apesar de ter gostado bastante da personagem da Eloise, aquela maneira dela de falar de mais e de ser exigente, Sir Philip deixou-me "em águas de bacalhau". Se por um lado a história da primeira mulher e a dificuldade dele em ser um bom pai que acaba por falhar quando se tenta esforçar de mais, me causaram alguns sentimentos, por outro a faceta de "só quero uma mulher que me aqueça a cama e me crie os filhos para eu me poder dedicar à estufa sem preocupações", bem como a mudança que ocorre na história em que num momento ele não percebe nada de mulheres e no outro é o homem mais romântico do mundo fez com que sentisse pouca empatia com ele (e alguma pena da Eloise). Não são o casal com mais química do mundo, mas acabam por se complementar de uma forma correta. Mas no fim o momento alto do livro é quando os quatro irmãos Bridgertons tentam ir salvar a honra da irmã: o Anthony e o Benedict armados em maus, o Colin sempre com fome e com saudades da Penelope e o Gregory a tentar armar-se em homem. Adorável, estava com saudades deles, visto que à medida que os livros vão avançado parecem diminuir estes momentos entre irmãos, tão característicos desta série e que sem dúvida a tornam diferente.

 

Apesar de tudo é um bom livro, melhor que a maioria do género e que vale a pena ser lido por quem aprecia claro. Há muito que aprendi que não vale a pena andar a ler livros porque os outros dizem que devo ler, mas sim aqueles que realmente me interessam.

 

To Sir Phillip, With Love (Bridgertons, #5) To Sir Phillip, With Love (Bridgertons, #5) Para Sir Phillip, com amor (Os Bridgertons, #5)

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publicado às 11:35



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