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 Um Pedacinho de Céu (Smythe-Smith Quartet, #1)

Este é o que chamo um livro fofo e leve sem grandes complicações. Quem leu a série Bridgertons já ouviu falar dos infames saraus musicais da familia Smythe-Smiths, em que ouve-se tudo menos música. Este livro começa uma série de histórias sobre esta família com Honoria que toca no quarteto, gosta imenso de bolo e tem uma crush pelo melhor amigo do irmão. Marcus é um rapaz sério, que cresceu sem família e viu sempre Honoria como uma irmã mais nova, pois foi com a família dela que praticamente cresceu.

 

Gostei muito da maneira como Honoria encarava a sua atuação no quarteto e a forma como com as diversas participantes se mostraram várias abordagens ao mesmo desastre musical. O livro tem alguns momentos cómicos, outros tristes (principalmente sobre a infância de Marcus e a solidão de Honoria) e é o ideal para quem quer ler um romance leve, sem grandes quebras cabeças, com um história de amor ternurenta. Não é tão bom como os da série anterior, mas sabe mesmo bem ler um livro desta autora porque ela nunca desilude.

 

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publicado às 20:14

Peripécias do Coração (Bridgertons, #2)

Confesso que esta foi uma segunda leitura (ou mais para uma terceira) visto que fiz a leitura deste livro, ainda em inglês, à muitos anos. Por isso não há o fator novidade, mas como não deixa de ser um livro da Julia Quinn e da minha família preferida, vale sempre a pena recordar.

 

Este é o segundo livro dos Bridgertons, o do Anthony, o irmão mais velho e o que foi mais afetado pela morte do pai (ao ponto de acreditar que vai ter o mesmo destino). Assim decide que quer casar com uma mulher bonita, mas por quem não corra o risco de se apaixonar. A escolha recai sobre Edwina, a bela da temporada, mas os planos de Anthony complicam-se quando para conquistar a moça vai ter de também conquistar a sua irritante irmã mais velha, Kate.

 

Para a maioria dos fãs da série este é um dos preferidos. Apesar de gostar, a Kate e o Anthony não são o meu casal preferido da série, ficariam por um honroso quarto ou quinto lugar, apesar de gostar da história deles e de me divertir muito com as suas discussões, senti sempre que faltava qualquer coisa, talvez por o livro ser muito previsível e com menos suspense e reviravoltas dramáticas que os que gosto mais. Este livro acaba por ter algumas cenas clássicas da série que por vezes são mencionadas noutros livros, como o jogo em que os Bridgertons se transformam de uma familia amigável em terriveis bestas com muito mau perder ou alguns episódios do Newton (o cão da Kate).

 

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publicado às 20:26

Os Bridgerton Felizes Para Sempre (Bridgertons, #1.5-8.5; 9.5)

A melhor maneira de terminar um bela coletânea de livros é com um livro que tem um pouco de todos os livros e ainda um pouco mais sobre a matriarca da família que me trouxe tão bons momentos. Após oito livros de romance, companheirismo entre irmãos e muita gargalhada, este felizes para sempre trás um segundo epilogo para cada um dos livros. Se nalguns resolve questões que ficaram pendentes, noutros conta-nos o felizes para sempre de personagens de outros livros e mesmo os livros que não foram os melhores tiveram epilogos interessantes (e num caso quase melhor que o livro). Não há muito a dizer, quem é fã da série vai adorar e ficar com uma ponta de nostalgia, porque desta vez é que acabou mesmo (embora a nova série da Julia Quinn seja sobre as irmãs do Edmund, o pai falecido desta prole, ansiosa!).

The Bridgertons: Happily Ever After (Bridgertons, #1.5-8.5; 9.5) The Bridgertons: Happily Ever After (Bridgertons, #9)

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publicado às 20:16

Aquele beijo

07.10.16

 Aquele Beijo (Bridgertons #7)

Ler um livro da série Bridgeton da Julia Quinn é sempre sinal de um momento bem passado. E apesar de não ser o meu preferido gostei bastante da relação da Hyacinth e do Garret.

 

Garret tem uma relação muito má com o pai e numa grande discussão ele percebe porque o pai não gosta dele e os dois cortam relações (o que não evita alguns encontros desagradáveis). Para além disso a sua avó é Lady Danbury, uma infame senhora idosa, que aparece já nos outros livros, e é através dela que conhece Hyacinth Bridgeton, a caçula da família. Juntos vão tentar descobrir os mistérios de um diário da outra avó dele e acabam por se apaixonar.

 

A relação entre o Garret e a Hyacinth é adorável: eles discutem mas não ao ponto de se estarem sempre a insultar, é um picardia bastante saudável e divertida. O mistério da avó Isabella é interessante e confesso que adorei o desfecho dele e apesar de haver pouca presença dos outros irmãos Bridgetons (característica dos últimos livros da série) Lady Danbury acaba por compensar essa falta do humor entre irmãos com a sua perspicácia e sátira. Custou-me imaginar a Hyacinth como adulta: afinal em seis livros ela foi a caçula pertinente que só fazia partidas e era descarada. Garret lembrou-me um pouco outros protagonistas masculinos desta série (principalmente o Michael e o Colin) e é fofinho e adorável e safado (tudo nas medidas certas). Mas no fim apesar da história ser interessante e ter devorado o livro não é tão bom como os meus preferidos da série (Crónicas de paixões e caprichos, Amor e enganos, A bela e o vilão ... ).

 

Um Beijo Inesquecível (Os Bridgertons, #7) It's in His Kiss (Bridgertons #7)

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publicado às 20:10

A Bela e o Vilão (Bridgertons, #6)

Adoro um romance lento e fofinho e confesso que não resisto a um moço que é apaixonado por ela desde que a conheceu, mas como ela é mulher do primo dele tenta disfarçar por tudo com a reputação dum bon vivant. A probabilidade de isto acontecer na realidade: muito baixa, mas sabe bem ler livros assim.

 

Michael é apaixonado por Francesca desde que a conheceu. O problema? Ela casaria dentro de algumas horas com o seu primo que é o seu melhor amigo. De modo a curar um coração partido acaba por se tornar num jovem libertino ao mesmo tempo que é se torna um bom amigo também de Francesca (embora isso lhe parta o coração). Mas as coisas mudam e Francesca fica livre, deixando Michael preso num dilema. A sinopse original do livro é muito mais gira que o meu resumo.

 

Gostei muito do Michael e da Francesca, daquele quero-te tanto mas também valorizo a amizade. O romance anda em lume brando quase todo o livro e até digo que é dado mais protagonismo a Michael que a Francesca, visto que ele tem todos aqueles antecedentes de gostar logo dela. Gostei da forma como eles encontraram a paz no seu amor e acabaram com os dilemas, gostei quando ele foge dela porque não consegue ser o amigo que ela precisa naquele momento e o reencontro deles, em que acabam por finalmente se conhecer bem. Gostei que a Francesca fosse diferente dos seus irmãos, sendo mais reservada e menos exuberante o que a acaba por torná-la bastante única. Mas é pena ter pouco protagonismo dos outros irmãos Bridgerton (com exceção de Colin, há referências aos outros e a eventos dos outros livros que ocorrem em simultâneo com este (A grande revelação e Para Sir Philip, com amor)). 

When He Was Wicked (Bridgertons, #6) El corazón de una Bridgerton O Conde Enfeitiçado (Bridgertons, #6)

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publicado às 20:53

Para Sir Phillip, Com Amor (Bridgertons, #5)

Este é o quarto livro de uma série que apesar de não ter nenhuma opinião aqui publicada já li alguns livros (e adorei a maioria deles). Por isso digamos que a fasquia estava muito alta. 

 

Eloise é uma das irmãs Brigdertons (ao longo da série cada um dos 8 irmãos vive a sua história num livro, sendo pontuados normalmente por paixões intensas e momentos cómicos entre a família), que tem 28 anos e já é considerada uma solteirona. Meio em desespero por ter visto casar a sua melhor amiga (que ela achava que ia ser solteirona com ela para sempre) acaba por aceitar o convite para conhecer SIr Philip, viúvo de uma prima dela com quem troca correspondência à um ano, e ponderar a sua proposta de casamento. As coisas acabam por não correr bem como Eloise estava à espera, pois Sir Philip só está afinal à procura de uma mulher para lhe criar os filhos (ele próprio diz que qualquer uma serve).

 

Apesar de ter gostado bastante da personagem da Eloise, aquela maneira dela de falar de mais e de ser exigente, Sir Philip deixou-me "em águas de bacalhau". Se por um lado a história da primeira mulher e a dificuldade dele em ser um bom pai que acaba por falhar quando se tenta esforçar de mais, me causaram alguns sentimentos, por outro a faceta de "só quero uma mulher que me aqueça a cama e me crie os filhos para eu me poder dedicar à estufa sem preocupações", bem como a mudança que ocorre na história em que num momento ele não percebe nada de mulheres e no outro é o homem mais romântico do mundo fez com que sentisse pouca empatia com ele (e alguma pena da Eloise). Não são o casal com mais química do mundo, mas acabam por se complementar de uma forma correta. Mas no fim o momento alto do livro é quando os quatro irmãos Bridgertons tentam ir salvar a honra da irmã: o Anthony e o Benedict armados em maus, o Colin sempre com fome e com saudades da Penelope e o Gregory a tentar armar-se em homem. Adorável, estava com saudades deles, visto que à medida que os livros vão avançado parecem diminuir estes momentos entre irmãos, tão característicos desta série e que sem dúvida a tornam diferente.

 

Apesar de tudo é um bom livro, melhor que a maioria do género e que vale a pena ser lido por quem aprecia claro. Há muito que aprendi que não vale a pena andar a ler livros porque os outros dizem que devo ler, mas sim aqueles que realmente me interessam.

 

To Sir Phillip, With Love (Bridgertons, #5) To Sir Phillip, With Love (Bridgertons, #5) Para Sir Phillip, com amor (Os Bridgertons, #5)

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publicado às 11:35

 

Julia Quinn é uma das minhas escritoras de romances históricos preferidas, a par com Madeline Hunter. Confesso que adoro aquele cliché de os homens serem uns cavalheiros e conhecer todas aquelas regras e como eles gostavam de as infringir, mas também não gosto do comum de homem libertino, mulher ingénua, sexo e mais sexo. Gosto de romance, do ambiente envolvente, da conquista e claro de descrições históricas interessantes, sem deixar de fora uma pitada de humor. E a série Bridgeton, desta mesma autora, é sem dúvida a minha preferida. Infelizmente, existem poucos livros dela em português e para ter acesso a eles tem de ser mesmo em inglês, como foi o caso. Trata-se de o segundo livro de uma série, ás vezes acontece, saltar assim livros, mas uma narrativa não depende da outra, embora estejam interligadas, quase como duas versões da mesma história.

 

Amelia esta prometida ao Duque de Wyndham desde os seis meses de idade. Está habituada a isso e preparada para um casamento sem amor, mas o duque não parece reparar nela e não marca a data do casamento. Até que um dia Amelia decide começar a ser ela mesma com o duque em vez de seguir as regras que uma dama deve de cumprir e que a sua mãe tanto presa. A partir dai, Thomas, o dito duque, repara nela e os dois começam a desenvolver uma amizade e algo mais. Mas quando ele se prepara para marcar finalmente o casamento, algo acontece, que mete em causa o seu titulo, e talvez ele não seja o Duque de Wyndham, nem Amelia seja mesmo a sua noiva.

 

É um romance leve, que apresenta um leque de personagens interessantes, nomeadamente a avó do duque que é uma megera, mas ao contrário das megeras dos romances históricos, esta não tem bom coração. Não é um romance de nos surpreender muito, mas serve como uma leitura leve de Inverno, quando estamos à fogueira, aquecedor ou enrolados numa manta. E como é tradição em muitos destes romances o protagonista tem o cabelo escuro e olhos azuis. E eu não resisto a esta combinação. {#emotions_dlg.drool}

 

 

 

 

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publicado às 23:19



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