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Ligeiramente Indecente

 

Batalha de Warteloo, um moço cai do cavalo e é salvo por uma moça que em conjunto com as suas quatro amigas prostitutas o vão salvar. É óbvio que apesar de viver com prostitutas a moça é uma lady... que nos livrem de ter uma protagonista que não seja uma lady. Ele recupera mas não tem memória. Entram num plano maluco de ele fingir ser marido dela para obterem uma herança.

 

Bem, é igual aos outros da saga, e se até a sinopse poderia parecer qualquer coisa que não iria ser aborrecida, deseganem-se porque é tão cliché e tão igual aos outros. Se calhar eu não gosto mesmo é da forma como a autora escreve não sei. Estive para o largar, mas não o fiz, embora tenha sido lido na diagonal.

 

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publicado às 20:23

Ligeiramente Perigoso (Bedwyn Saga, #6)

Nestas séries de romances históricos à muitas vezes uma personagem icónica que é fria mas que acaba por, ao longo de vários livros, ir ajudando a resolver dramas e mostrando a pouco e pouco que é muito mais do que aparenta (falo por exemplo da série Rothwell da Madeline Hunter e especificamente do protagonista do livro Os pecados de Lorde Easterbrook). Nesta série de livros começados por ligeiramente qualquer coisa, essa personagem é o Wulfric, o irmão mais velho, o duque que é frio, mas que tem ajudado todos ao longo dos outros livros que li. Portanto, tal como na série Rothwell, estava curiosa com o livro dedicado a uma personagem tão intrigante e tal como na outra série o livro deixou-me ligeiramente desiludida.

 

Para par de Wulfric foi atribuída uma moça estouvada, de bom coração, ligeiramente desastrada, Christine é claramente o oposto do impecável e sempre frio Wulfric. E se ao inicio ele não fica interessando, após vários encontros e alguns desastres com árvores e lagos começa a surgir algo entre eles.

 

O que eu não gostei realmente foi da Christine, penso que a ideia original da autora era boa e o contraste entre as duas personagens podia ter corrido realmente muito bem. Mas Christine era um pouco excessiva demais e em vez de ser desastradamente cativante tornou-se demasiado desastrosa e quase a roçar o infantil. Ao contrário da Christine, o Wulfric foi bem desenvolvido: não se tornou demasiado lamechas quando se apaixonou como ás vezes acontece com este género de personagens, mas manteve a sua essência, apenas revelando algumas camadas e mostrado mais um lado que já tinha sido visível noutros livros. Outro ponto central da história é a relação de Christine com a família do ex-marido (ela é viúva) que era boa e depois ficou má e o seu sempre fiel amigo Justin. Sempre suspeitei do que acabou por se revelar sobre esta parte da história.

 

No final é um livro ok. Não é brilhante, nem o melhor da série. Para mim só valeu mesmo a pena porque fiquei a conhecer o Wulfric melhor e de uma maneira bem conseguida. Tudo o resto resume-se a um encolher de ombros.

 

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publicado às 22:52

Ligeiramente Escandalosa (Bedwyn Saga, #3)

Quando comecei a ler este livro percebi que já tinha lido o outro lado da história: a história que parte o coração de Freiya, a jovem destemida que não gosta de jogar pelas regras. E para fugir ao felizes para sempre do seu amor, decide refugiar-se em Bath, mas depressa fica entediada. Até que aparece Joshua Moore, um marquês com um passado complicado, mas com a reputação de bom vivant. Uma relação que começa com ódio e entendimento mutuo acaba por resultar num falso noivado que vai ficar fora do controlo dos dois.

 

A relação acaba por ser divertida, contem discussões épicas e entendimentos interessantes. A história por detrás de Joshua também foi um bom fio condutor. Um par interessante, sem ser aborrecido, com personagens que não são bidimensionais, com vilões inteligentes mas que não são inatingíveis. A escrita é interessante, apesar de não ser surpreendente é boa o suficiente para ligar todos os pontos. Entre este e o outro livro que li desta série (da Morgan a irmã da Freiya) acho que gostei mais deste, porque com uma protagonista imprevisível como a Freiya, tudo pode acontecer.

 

Tenho a dizer que as duas prequelas desta série, acabam por ser melhores do que estes dois livros que já li (um é o livro que mencionei no inicio).

 

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publicado às 21:05

Ligeiramente Tentador (Bedwyn Saga, #4)

Estes livros todos começados por Ligeiramente qualquer coisa da Mary Balogh andavam à meses a passear no meu radar, embora não comprasse nenhum porque as sinopses não me pareciam suficientemente cativantes para os comprar ao seu preço normal e nunca vi nenhum em promoção. Quis o destino que me emprestassem este e lá fui eu conhecer os Bedwyn, uma família de irmãos com feitio difícil e nariz proeminente (expeto a protagonista).

 

Morgan Bedwyn é a mais nova do clã e está em Bruxelas no momento em Napoleão Bonaparte decide que afinal ainda quer conquistar o mundo, vivendo-se por isso um ambiente tenso misturado com bailes. Num desses eventos, conhece Gervase, um inglês exilado, que tem muito interesse por ela. O que Morgan não sabe é que Gervase quer usá-la num plano de vingança contra o seu irmão mais velho que é um dos responsáveis pelo exilo de Gervase.

 

Coisas boas: adorei a Morgan, a maneira como ela cresce ao longo do livro e a forma como a batalha de Waterloo a transforma de uma dondoca mimada em uma mulher real e vivida. Gostei como ela vira o jogo a meio do livro, foi uma surpresa interessante. A familia dela é interessante, ligeiramente divertida, não tão boa como outras, mas deu para alguns sorrisos. 

 

Coisas más: a parte final do livro, apesar do grande dilema, acaba por ser um pouco desinteressante, principalmente depois de tudo o que aconteceu. O Gervase provocou-me sentimentos ambiguos: gostei da forma como ele apoia Morgan em Bruxelas, mas ao mesmo tempo houve o sotaque dele e o fato de mesmo depois de ter percebido a jóia de moça que ela é, seguiu em frente com os seus planos. Isso irritou-me um bocado e o facto de estar sempre a elogiá-la... soá-va a falso, mesmo na fase final do livro.

 

Fica a menção honrosa pela abordagem da homosexualidade feminina neste tipo de romances históricos, ainda não tinha lido nenhum, e até penso que podia ter sido melhor explorada as dificuldades das damas em questão, e não apenas como condicionante da ação dos protagonistas. E também para os relatos da batalha de Waterloo e de tratamento dos feridos.

L'amour ou la guerre (Bedwyn Saga, #4) Ligeramente seductor (Bedwyn 4)

 

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publicado às 20:28



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